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Processo e tecnologia

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Transporte de umidade em camisetas esportivas após lavagens

O conforto é um aspecto muito importante ao se tratar de vestuário. Por isso, cada vez mais estão sendo desenvolvidos tecidos com aplicações específicas para proporcionar conforto em todas as situações. Neste trabalho, foram estudadas as propriedades de transporte de umidade de camisetas de malha comumente utilizadas para a prática esportiva, a fim de verificar sua capacidade de gerenciamento do suor durante exercícios físicos. Contatou-se que as camisetas estudadas apresentaram, antes das lavagens, comportamento que, embora não seja o ideal para gerenciamento de umidade, apresenta uma boa absorção e difusão do suor pelo tecido, sem, no entanto, privilegiar o transporte de líquido do avesso para o direito. Após as lavagens, provavelmente pela perda dos produtos de acabamento, o comportamento muda, diminuindo bastante a área de difusão (o que dificulta a evaporação), embora aumente um pouco o transporte transversal. 

  1. INTRODUÇÃO 

A preocupação com a prática esportiva vem crescendo constantemente. Nesse contexto, a indústria têxtil tem buscado se encaixar de forma moderna e prática, desenvolvendo trajes adequados para cada prática esportiva, com tecnologias específicas para gerenciar a umidade e manter o corpo seco durante o exercício físico, propiciando aos consumidores um maior conforto, segundo Shishoo (2005). Para Bartels (2005), o conforto têxtil aplicado ao esporte apoia-se em três eixos: elasticidade, regulação térmica e toque. De acordo com Vasconcelos (2006), o transporte de umidade é importante componente no conforto térmico, porém difícil de ser medido e quantificado.

Dentro desse contexto, o objetivo deste trabalho é verificar as propriedades de transporte de umidade em camisetas de malha para a prática esportiva através do aparelho MMT (moisture management tester) e avaliar o comportamento dessas propriedades após lavagens que simularão o uso e desgaste do material. 

  1. 2.     REFERENCIAL TEÓRICO 

2.1.        Funcionalidade dos tecidos

A funcionalidade de um tecido, de acordo com o dicionário, pode ser definida como aquela que busca a facilidade, utilidade e comodidade de seu usuário. Segundo isso, um dos principais objetivos da funcionalidade dos tecidos é o conforto. Para tanto, é importante que isolem termicamente do frio ou do calor e que transpirem adequadamente. Mas existem casos nos quais se procura também que o tecido adquira novas funcionalidades que não tinha inicialmente, como antibacterianas, de descarga de eletricidade estática ou materiais com memória permanente.

Segundo Martin (2010), para os consumidores a roupa que se veste é um reflexo da personalidade de cada um, isto é, uma pessoa usa um tipo de roupa, e não outro, porque tem uma determinada maneira de ser e de pensar. Na atualidade, especialmente as pessoas jovens e de idade média preferem vestir roupas mais informais, que sejam cômodas de usar e fáceis de manter. Estes fatores são, inclusive, mais importantes do que usar a última moda.

Por isso, a gestão da funcionalidade da indumentária é cada vez mais importante, devendo buscar desenhos que tendam para a facilidade, utilidade e comodidade de seu emprego. Em definitivo, o conforto pessoal.

2.2.         Suor

Na percepção do conforto, existe a intervenção de aspectos fisiológicos, físicos e psicológicos, que têm algo a ver com os mecanismos de regulação térmica do corpo humano e com o papel que desempenha a roupa nessa regulação, pois modifica as respostas termorregulatórias humanas. Porém, além de uma boa gestão da temperatura, a roupa, na medida do possível, deve ser capaz de realizar uma boa gestão da umidade, isto é, do suor. O suor contém principalmente água, além de outras substâncias, como ureia, ácido úrico e cloreto de sódio.

O homem é um animal homeotérmico, isto é, mantém a temperatura do corpo praticamente constante, ao redor de 36,5 °C. Quando praticamos algum exercício físico, a grande atividade muscular produz muito calor, e a temperatura do corpo tende a aumentar. Então, o suor é eliminado. A água contida no suor se evapora pela pele, provocando uma redução na temperatura do ar que a circunda. Isso favorece as perdas de calor do corpo para o ambiente - fato que contribui para a manutenção da temperatura do nosso corpo. A gestão da umidade consiste na capacidade de uma roupa para transportar o suor desde a pele e dispersá-lo no ambiente, de tal modo que a pele e a roupa permaneçam secas, enquanto o corpo humano realiza um exercício físico.

2.3.         Conforto

Logicamente, as exigências que dizem respeito à capacidade de gestão da temperatura e da umidade de uma roupa serão diferentes segundo o grau de atividade física que venha a ser realizada e de acordo com as condições ambientais. Além da temperatura e da umidade, existem outros fatores que também influem no conforto, como a elasticidade do tecido e a facilidade para a eliminação das cargas eletrostáticas acumuladas. Outros são mais difíceis de avaliar, como o toque e o caimento do tecido.

Na apreciação destas últimas propriedades, existe um alto componente de subjetividade. Finalmente, os fatores psicológicos indicam que o conforto é uma sensação muito relacionada com o estado de ânimo de cada pessoa e que dependerá, de certo modo, da forma de pensar, sentir e avaliar as emoções de cada pessoa.

Segundo Vasconcelos (2006), o corpo humano está adaptado para operar em pequenas margens de temperatura e não funciona bem quando esta é muito alta ou muito baixa. No entanto, pequenas flutuações de temperatura no interior do corpo podem causar desconforto. Os avanços nos isolamentos térmicos dos tecidos diminuem essas flutuações. Antigamente, o isolamento térmico se associava com o volume de roupa. Hoje em dia, os sistemas de camadas deram origem a roupas multifuncionais leves e elegantes, sem sacrificar nenhuma propriedade.

A origem e o desenvolvimento das novas tecnologias começaram com tecidos militares e esportivos (MARTIN, 2010). Em ambos os casos, as fibras naturais eram inicialmente cômodas para se usar. Percebia-se log em seguida, no entanto, que elas podiam absorver muita umidade, mas secavam muito lentamente. O desenvolvimento de roupas a partir de fibras adequadas para a prática de exercícios deu-se porque se desejava roupas que fossem capazes de manter uma temperatura confortável e permanecessem secas em diferentes condições metrológicas e em vários níveis de intensidades das atividades (RAJ, 2011).

As propriedades de um tecido são determinadas, em parte, a partir das propriedades das fibras das quais ele é feito. O conforto proporcionado por uma roupa depende das propriedades de transferência de calor e de gerenciamento de umidade das fibras que constituem o tecido do qual ela foi confeccionada. No entanto, vários outros fatores são importantes na dissipação de calor e umidade, tais como a geometria e densidade das fibras, a estrutura dos fios e tecidos e os tratamentos e acabamentos aplicados durante a fabricação da roupa.

2.4.         Gestão da umidade

Se a umidade não se evapora pela pele, os poros do tecido se enchem de líquido, que substitui o ar, diminuindo a capacidade de isolamento. Os nervos sensores da pele detectam essa umidade, produzindo no inverno rigidez, no verão tato pegajoso e, em ambos os casos, desconforto. A gestão da umidade consiste na capacidade dos tecidos de transportar a umidade da pele até a superfície externa da roupa e dispersá-la pelo ambiente, de modo que a pele e a peça de roupa permaneçam secas durante seu uso. Uma boa gestão da umidade é de grande importância para a regulagem da temperatura corporal (termorregulação).

Raj (2011) afirma que não há duvidas de que o controle da umidade nas roupas esteja muito relacionado com o conforto, físico e psicológico, e que é cada vez mais valorizado pelo consumidor, que está disposto a pagar mais. De fato, os tecidos com gestão da umidade deixaram de ser exclusivos para esportes, exercícios físicos, e são cada vez mais comuns no vestuário cotidiano.

Nas estruturas têxteis, os capilares entre fibras são os responsáveis por transportar a umidade. A ação capilar depende do diâmetro e da energia superficial. Esta última pode ser modificada de acordo com o acabamento do artigo. Quanto menor for o diâmetro dos capilares, maior o seu número, ou quanto maior for a energia superficial, maior a tendência de um líquido se mover através dos capilares.

As fibras que absorvem pouca umidade e a eliminam mais rapidamente regulam melhor a temperatura do corpo, melhoram a atuação dos músculos e retardam o cansaço. Quanto menor o seu diâmetro, melhor para a absorção, porque é maior a densidade de compactação e há um aumento no número de capilares.

Fatores que também influenciam são o tipo de tecido, a espessura do material e o tipo de acabamento.

2.5.         O aparelho MMT (Moisture Management Tester)

Para medir a capacidade de gestão de umidade nos tecidos, um método recente utiliza o Moisture Management Tester (MMT), que é um aparelho que visa quantificar a capacidade de gerenciamento de umidade de têxteis de forma dinâmica.

O instrumento consiste em dois sensores, sendo um superior e um inferior, e cada um deles com sete pinos concêntricos. A amostra a ser testada será colocada entre os dois sensores. A superfície superior do tecido (top surface) estará na direção do sensor superior, simulando o comportamento do lado do tecido em contato com a pele. A superfície inferior estará na direção do sensor inferior, simulando o comportamento do lado externo do tecido em contato com o ar externo.

Quando há transporte de umidade em um tecido, a resistência de contato elétrico muda e essa mudança depende de dois fatores: os componentes da água e o teor de água no tecido. No MMT, a influência dos componentes da água é fixa; portanto, a resistência elétrica depende somente ao teor de água no tecido.

Uma série de índices é definida e calculada para caracterizar a capacidade de gestão de umidade na amostra testada: tempo para molhar, taxa de velocidade de absorção, índice cumulativo de transporte unidirecional e capacidade geral de gestão de umidade.

Os resultados obtidos são baseados em resistência à água, repelência à água e características de absorção de água da estrutura do tecido, incluindo estrutura geométrica e interna do tecido e as características de absorção de suas fibras e fios.

  1. 3.     MATERIAIS E MÉTODOS 

Foram selecionadas quatro camisetas esportivas 100% poliéster de diferentes marcas e com diferentes tecnologias empregadas para gerenciar a umidade presente no tecido após o exercício físico. Duas das camisetas são compostas de um único tipo de tecido, enquanto as outras duas possuem em áreas específicas, de maior transpiração, tecidos diferentes.

Para caracterização dos tecidos das camisetas, foram realizados os ensaios de gramatura e espessura, de acordo com as normas ASTM D1777 e ASTM D3776.

Os ensaios de capacidade de gerenciamento de umidade foram realizados no aparelho MMT de acordo com a norma AATCC Test Method 195-2009. O aparelho mede, através de sensores de condutividade elétrica, a capacidade dos tecidos de transportar líquido axial e transversalmente, fornecendo gráficos e índices que mostram o comportamento da umidade em ambas as faces do tecido, bem como a capacidade de transportá-la da face interna para a face externa.

3.1.                     Camisetas:

  • Ø Camiseta 1: 100% poliéster com dois tecidos

 

3.2.        Caracterização:

Tabela 1 – Caracterização das camisetas

Camiseta

Gramatura (g/m²)

Espessura (mm)

Camiseta 1 - Ligamento 1

135,3

0,33

Camiseta 1 - Ligamento 2

122,7

0,29

Camiseta 2

121,3

0,37

Camiseta 3 - Ligamento 1

137,7

0,48

Camiseta 3 - Ligamento 2

125,3

0,22

Camiseta 4

127,8

0,39

 

 1.4.     RESULTADOS E DISCUSSÕES 

4.1.                     Gráficos comparativos

Os gráficos a seguir mostram os índices de OMMC obtidos para as várias camisetas, antes e depois das lavagens. Como é possível observar pelos gráficos e no resumo da Tabela 2, todas as camisetas apresentam alteração de comportamento, passando de “tecido que absorve e seca rápido” para “tecido de penetração de água”, conforme classificação do MMT. Pode-se verificar que antes das lavagens as camisetas absorvem o líquido rápidamente, o qual também se espalha rapidamente sobre superfícies grandes dos dois lados, ou seja, por todo o tecido.

Tabela 2: Descrição do comportamento dos tecidos das camisetas, sem lavagens e após 15 lavagens.

Camiseta

0 lavagens

15 lavagens

Camiseta 1 - Ligamento 1

Tecido que absorve e seca rapidamente

Tecido de penetração de água

Camiseta 2

Tecido que absorve e seca rapidamente

Tecido de penetração de água

Camiseta 3 - Ligamento 1

Tecido que absorve e seca rapidamente

Tecido de penetração de água

Camiseta 4

Tecido que absorve e seca rapidamente

Tecido de penetração de água

O comportamento apresentado é típico de tecidos que foram tratados com produtos (amaciantes) hidrófilos, que facilitam a difusão do líquido sobre a superfície dos filamentos que compõem o tecido.

Após lavagens, provavelmente pela perda do produto hidrófilo, as camisetas mudaram de comportamento, passando a transportar o líquido de um lado para outro, porém diminuindo drasticamente a área de difusão. Esse comportamento é definido pela estrutura da malha e tipo de filamento sem a influência agora do amaciante. Do ponto de vista de facilidade de evaporação do suor e consequente conforto térmico, é um comportamento pior em relação ao inicial.

O ideal seria que apresentassem um comportamento de “tecido com gerenciamento de umidade”, conforme designado no manual do MMT (2010).

Os tecidos com ligamento 2 das camisetas 1 e 3, por serem “furadinhos” e aplicados somente em algumas regiões especiais, apresentaram alto índice de transporte de líquido, propiciando um melhor desempenho geral nas camisetas  onde estão aplicados. Eles não sofrem alteração com as lavagens, pois os furos permitem a passagem do líquido independentemente do produto de acabamento. O da camiseta 3 apresenta performance superior ao da camiseta 1.

  1. 5.     CONCLUSÃO

A análise dos resultados mostrou que todas as camisetas apresentaram alteração de comportamento, passando de “tecido que absorve e seca rápido” para “tecido de penetração de água”, conforme classificação do MMT. Foi possível verificar que, antes das lavagens, as camisetas absorvem o líquido rapidamente e este se espalha rapidamente sobre áreas grandes dos dois lados do tecido. É um comportamento típico de tecidos que foram tratados com produtos (amaciantes) hidrófilos, que facilitam a difusão do líquido sobre a superfície dos filamentos que compõem o tecido. Após lavagens, provavelmente pela perda do produto hidrófilo, as camisetas mudaram de comportamento, passando a transportar o líquido de um lado para outro, porém diminuindo drasticamente a área de difusão. Esse comportamento é definido pela estrutura da malha e tipo de filamento sem a influência agora do amaciante. Do ponto de vista de facilidade de evaporação do suor e, consequentemente, conforto térmico, é um comportamento piorado em relação ao do artigo original antes das lavagens, mostrando que os produtos perdem eficiência no transporte de umidade após as lavagens.

BIBLIOGRAFIA

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O Portal Textília.net não autoriza a reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo aqui publicado, sem prévia e expressa autorização. Infrações sujeitas a sanções.

Autores: Fernanda Gomes de Vasconcelos, Toshiko Watanabe e Fernando Barros de Vasconcelos

*Publicado na revista Textilia Texteis Interamericanos - edição 94

Data de publicação: 18/12/2014

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