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Processo e tecnologia

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Simplesmente inovação

Yuri Fazion Gradela, de 30 anos, é um desses casos raros: inova com simplicidade, fazendo parecer fácil a resolução de problemas complexos. Membro do trio vencedor da 3ª edição do Prêmio Whirlpool Inova (2010) por aprimorar o processo das máquinas de lavar roupa, protegendo o tecido e economizando recursos naturais, formou-se recentemente em Engenharia Têxtil na FEI. Em seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) trouxe mais uma contribuição revolucionária: o Sistema de Medição de Transporte de Calor e Umidade em Têxteis (SMTEX©). O equipamento é mais econômico e fácil de operar do que os antecessores. Conheça um pouco mais do prodígio e de seu projeto na entrevista concedida com exclusividade à Textília ao lado dos professores Fernando Barros Vasconcelos (seu orientador), Paulo Alfieri e Camila Borelli (coordenadora do curso).

Textília: Como surgiu e como evoluiu sua paixão pela área têxtil?

Yuri: Começou em família, com a indústria dos meus pais, hoje administrada por mim e por meu irmão: a “Nova Forma”. A empresa existe há 30 anos, praticamente nasci lá dentro. Sempre visitei várias fábricas de fornecedores e adorava. A primeira vez que vi uma tecelagem de renda de lingerie fiquei fascinado com os maquinários, a programação em correntes enormes estendidas por toda a fábrica, o que hoje em dia não existe mais. Lingerie foi nosso primeiro produto. Depois passamos para vestuário e, por causa de um acidente doméstico com meu irmão, iniciamos o desenvolvimento de malharia para textêis médicos, o foco atual. Vim para a FEI justamente em busca de modernizações para a minha indústria. Sempre gostei da parte técnica e sou muito ligado a laboratório e máquina. A minha formação anterior é de técnico em Elétrica, pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Textília: O que mostrou-se decisivo para vencer o Prêmio Whirlpool Inova?

Yuri: Era um concurso para todas as áreas de Engenharia [e também Design]. O grupo decidiu: “Vamos colocar a Engenharia Têxtil nesse concurso para mostrar que nossa área existe” (risos). Nosso projeto pensava em melhorar a vida do consumidor final. Passamos da primeira etapa e recebemos uma máquina de lavar para fazer as melhorias. Tivemos apoio financeiro da Whirlpool e da faculdade. Nós desenhamos a primeira lavadora de roupa que, automaticamente, reutiliza a água, armazenando num “U” dentro da própria máquina, sem precisar de tanque externo. A água da última lavagem, do enxague, pode ser reutilizada no primeiro ciclo da lavagem seguinte. Nisso você economiza de 20 a 40% de água. Trocamos ainda o sistema de pá, que bate e machuca a roupa, por um sistema de jato d’água. Não tem necessidade daquela agressividade toda. Implementamos uma série de sensores que medem o peso da roupa e, com base nisso, coloca as quantidades de sabão e água necessárias. Por exemplo, se você coloca um edredom, que é leve, mas enche a máquina toda, detecta-se o volume e enche-se de água por completo. E ainda eliminamos problemas, colocando uma gaveta transparente para sabão em pó, amaciante e alvejante em que a máquina avisa se precisa de mais ou você mesmo pode ver quanto necessita. A Whirlpool não acreditou na quantidade de inovações em um projeto só. O pessoal de Design não entendia como diabos tínhamos colocado tudo aquilo sem mudar o formato da máquina, um brigando com o outro: “Eu peço para fazerem isso há anos!”. Foi um susto, ganhamos em primeiro lugar (risos).

Textília: Por que você decidiu estudar justamente esse tema?

Yuri: Por causa da necessidade de novos equipamentos para realizar ensaios relacionados ao conforto térmico fisiológico. Observamos alguns equipamentos existentes no mercado para esse fim e notamos uma série de barreiras e problemas tanto de caráter técnico como de custo de equipamento. Em muitos equipamentos, acompanhamos o ensaio, conseguimos tirar valores, mas, na conclusão, sabíamos que aquilo não era o que realmente ia acontecer com o material. Alguns equipamentos medem duas, três variantes, mas são antigos, não têm uma gama completa. Temos um equipamento aqui na faculdade que mede o transporte de vapor, com o vento simulado, só que em temperatura ambiente, e é só aquilo, não consegue medir camadas de tecidos, só aguenta uma folha de tecido por vez, é limitado! Há alguns equipamentos que medem, por exemplo, o transporte de líquido verticalmente. Só que se você olhar uma roupa, a maior parte do tecido está em pé e o transporte é horizontal. Já temos aí um comportamento completamente diferente.

Fernando: E olha que esse equipamento é recente. Antes disso, tinha teste mais simples ainda, que era colocar uma tira de tecido numa cuba com água e ver o quanto a água subia por capilaridade. Mais recentemente, alguns laboratórios do mundo, que não são mais do que meia dúzia, desenvolveram um tipo de manequim que funciona com um princípio similar ao nosso, com uma série de sensores, mas custa um milhão de euros para ser produzido. Nossa ideia foi fazer algo que desse a possibilidade de resultados similares a esses manequins, porém com o equipamento de laboratório de custo bem mais acessível e fácil de manipular.

Textília: Como foi o processo de desenvolvimento do SMTEX©?

Yuri: Tudo começou há uns dois anos. Estávamos desenvolvendo um software que media porosidade e começamos a estudar sobre equipamentos de laboratórios específicos.

Fernando: Aí eu falei que podia ser um projeto para o TCC. Trouxe artigos que falavam sobre esses equipamentos e mostrei para o Yuri. Conversamos e vimos que dava para projetar e construir um aparelho em escala de laboratório que qualquer empresa pudesse comprar e medir seus tecidos, de forma acessível e prática.

Yuri: O estudo foi e voltou várias vezes. Pensamos primeiro em como juntar as necessidade principais, umidade e temperatura. Dá para fazer suar, emitir suor, ter atravessamento de líquido? Conseguimos simular a temperatura do corpo? Existe sensor para isso? Como vai medir? Tem como confinar? Como fazer de forma confiável? Gastamos um bom tempo nessa pesquisa. A simulação de pele, por exemplo, não vou esquecer tão cedo. Fui estudar fisiologia e fiquei uns quatro meses nisso, até pegar os orçamentos, que foram bem desanimadores e nos obrigaram a pensar em alternativas. Foi quando vimos que não precisávamos ter a simulação de pele. Se você controla quanto vai atravessar de líquido, tanto faz a pele, tanto faz como a pele deixa passar, vai passar quanto você mandar passar. Já a construção foi em quatro, seis meses, só nesse último semestre.  Começamos a desenhar um equipamento em que fosse possível uma infinidade de testes e configurações. Por isso fizemos de forma modular, para utilizar um ou todos os sensores, em diferentes alturas, temperaturas e ordens. Elaboramos um sistema em que desse para fazer os testes com amostras de tecido, nos tamanhos padrões que já existem (10 x 10 cm), e também ensaios não destrutivos diretamente nos produtos finais. A partir daí foi mais uma questão de construir dessa forma prática, compacta e modular, em que se possa adicionar itens, fazer várias configurações de uma maneira muito mais fácil.

Textília: Como a indústria vai se beneficiar?

Fernando: Desenvolvendo produtos para as diversas aplicações de forma mais técnica, adequada, lógica e com parâmetros. Estamos falando de um aparelho que está no nível mundial dos estudos mais avançados sobre o assunto. Esse aparelho tem potencial para ser comercializado globalmente.

Paulo: E esse equipamento tem um campo de aplicação ainda mais amplo fora do vestuário. Dá para fazer, por exemplo, trabalhos com produtos de cama, mesa e banho, com isolantes térmicos para aplicações técnicas, aonde se precisa de uma determinada situação de isolamento térmico ou hídrico, e ainda com papel, espuma e outras superfícies planas, por que não?

Textília: Como o consumidor final percebe o beneficio desse equipamento?

Paulo: As pessoas comuns, digamos assim, não vão saber todos esses detalhes, mas eu diria que com esse desenvolvimento mais lógico, mais objetivo, o consumidor vai ter maior e melhor conforto.

Textília: Para concluirmos, fale da importância do projeto tanto para a sua área como para você.

Yuri: Sempre gostei de construir equipamentos que funcionam e realizar estudos diferentes. Porque, de alguma forma, isso envolve as outras pessoas que também gostariam de fazer aquilo que você fez e por uma série de motivos não conseguiram levar adiante. E gosto, uma realização profissional minha, de mostrar para as outras pessoas que é possível e não é difícil. Dá trabalho? Dá trabalho, mas tudo dá trabalho. É muito interessante mostrar para as outras pessoas que é possível abrir um leque de novidades e inovações. Gosto e fico muito satisfeito quando é esse o resultado. Estamos há muito tempo na mesma e quando se dá um avanço tudo é novo até o próximo avanço. E é interessante participar desse momento. As pessoas que sabem que eu desenvolvo equipamentos, principalmente colegas da indústria, quando sair a matéria vão falar: “Pô, saiu de novo na revista, vem aqui me ajudar!”. Aí surgem diversos trabalhos externos, de desenvolvimento de tecnologia. O mesmo que acontece com os professores Paulo e Fernando, que são sempre chamados para resolver problemas que só quem gosta de resolver, resolve. E aí é uma característica meio cientista, meio engenheiro e de quem gosta de têxtil, como eu.

FEI incentiva inovação e pesquisa

O curso de Engenharia Têxtil, pouco conhecido e difundido no Brasil, é oferecido por apenas seis universidades em todo o país. Uma delas, a mais antiga a lecionar sobre a área, há mais de 50 anos, é a FEI (Fundação Educacional Inaciana), aonde Yuri Fazion Gradela encontrou infraestrutura, apoio docente e à pesquisa para desenvolver seu revolucionário SMTEX. “Acreditamos que seja este o papel da universidade, trilhar o caminho da inovação, instigar as descobertas e propor as novidades para a indústria”, explica Camila Borelli, de 35 anos, professora e coordenadora do curso. “O nível de inovação na área têxtil no Brasil ainda é incipiente. Criar um equipamento como o de Yuri, então, não é nada comum”, analisa. Reconhecendo o trabalho da Engenharia Têxtil da FEI, o MEC (Ministério da Educação e da Cultura) aprovou sua entrada para o Arcu-Sul (Acreditação Regional de Cursos de Graduação do Mercosul). “É um atestado da qualidade do nosso curso, que nos torna referência e facilita as trocas e os intercâmbios de pesquisa. Abre portas para professores e alunos”, comemora Camila. A coordenadora torce para que ajude ainda a alavancar a cadeia produtiva têxtil. “Somos carentes de profissionais, as pessoas não sabem o que um engenheiro têxtil faz. O profissional está habilitado a trabalhar em toda a cadeia têxtil. As pessoas vinculam muito à moda, mas esse é apenas um elo. É uma área muito bonita, com possibilidade de projetar, desenvolver e ver acontecer”. 

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Por: Raul Andreucci
Fotos: Ilton Barbosa e Divulgação
Matéria publicada na revista Textília Têxteis Interamericanos, edição 93.

Data de publicação: 03/09/2014

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