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Acabamento, Tingimento, Estamparia e Lavanderias

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Tendências para impressoras digitais

Novos fabricantes, que entraram na área de estamparia digital têxtil, apresentaram na maior feira mundial de tecnologia para o setor têxtil/confecção, realizada em setembro de 2011, em Barcelona, na Espanha, protótipos e impressoras, lançados recentemente no mercado, com velocidades de produção que se aproximam, igualam-se ou ate mesmo superam as das maquinas de estampar a quadros ou rotativas convencionais. Velocidade, flexibilidade, confiabilidade, qualidade de impressão e preços mais competitivos foram características das novas impressoras digitais apresentadas na feira e que poderão determinar o aumento da produção de tecidos estampados neste segmento que vem crescendo ano apos ano.

Histórico

A primeira impressora digital têxtil para a impressão direta de tecidos foi a Trucolor, produzida pela Stork e exibida na ITMA 1991, em Hannover (Alemanha). Na realidade, a Trucolor era um plotter que imprimia amostras retangulares de tecidos com velocidade de produção de apenas cerca de 2 m2/h. Na ITMA 1995, em Milão, a Stork, único expositor de impressora digital têxtil presente naquele evento, introduziu a maquina Fashion Jet, que imprimia tecidos continuamente.

Já a ITMA de 1999, em Paris, contou com a presença de sete fabricantes de impressoras digitais têxteis, dentre eles as empresas: Stork, Mimaki, Konica e Ichinose. A Stork apresentou três impressoras: a Amethyst, com velocidade máxima de impressão de 17,5 m2/h e resolução de 254 dpi; a Zircon, 6,9 m2/h e 360 dpi, e a Amber, que produzia estampas com resolução de 360 a 720 dpi.

Apesar da considerável evolução das impressoras digitais têxteis apresentadas na ITMA entre 1991 e 1999, o grande avanço dessa tecnologia, ate então, ocorreu na ITMA 2003, em Birmingham (Inglaterra). Fabricantes como DuPont, Zimmer e Robustelli, entre outros, apresentaram impressoras que exibiam mais que o dobro da velocidade de produção da maquina mais veloz apresentada na feira de 1999. Mas o grande destaque desta edição de 2003 foi a marca Reggiani, que exibiu a maquina Dream, considerada a primeira impressora digital têxtil de escala industrial, capaz de imprimir tecidos de 1600 mm de largura com velocidade máxima de 150 m2/h e resolução de 600 dpi. A Dream foi projetada para imprimir tecidos com comprimentos de 100 m a 800 m, uma faixa que, ate aquela época, estava reservada apenas para as maquinas de estampar a quadros. Portanto, a ITMA 2003 foi o marco do primeiro avanço comercial de destaque da impressão digital têxtil desde a sua introdução em 1991.

Avanços no elemento-chave

Na ITMA 2007, realizada em Munique, Alemanha, apesar de a Robustelli ter apresentado a versão mais nova da maquina Monna Lisa, com velocidade máxima de produção de 100 m2/h, o destaque continuou sendo a Dream da Reggiani, que produzia estampas com 600 dpi a velocidades de produção de 160 m2/h, 190 m2/h e 240 m2/h. Dependendo do modelo da impressora, permitia a impressão de tecidos com larguras 1800 mm, 2400 mm e 3400 mm, respectivamente. O desenvolvimento da estamparia digital, desde 1991 ate 2007, resultou da notável evolução de diversos componentes do sistema de impressão digital, como o mecanismo de transporte do tecido, as tintas e as cabeças de impressão. Contudo, para que um novo marco da impressão digital têxtil ocorresse, era necessário que o principal fator limitante da tecnologia de impressão digital - a cabeça de impressão - sofresse um desenvolvimento radical. 

A cabeça de impressão e o elemento-chave das impressoras digitais, que determina a velocidade de impressão, a confiabilidade,  o consumo de tinta e a qualidade da estampa. Surpreendentemente, nos últimos anos, o desenvolvimento radical deste equipamento acabou ocorrendo, e o destaque desse processo são as cabeças de impressão Kyocera KJ4B.

Novo marco na impressão digital

Na ITMA 2011, em Barcelona, Espanha, foram apresentadas impressoras digitais têxteis equipadas com as cabeças Kyocera KJ4B ou com os modelos mais recentes dos demais fabricantes, capazes de imprimir em alta resolução com velocidades de produção equivalentes ou superiores as das impressoras rotativas disponíveis atualmente no mercado. Nesta edição da maior feira de maquinas e tecnologia para a indústria têxtil, foi estabelecido um novo marco da estamparia digital têxtil, onde se presenciou a maior concentração de impressoras de alto desempenho, nunca antes vista num evento isolado. O objetivo deste artigo e apresentar os principais destaques e tendências da estamparia digital têxtil, observados na ITMA 2011. A seguir, apresentamos as principais maquinas exibidas na feira de Barcelona.

  • MS Printing Solutions

A MS Printing Solutions exibiu as impressoras MS-JPK e MS-JP6, lançadas no mercado em 2010. A empresa também apresentou, em vídeo, sua impressora para grandes produções modelo MS LaRio.

A MS-JPK pode ser configurada com 1, 2 ou 3 linhas de cabeças de impressão, as quais podem conter de 4 a 8 cores. A configuração mais simples (MS-JP14K), isto e, 1 linha de cabeças de impressão e 4 cores, permite estampar tecidos com 1500 mm de largura a uma velocidade de 160 m/h (metros lineares por hora), equivalentes a 240 m2/h. Com a configuração mais complexa (MS-JP38K), com 3 linhas de cabeças de impressão e 8 cores, a velocidade de impressão pode alcançar os 370 m/h,equivalentes a 555 m2/h. As velocidades máximas de impressão, correspondentes as diferentes configurações da MS-JPK, podem ser observadas no quadro 1. A resolução da impressão pode variar de 720x540 a 720x1080 dpi.

Quadro 1: Velocidade máxima de impressão para diferentes configurações da MS-JPK .

Nota: Velocidade máxima com base em tecido com 1500 mm de largura.

A MS-JP6, modelo básico da serie MS-JPK, possui apenas 1 linha de cabeças de impressão, pode ser configurada para imprimir com 4 a 8 cores e permite uma velocidade de produção máxima de 160 m/h. Já a MS LaRio (apresentada na feira somente em vídeo) e uma maquina diferente das impressoras digitais convencionais encontradas no mercado. Nestas, as cabeças de impressão movem-se no sentido da largura do tecido, que permanece parado durante esse movimento, depois, se desloca um passo a frente e torna a parar para permitir que as cabeças de impressão se desloquem novamente e produzam a impressão. Porem, a parada do tecido, necessária ao deslocamento das cabeças de impressão, e um dos fatores que limitam a velocidade de impressão.

Na MS LaRio, as cabeças de impressão são fixas e montadas em diversas barras ransversais, no sentido do movimento do tecido. Então, o tecido se movimenta continuamente, como ocorre nas maquinas de estampar rotativas, enquanto as cabeças de impressão permanecem paradas. A quantidade de barras transversais e de cabeças de impressão depende do numero de cores a serem impressas. Com a configuração mais complexa, a MS LaRio pode imprimir tecidos de 1,90 m de largura a uma velocidade de 75 m/min, cerca de 8000 m2/h, superando, inclusive, a velocidade de impressão de maquinas de estampar rotativas disponíveis no mercado. Outro destaque desta maquina e o tamanho do desenho. Enquanto nas maquinas de estampar rotativas o tamanho mais comum e de 640 mm, muito raramente chegando a 1180 mm, com a MS LaRio podem ser impressos desenhos de ate 8 metros.

  • Konica Minolta

A Konica Minolta levou para a ITMA 2011 as impressoras Nassenger PRO 1000 e Nassenger PRO 60. De acordo com o fabricante, a Nassenger PRO 1000 pode imprimir a uma velocidade máxima de 1000 m2/h, com uma resolução de 540 x 360 dpi, enquanto estampas com alta resolução podem ser obtidas com a velocidade de 600 m2/h. Outros dados sobre a relação entre resolução e velocidade de impressão são apresentados no quadro 2. 

Quadro 2: Relação entre resolução e velocidade de impressão para a NassengerPRO 1000.

Em relação a Nassenger VII, modelo da Konica Minolta ainda no mercado, a evolução da Nassenger PRO 1000 realmente impressiona. Enquanto a primeira produz estampas com 540 x 360 dpi, com velocidade máxima de impressão de 210 m2/h, na segunda, essa mesma resolução e obtida a 1000 m2/h. Outra diferença entre essas duas maquinas e que, em vez de 8 cores, a Nassenger PRO 1000 trabalha com 9, o que permite a obtenção de estampas com uma maior gama de cores. Também, devido ao fato de ter sido projetada para grandes produções, o tanque de tintas passa de 10 para 40 litros. Para pequenas produções ou preparação de amostras, a Konica Minolta apresentou a Nassenger PRO 60, que, com 9 cores, imprime com velocidade máxima de 60 m2/h. Os respectivos dados sobre a relação entre resolução e velocidade de impressão são apresentados no quadro 3.

Quadro 3: Relação entre resolução e velocidade de impressão para a NassengerPRO 60.

  • Robustelli

A Robustelli expôs a Monna Lisa EVO, um protótipo da evolução de sua impressora existente no mercado, com previsão de lançamento ainda para 2012. Esta maquina imprime a uma velocidade máxima de 675 m2/h, suporta ate 8 cores e devera ser comercializada com larguras de impressão de 1600 mm, 1800 mm e 3200 mm. De acordo com o fabricante, a maquina, projetada visando a economia de energia e proteção ambiental, proporcionou a Robustelli a obtenção do “Green Label” para sustentabilidade, um projeto promovido pela Acimit (Italian Textile Machinery), associação dos fabricantes italianos de maquinas têxteis.

  • Zimmer

A Zimmer mostrou a maquina Colaris, exibida pela primeira vez na Fespa 2010, em Munique. A Colaris e uma maquina versátil, que pode imprimir diversos tipos de tecidos, desde os mais finos de seda ate os felpudos de algodão. A velocidade de produção no modo de alta qualidade de impressão pode passar dos 700 m2/h, o que, para tecidos de 1800 mm de largura, equivalem a cerca de 400 m/h. No modo de impressão com resolução de 360 dpi, para a mesma largura do tecido, a velocidade pode atingir cerca de 1400 m2/h. A Colaris e fornecida com larguras de impressão de 1800 mm, 2600 mm e 3200 mm, com 4, 6 ou 8 cores, e pode produzir impressões com resolução variando de 360 a 1440 dpi. Os tanques de tintas comportam 12 litros e podem ser reenchidos sem ter que parar a produção. O sistema de tintas e aberto, podendo ser utilizada qualquer tinta aprovada pela Zimmer.

  • Durst

A Durst e uma empresa austríaca reconhecida por sua atuação no campo da tecnologia fotográfica, que entrou na área têxtil em 2010 com o lançamento da Rhotex 320, uma impressora para tecidos por sublimação. Neste mesmo ano, apresentou pela primeira vez, na Fespa, em Hamburgo, a máquina Kappa 180, sua primeira impressora a jato de tinta, que depois também foi exibida na ITMA 2011. Segundo a empresa, seu objetivo com o lançamento da Kappa 180 e oferecer uma alternativa competitiva as impressoras a quadros convencionais. A Kappa 180 pode imprimir a mais de 300 m/h com qualidade de impressão de 1056 x 600 dpi e, garante o fabricante, “com relação qualidade/preço imbatível”. A Durst informa que, com as tecnologias das cabeças de impressão e das novas tintas próprias, a Kappa 180 pode produzir resoluções de ate 1680 dpi. No quadro 4, são apresentados dados de velocidade e resolução para algumas modalidades de impressão. 

A Kappa 180 foi totalmente desenvolvida pela Durst, incluindo as cabeças de impressão QuadroZ e as tintas Kappa R, D e A para sistemas de tintas com corantes reativos, dispersos e ácidos, respectivamente. A impressora opera com 8 cores. Alem do sistema CMYK, utiliza também as cores laranja, vermelho, azul e cinza.

  • Stork Prints

Quadro 4: Velocidades e resoluções para algumas modalidades de impressão da Kappa 180.

Nota: Velocidades de impressão para tecido com 1950 mm de largura.

A Stork Prints apresentou a Sphene, sua nova impressora digital, que demonstrou a capacidade de imprimir tecido de poliamida com elastano com tintas acidas a uma velocidade máxima de 555 m2/h. Apesar de a demonstração ter sido realizada com tecido de poliamida/elastano, de acordo com a Stork Prints([2011]), a Sphene pode imprimir praticamente todos os tipos de tecidos com ate 1850 mm de largura, com resolução de 600 x 600 dpi. Seis versões estão disponíveis para essa impressora com diferentes configurações em função do numero de filas de impressão e do numero de cores. Dados detalhados sobre os principais parâmetros dessas diferentes configurações encontram-se no quadro 5. A Durst informa que, com as tecnologias das cabeças de impressão e das novas tintas próprias, a Kappa 180 pode produzir resoluções de ate 1680 dpi. No quadro 4, são apresentados dados de velocidade e resolução para algumas modalidades de impressão. 

  • Reggiani

A Reggiani, empresa que em 2002 lançou a Dream, primeira impressora digital têxtil considerada de escala industrial, como já dissemos, exibiu na ITMA 2011 sua impressora atual, denominada Renoir. Comparada com a Dream, a Renoir e um exemplo da recente evolução da tecnologia de impressão digital têxtil, da qual a Reggiani e grande parte dos demais fabricantes vem se beneficiando para produzir impressoras de alto desempenho com melhor relação custo-beneficio. Com valor de mercado inferior ao da pioneira Dream, na época de seu lançamento, a Renoir pode imprimir com velocidade de ate 550 m2/h, e a resolução máxima de 2400 dpi e obtida a 150 m2/h. A maquina opera com 8 cores, possui de 8 a 16 cabeças de impressão e  comercializada com larguras de impressão de 1800 mm, 2400 mm e 3400 mm. As tintas de impressão incluem corantes reativos, ácidos, dispersos e pigmentos.

Quadro 5: Dados relativos às diferentes configurações da Sphene.

O ultimo lançamento da Reggiani, ocorrido em 2011, mas não apresentado na ITMA, porem, e a Renoir-Compact, que, segundo o fabricante, tem o mesmo desempenho da Renoir de 8 cabeças de impressão com pouco mais da metade de seu custo. Comercializada somente com a largura de impressão de 1800 mm, o modelo compacto imprime com velocidade máxima de 320 m2/h e produz a resolução máxima a 60 m2/h. Esta maquina destina-se tanto para a confecção de amostras como para a produção efetiva.

  • d•gen 

Com foco direcionado para os mercados de banners, bandeiras e artigos para o lar, a coreana d•gen lançou na ITMA 2011 a máquina Teleios Grande, com capacidade de impressão de tecidos de 1000 mm a 3300 mm de largura com velocidade máxima de 180 m2/h. A impressora, que utiliza 4 ou 6 cores e produz a resolução máxima de 1200 dpi, trabalha com tintas exclusivas de corantes dispersos e pigmentos da marca.

Conclusão

A ITMA 2011 se constituiu no novo marco da estamparia digital têxtil. O expressivo desenvolvimento dos componentes do sistema de impressão digital observado nos últimos anos, notadamente o das cabeças de impressão, possibilitou aos fabricantes a produção de maquinas de alto desempenho, com relação custo-benefício muito mais atrativa do que a existente, por exemplo, na ITMA 2007, quando esta tecnologia ganhou impulso. Impressoras digitais com velocidades de produção de 300 m2/h a 600 m2/h poderão concorrer de forma competitiva com as maquinas de estampar a quadros, enquanto as impressoras digitais com velocidade de produção superior aos 600 m2/h poderão conquistar uma parte do mercado atual das maquinas de estampar rotativas. Considerando que o mercado mundial da estamparia digital têxtil, por enquanto, corresponde a apenas 1% do mercado da estamparia convencional, pode-se esperar que as impressoras digitais têxteis de alto desempenho apresentadas tenham um papel importante na mudança desse cenário nos próximos anos. Afirmação feita por Marc Van Parys, da Technical University, Gent, Belgica, durante a conferencia “Digital Textile”, em Berlim, em 2005, não deixa duvidas: “Estamos na era digital. Qualquer coisa que puder ser digital, será digital. Tudo que puder ser impresso digitalmente, será impresso digitalmente”. Parece que o futuro previsto pelo professor esta prestes a ser construído a passos bem largos, inclusive na indústria têxtil.

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Texto: Renato Teixeira da Cunha* – Senai/Cetiqt

Data de publicação: 25/09/2012

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