Language
home » têxtil »

Negócios

Tamanho do texto  A A A
Compartilhar

De Época: Chegou a hora do marketing de reação

O professor e consultor de empresas, Antônio de Jesus Cosenza, especialista em marketing na área têxtil, aconselha as indústrias do setor a mudarem a estratégia para ampliar a conquista do mercado interno, cada vez mais ameaçado pelas importações. A seu ver, muitas indústrias ainda não passaram do "marketing de oportunidade", porque os empresários resistem à profissionalização.

Além de atuar como consultor no setor têxtil há cinco anos, Antônio de Jesus Cosenza, 49 anos, é professor da Fundação Getúlio Vargas e da Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo. Com mestrado e doutorado pela Sorbonne de Paris, Cosenza é crítico mas ao mesmo tempo, otimista em relação à indústria têxtil brasileira.

Ele acredita na modernização a médio prazo desde que "haja bom senso dos empresários e vontade política do Governo em acertar a economia do país". Em sua avaliação, houve um erro de estratégia de boa parte das industrias têxteis que privilegiaram nichos de mercado em detrimento da produção mais padronizada e com baixo custo. Cosenza reconhece que os nichos proporcionam a inovação e a diferenciação de uma empresa no mercado, principalmente no segmento moda (vide Quadro 1).

 

Quadro1


Todavia, afirma que os empresários não podem ser indiferentes à conjuntura do país. Segundo ele, os resultados de uma recente pesquisa sobre a nova classificação social brasileira demonstraram que as classes A e B, de maior poder aquisitivo, encolheram drasticamente, enquanto a classe E, população de baixíssima renda, aumentou significativamente.

Vivendo sobre o controle rígido de uma "agenda encaixada", o professor Cosenza apresenta por ano cerca de 50 palestras sobre o tema em diversas empresas do país. No mês de agosto, ele reservou 45 minutos entre um compromisso e outro para expor suas idéias, com exclusividade à Textília.

Textília - Como o senhor avalia a atuação das indústrias do setor têxtil no mercado brasileiro

Cosenza - De uma maneira geral, a indústria se preparou para entrar em um segmento de poder aquisitivo elevado, por isso não houve uma preocupação maior com a competitividade que se partia do pressuposto que o consumidor podia pagar qualquer preço.

Textília - Mas hoje, com a abertura de mercado, este quadro não se reverteu?

Cosenza - A reserva de mercado é improdutiva em qualquer país do mundo. Creio que a partir de 1990, as empresas brasileiras começaram acordar para a realidade.

Textília - Mas o Japão, a segunda potência econômica mundial, é protecionista.

Cosenza - Veja, o Japão é protecionista só naqueles produtos que exporta com vantagem em competitiva. Os eletro-eletrônicos são um exemplo disso. Por que os japoneses iriam facilitar a importação dos Estados Unidos se eles dominam essa tecnologia? Se tivesse de existir no Brasil um setor protegido, eu apontaria o cítrico, onde somos melhores produtores e temos esta vantagem competitiva.

Textília - Um dos fatores que tornam a produção competitiva é o baixo custo da mão-de-obra. Neste caso, o Brasil não leva vantagem?

Cosenza - Ainda que o país tenha como fator "teoricamente" favorável a produção com baixo custo, como é o caso da mão-de-obra, digo que esta situação não se mantém por longo tempo. A mão-de-obra barata não consegue superar as barreiras impostas pela necessidade da alta tecnologia.

Textília - Qual a sua avaliação sobre a competitividade da indústria têxtil?

Cosenza - No setor têxtil existem algumas "ilhas modernas" dentro de um complexo atrasado, principalmente se levar em consideração que os produtos exportados são bem aceitos em países da Europa e Estados Unidos. Em Santa Catarina, a Hering é um exemplo. No Rio Grande do Sul, posso citar a Confecções Petenatti e em São Paulo, a Santista e a Vila Romana são bons exemplos.

Textília - E no Nordeste?

Cosenza - Lá há um detalhe interessante. As empresas do setor têxtil optaram por outra estratégia, a de produzir com baixo custo tecidos com pouca qualidade, porém destinados a um mercado de baixa renda.

Textília - Neste caso, a estratégia está correta se for levado em consideração o poder aquisitivo da maioria dos brasileiros, não?

Cosenza - Se é para admitir que desta forma garante-se a sobrevivência das empresas eu diria que sim. A propósito, um estudo feito em 1992 pela pesquisadora Ilda Vickhauser da Agência Marplan, em conjunto com a LPM Burker, constatou mudanças radicais na classificação social brasileira.

Textília - O que revela esta nova classificação?

Cosenza - Seguramente, que o país ficou mais pobre em um ano. Do universo aproximado de 100 milhões de pessoas economicamente ativas, a classe A caiu de 11% para 4%; a B de 20%/ para 13%; a C de 33% para 25,5% e a D foi a única que se manteve praticamente estável, crescendo apenas de 32% para 32,5%. A grande "surpresa" entretanto, foi o salto da classe E (pessoas que vivem em condições de miséria) que pulou de 5% para 25%.

Textília - Significa então que as empresas têm que se moldar a esta realidade. Mas onde fica a qualidade?

Cosenza - Infelizmente estamos vivendo uma situação que é preciso dar "fubá para quem está com fome". Porém, acho que as indústrias hoje não podem mais contar com apenas 17% da população (soma das classes A e B), porque isso não sustenta o parque industrial. É fundamental que invistam em tecnologia para se tornarem mais competitivas e, desta forma, enfrentar a concorrência dos produtos importados. Veja, os tecidos coreanos estão entrando no Brasil com preços baixíssimos e nem por isso, deixam de ter qualidade.

Textília - O senhor acredita em pacto entre Governo, empresários e trabalhadores para resolver esta situação?

Cosenza - Esta palavra está muito desgastada. Não porque não funcione, mas porque falta vontade política em encontrar soluções. Não defendo intervencionismo do Estado no setor privado, mas acho que é preciso incentivar a indústria nacional, reduzindo carga tributária, dando um freio nas taxas de juros e ampliando financiamentos para a aquisição de tecnologia.

Textília - Mas existem programas como o FINAME que de certa forma auxiliam no desenvolvimento das indústrias. Pode não ser suficiente; entretanto, o senhor não acha que em muitos casos falta conscientização para aplicar melhor esses recursos?

Cosenza - Existe um comportamento comum ao empresário brasileiro que não admite pôr a mão no bolso para melhorar seus negócios. Dentro da análise que avalia o Sistema de Negócios, digo que no Brasil há um hiato entre o que podemos chamar de segundo e terceiro estágios desta estrutura (vide Quadro 2).

Sistema de Negócios
   1° Estágio  2° Estágio  3° Estágio   4° Estágio
Estratégia de Marketing Nicho de Mercado Expanção de Mercado Desenvolvimento de Produto e de Mercado Novos Negócios
Organização de Marketing Informal e Flexível Gerência de Vendas Gerência de Produtos e Mercado Divisões e Corporações
Objetivos de Marketing Credibilidade Volume de Vendas Satisfação do Consumidor Ciclo de Vida e Portfólio
Fatores de Sucesso Relações Públicas Economia de Escala Coordenação Funcional Empreendimento Inovação

 

É preciso abrir mão de viagens ao exterior, iates e fazendas e investir na profissionalização da empresa. É preciso sair do marketing de oportunidade para o marketing de reação. A indústria têxtil brasileira, em sua maioria, ainda não passou do segundo estágio.

Textília - Mas na prática, professor, o que pode ser feito para que as indústrias entrem no ano de 1994 com melhores perspectivas?

Cosenza - Não há solução rápida para problemas estruturais. Com exceção das empresas exportadoras, hoje o setor têxtil que sobrevive é o que funciona na economia informal. E isto não é uma situação das microempresas, há grandes organizações que também distribuem parte de sua produção para a economia informal.

Textília - O senhor acabou de traçar um quadro que mostra a concentração de renda na mão da minoria. Isto não impulsiona o crescimento da economia informal?

Cosenza - Isto do ponto de vista conjuntural. Mas estou me referindo à estrutura. Teoricamente, a microempresa é apenas um estágio inicial de um negócio. O empresário não pode se contentar com isso, ele é por natureza empreendedor. Depois de expandido o mercado, é preciso desenvolver novos produtos e ampliar este mercado. Não se pode ficar limitado ao fundo de quintal.

Textília - Quer dizer que na sua opinião é preciso organizar a economia informal?

Cosenza - Eu diria que é preciso enxugá-la. Claro que para isso, é necessário estímulo ao setor produtivo industrial.

Textília - O que o senhor acha da indústria de máquinas brasileira?

Cosenza - Salvo algumas exceções na área de beneficiamento, o nosso parque instalado na indústria de máquinas deixa muito a desejar. No primeiro momento, acho salutar a importação de bens de capital para impulsionar a modernização da indústria têxtil, mas, a médio prazo, é preciso desenvolver também o parque nacional quer seja por meio de joint-ventures, participação acionária ou até mesmo fusão de empresas.

Textília - O senhor considera válido importar máquinas usadas?

Cosenza - Desde que não tenha tecnologia ultrapassada e idade superior a cinco anos. No Brasil, hoje, importa-se sucata. Pelas visitas que tenho feito às empresas, constato que muitos importaram máquinas já ultrapassadas.

Textília - O senhor acha desleal a importação de produtos subsidiados?

Cosenza - Ultimamente tem-se falado muito em prática de "dumping" no Brasil. Não comento este assunto sem antes conhecer realmente o fato. Posso dizer porém que em outros países é comum o governo subsidiar a produção para incentivar a exportação de produtos, com preços baixos, para conquistar novos mercados. Em tese, é uma estratégia, porém não é ética.

Textília - Como o Mercosul pode impulsionar a indústria brasileira?

Cosenza - Para qualquer país integrante do acordo, o Mercosul é vantagem, não do ponto de vista quantitativo, pois o Brasil é o maior mercado da América Latina, mas pela facilidade de acesso comum dos países aos mercados internacionais. Ou seja, ao invés do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai competirem entre si, podem se unir e competir com o Primeiro Mundo. A perspectiva é melhor do que o isolamento. Mas é preciso que as políticas de mercado sejam definidas atendendo a dois pontos principais: que alíquotas vão ser praticadas do ponto de vista de importação e o que vão praticar em comum para exportar. Isto é uma forma de proteger o mercado local (Mercosul) e evitar que um país seja beneficiado em relação ao outro.

Veja o exemplo da Argentina que tem alíquotas zero para importação de bens de capital insiste em taxar a importação de tecidos do Brasil. É preciso encontrar formas de aparar tais arestas para que o acordo possa se concretizar, caso contrário poderá se tornar inviável.

Textília - Mas o senhor não acha que o processo está muito lento, afinal o Mercosul está previsto para entrar em vigor, definitivamente em 1995?

Cosenza - Concordo. Acho que está faltando vontade de resolver o problema. Não adianta criar comissões e grupos de trabalho que não resolvem absolutamente nada.

Textília - Na sua opinião, a automação pode gerar desemprego no país?

Cosenza - A questão da automação industrial é problema nos países onde a mão-de-obra é desqualificada. Infelizmente, a educação no Brasil é muito deficitária, o que faz com que não gere proveito no mercado de trabalho. Porém, cabe às empresas dar a sua contribuição, especialmente no que diz respeito à profissionalização dos seus trabalhadores. Desta forma, eles poderão ser reaproveitados em outros setores da produção que podem ser automatizados.

Textília - A precariedade de dados sobre a produção industrial do setor dificulta o seu trabalho de consultoria?

Cosenza - O problema da falta de estatísticas no Brasil é sério. Especialmente no setor têxtil, estas dificuldades existem. Para mim é muito claro porém, uma coisa: não interessa divulgar informações que só revelam a própria ineficiência

Textília - O senhor é um otimista em relação à industria têxtil brasileira?

Cosenza - Sou. Existem muitos empresários sérios que estão trabalhando para tornar nossa indústria moderna e competitiva para disputar com os países desenvolvidos. É preciso entender que a economia mundial hoje é globalizada. O comércio é livre. No Brasil, existe um ufanismo exacerbado, desenvolvido no tempo do regime militar, que pregava a auto-suficiência em todos os setores: petróleo, aço, etc. Ora, isso criou uma febre de proteção que só prejudicou o desenvolvimento da indústria nacional. A nova ordem mundial preconiza o aperfeiçoamento em determinadas áreas mas é impossível auto-suficiência em todos os setores, principalmente tendo um Estado como interventor. O Estado não é empresário. Ele apenas deve promover as condições necessárias para o desenvolvimento. Não pode ser monopolizador...

Textília - Mas também existem monopólios privados. Eles não são prejudiciais à livre concorrência?

Cosenza - Eu não defendo monopólio de espécie alguma. Está mais do que provado que os cartéis prejudicam os consumidores, na medida que podem praticar preços conforme suas conveniências.

Conclusões

1. Uma estratégia deve levar em consideração todas as forças competitivas em cada componente do Sistema de Negócios.

2. Diferentes características dos componentes do Sistema de Negócios levam a diferentes situações competitivas.

3. Estratégias genéricas para responder a forças competitivas enfatizam coerência interna.

4. Identificar os fatores chave de sucesso ligados a cada posição competitiva é o principal passo no desenvolvimento de uma estratégia.

5. Uma estratégia competitiva vai a fundo no detalhamento de políticas e planos de ação. A análise industrial é o processo pelo qual uma empresa prevê como responder a forças competitivas.

- Os fatores chave para o sucesso de uma posição competitiva levam à identificação dos recursos necessários e capacidade para concorrer.

 

Fatores
  •  Tecnológicos
  •  Financeiros
  •  Pessoais
  •  Produção
  •  Produtos e Serviços
  •  Capacidade de "Marketing"
  •  Distribuição
  •  Processos Administrativos
  •  Capacidade Gerencial

 

Review: Você esta tendo a oportunidade de conferir um pouco do conteúdo armazenado em área restrita. Torne-se assinante do Portal Textília.net e confira todo o conteúdo armazenado nos ultimos 20 anos.

O Portal Textília.net não autoriza a reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo aqui publicado, sem prévia e expressa autorização. Infrações sujeitas a sanções.

Por: Márcia Mariano

Data de publicação: 01/10/1993

Conteúdo relacionado


DuPont lança modelo de negócio para acelerar a oferta de EPIs
A DuPont anuncia o lançamento de #TyvekTogether ,um novo modelo de negócio desenvolvido em tempo recorde para aumentar a capacidade da entrega de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Com a iniciativa, será possível desenvolver 6 milhões de vestimentas de proteção adicionais por mês, em todo o mundo. Este número é 27% maior em relação à produção atual de tecidos de Tyvek® globalmente.  2020-05-22 - Tags: tyvektogether dupont equipamentos de protecao individual epis pandemia tyvek uniformes de protecao covid 19 tychem

Máquinas têxteis italianas apresentam forte declínio no primeiro trimestre
No primeiro trimestre de 2020, a entrada de pedidos de máquinas têxteis italianas registrou uma queda acentuada. A pandemia de Covid-19 afetou fortemente o setor, e as consequências serão mais negativas no segundo trimestre. O índice elaborado pela Acimit - Associação dos Fabricantes Italianos de Máquinas Têxteis, para o período de janeiro a março de 2020, caiu 31% em relação ao mesmo período de 2019.  2020-05-14 - Tags: maquinas texteis italianas pandemia acimit primeiro trimestre setor textil maquinas italia desaceleracao

Plataforma online facilita contato com fabricantes para oferecer equipamentos de proteção
Desenvolvida por meio de parceria entre a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), a Microsoft e a Radix, está sendo montada uma plataforma que une quem procura e quem oferta EPIs (Equipamentos de Proteção Individual). Por meio do EPIMatch, um hospital, por exemplo, poderá encontrar mais rapidamente os fornecedores que precisa para obter máscaras, luvas e outros itens essenciais para quem está na linha de frente dos serviços de saúde.  2020-05-13 - Tags: agencia brasileira de desenvolvimento industrial abdi epimatch plataforma pandemia epis microsoft azure igor calvet

Conselho de Administração da Loepfe anuncia novo CEO
A empresa suíça Loepfe, fabricante mundial e parceiro de soluções para sistemas de garantia de qualidade on-line para o setor têxtil, anunciou a nomeação do Dr. Ralph Mennicke como CEO da Loepfe Brothers Ltd., com vigência a partir de 14 de abril de 2020. Mennicke substitui Maurizio Wermelinger, que, após ingressar na empresa em 2007, está se aposentando.  2020-05-07 - Tags: alexander zschokke loepfe loepfe ceo novo ceo empresa suica

Monforts oferece testes em escala industrial para novos acabamentos de EPI
A Monforts anunciou que seu Centro de Tecnologia Avançada (ATC), na Alemanha, está capacitado para realizar testes para novos acabamentos aplicados em equipamentos de proteção individual (EPI) como máscaras faciais, aventais médicos e cortinas hospitalares.  2020-05-05 - Tags: heinrichs epis hospitalar monforts atc montex centro de tecnologia avancada equipamentos de protecao individual

Rieter aprova relatório anual mas não faz previsões sobre resultados de 2020
Na Assembléia Geral Anual da Rieter Holding Ltd., ocorrida no dia 16 de abril, cuja votação dos temas foi feita via eletrônica, os acionistas adotaram todas as moções propostas pelo Conselho de Administração da companhia, a saber, a aprovação do relatório anual, as demonstrações financeiras e as demonstrações financeiras consolidadas de 2019.  2020-04-30 - Tags: rieter holding ltd grupo rieter covid19 pandemia bernhard jucker rieter relatorio anual

SPGPrints obtem classificação nível 3 em sustentabilidade na auditoria ZDHC
A sociedade tornou-se cada vez mais consciente de que certos produtos químicos são extremamente prejudiciais à saúde humana e ao meio ambiente. A SPGPrints, que vem trabalhando para atender a todos os padrões de sustentabilidade com seus produtos de impressão digital voltados para têxteis, optou por cumprir o Roteiro da Fundação ZDHC (Descarga zero de produtos químicos perigosos) para o Programa Zero.  2020-04-15 - Tags: spgprints plataforma zdhc fundacao zdhc sustentabilidade produtos quimicos programa zero fred schmitz

Gerber ajuda fabricantes na produção de equipamentos de proteção
Com base em sua planta na China, a norte-americana Gerber Technology anunciou a criação da Gerber PPE Task Force (força-tarefa) para apoiar seus clientes e parceiros globais a aumentarem rapidamente a produção de equipamentos de proteção individual (EPI), para proteger todas as pessoas, mas especialmente os profissionais de saúde.  2020-04-06 - Tags: gerber ppe task force equipamentos de seguranca gerber technology protecao individual equipamentos

ABNT possui norma sobre gestão da continuidade dos negócios
A pandemia do Coronavírus tem sido desafiadora para muitas pessoas, mudando suas rotinas de maneira inédita. O impacto da doença se refletiu também na atividade econômica, que vem sofrendo perdas significativas. Tocar os negócios como de costume não é uma opção para as empresas. Muitas delas, principalmente os pequenos negócios, estão enfrentando uma fase muito difícil.  2020-03-26 - Tags: abnt pandemia abnt business negocios gestao pequenos negocios

Rieter apresenta balanço de 2019 e projeta 2020
No exercício 2019, a Rieter registrou recebimento de pedidos de CHF 926,1 milhões (francos suíços), que foi 7% maior do que o mesmo período do ano passado. Todavia, no balanço do ano, as vendas do Grupo Rieter acumularam CHF 760,0 milhões (cerca de € 712 milhões), contra CHF 1 bilhão e 75,2 milhões registrados em 2018, o que corresponde a uma queda de 29% em comparação com o ano anterior.  2020-03-20 - Tags: grupo rieter ano fiscal balanco business group machines negocios

Monforts desenvolve soluções para aquicultura em seu ATC
O cultivo de peixes de água doce e de água salgada, sob condições controladas, é uma indústria global avaliada em cerca de US $ 200 bilhões anualmente, que é possível graças ao uso de enormes redes de aquicultura. Recentemente, a Monforts esteve envolvida em vários testes de pesquisa e desenvolvimento em seu Centro de Tecnologia Avançada (ATC), localizado na Alemanha, com objetivo de melhorar o desempenho das redes de pesca, empregadas nas operações de piscicultura.  2020-03-13 - Tags: monforts monforts atc aquicultura piscicultura jurgen hanel fios cyd monchengladbach

Oerlikon organiza simpósio anual de tecnologia na Índia
O segmento de Fibras Sintéticas do grupo suíço Oerlikon, detentor das marcas Oerlikon Barmag, Oerlikon Neumag e Oerlikon Nonwoven, organizou em fevereiro um simpósio de três dias na Índia, para apresentar seus mais recentes desenvolvimentos em sistemas de fiação de filamentos, máquinas de texturização e fios de carpete BCF, fiação de fibras descontínuas e soluções de nãotecidos.  2020-03-05 - Tags: oerlikon oerlikon barmag oerlikon neumag oerlikon nonwoven itma 2019 debabrata ghosh jurgen vogel indian institute of management simposio de tecnologia

Karl Mayer compra Stoll e amplia seu portfólio de máquinas para malharia
Como parte de sua estratégia de crescimento, o Grupo Karl Mayer concluiu acordo de aquisição do Grupo Stoll, líder na produção de máquinas de malharia retilínea (tricô). O contrato foi assinado em 26 de fevereiro último e o Grupo Stoll será integrado ao Grupo Karl Mayer a partir de 1 de julho de 2020.  2020-03-03 - Tags: grupo stoll grupo karl mayer karl mayer stoll arno gartner andreas schellhammer itma 2019

Exportações aumentam mas geopolítica preocupa empresas espanholas
O Ministério da Economia e Competitividade espanhol publicou relatório de comércio exterior (janeiro a dezembro de 2019), que indica que as exportações espanholas cresceram 1,8% em relação ao ano anterior, atingindo 290 milhões de euros. São números que "lançam luz e sombra ao mesmo tempo", diz Joan Tristany, CEO da Amec - Associação das empresas industriais internacionalizadas da Espanha.  2020-02-28 - Tags: geopolitica comercio internacional ministerio da economia e competitividade brexit amec

All Lubrificantes dá continuidade ao projeto de expansão
Operando no mercado desde 2005 com capital 100% nacional, a All Lubrificantes, com sede em Minas Gerais, é produtora de lubrificantes, óleos de corte (solúveis e integrais), fluidos protetivos e desengraxantes, entre outros produtos. A empresa, que oferece as linhas ALL Tex e ALL Tex SyntH (incolor) para o setor têxtil, está focada na expansão de seus negócios em 2020, para dar continuidade a seu projeto de ampliação e crescimento sustentável.  2020-02-19 - Tags: all lubrificantes all tex synth joao luiz siqueira wanderson ribeiro quimica industria textil quimica

Com soluções inovadoras Saurer dá passo em direção a fábricas automatizadas
As empresas têxteis enfrentam desafios cada vez mais complexos: custos trabalhistas mais altos e taxas de rotatividade de funcionários, sem mencionar a necessidade de automatizar o fluxo de materiais, reduzir os prazos de entrega e aumentar a produtividade. A nova linha de produtos Saurer Automation Solutions atua como parceiro de engenharia especializado dos clientes para soluções de automação integradas em toda a cadeia de valor têxtil  2020-02-18 - Tags: saurer fabricas automatizaçao valor saurer automation solutions

Balanço preliminar da Rieter revela queda nas vendas em 2019
O Grupo Rieter encerrou o exercício financeiro de 2019 com vendas consideravelmente menores do que no ano anterior. De acordo com os primeiros números não auditados, as vendas totais foram de CHF 760,0 milhões (cerca de € 712 milhões), o que representa uma redução de 29% em relação ao ano passado.  2020-02-12 - Tags: rieter group pos venda balanco anual relatorio 2019

Rieter presente na modernização da indústria têxtil no Egito
No Fórum de Investimentos Suíço-Egípcio, realizado no Cairo em janeiro, foram assinados pelo presidente da Cotton & Textiles Holding Company e pelo CEO da Rieter, Norbert Klapper, contratos adicionais relacionados ao programa de modernização da indústria têxtil egípcia.  2020-02-07 - Tags: rieter suico-egipcio cairo klapper cotton textiles holding company

OKI e Mimaki concluem aliança para venda de impressoras grande formato
A Mimaki Engineering Co., Ltd. e a OKI Data Corporation, fabricante de impressoras do Grupo OKI, celebraram um contrato internacional de vendas exclusivo para a distribuição das impressoras a jato de tinta de grande formato da OKI Data.  2020-02-05 - Tags: mimaki usa impressao industrial sinalizacao grafica textil vestuario oki

DuPont investe em branding e marketing para duplicar as vendas
A área de segurança e construção da DuPont, globalmente chamada de Safety & Construction (S&C), que contempla o portfólio de soluções para segurança do trabalho, deu início a uma nova estratégia de marketing que tem como meta duplicar o faturamento no mercado de proteção pessoal em cinco anos.  2020-01-17 - Tags: dupont segurança construçao safesc mudança portfolio