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Basf lança tecnologia para fortalecer algodão brasileiro

As novas sementes da variedade GLTP, apresentadas durante evento promovido pela multinacional alemã Basf, em Cuiabá, capital do Mato Grosso – estado com maior área plantada e produção de algodão do país –, possuem dupla tolerância aos herbicidas usados nas lavouras, bem como são três vezes mais resistentes ao ataque de lagartas existentes no Brasil, como a Helicoverpa, uma das mais nocivas para culturas de algodão, de soja e milho. Sob a marca FiberMax®, o produto está disponível comercialmente para a safra 2018/2019. A Textilia Têxteis Interamericanos, representada por sua publisher, Maria José de Carvalho, participou da cobertura do lançamento.

“Além de oferecer maior resistência contra pragas típicas da agricultura tropical, GLTP, que é oriunda da biotecnologia, proporciona mais qualidade nas fibras de algodão, gerando maior rentabilidade ao produtor. Sendo tolerante aos herbicidas (glufosinato de amônio) e ao glifosato, a nova semente também oferece maior flexibilidade para o manejo da lavora”, explica Marcelo Ismael, diretor de Marketing Estratégico para América Latina da Basf.

Segundo ele, as novas sementes visam não só beneficiar os agricultores, contribuindo para a produtividade no campo, como também a indústria têxtil. “A Basf é líder em variedades de sementes de algodão. Um dos grandes objetivos do projeto FiberMax® foi justamente desenvolver variedades que propiciam boa qualidade da fibra. Trazendo para o agricultor brasileiro novas tecno- logias, faz com que ele se torne cada vez mais competitivo frente aos concorrentes mundiais. Nós contribuímos para expandir a área plantada no Brasil, tornando o cultivo do algodão uma atividade mais tecnológica e rentável, para além das commodities como soja e milho.”

Ismael assegura que o agricultor pode aplicar defensivos agrícolas em quantidade, que o algodão não será afetado. “Com essa tolerância aos herbicidas, os insetos irão atacar menos as lavouras de algodão e provocar menos danos. Diminuindo, obviamente, a proliferação de insetos que são vetores de doenças. Ou seja, estamos contribuindo também com a saúde e o ambiente.”

Integração campo-indústria

De acordo com o diretor de Marketing da Basf, a competitividade na agricultura tropical é muito maior do que nos países de clima temperado. A plantação de algodão no Brasil está localizada em grande parte da região do Cerrado, onde o solo não é tão fértil, mas, em compensação, é beneficiado por condições climáticas favoráveis, com sol e chuva em períodos regulares. Todavia, a cotonicultura precisa avançar do ponto de vista tecnológico e se integrar mais à indústria têxtil e atender às necessidades dos consumidores. “Temos como filosofia apoiar a integração dos diferentes elos das cadeias de valor, incluindo fornecedores, agricultores, beneficiadores e indústria de transformação. Na nossa visão, o agricultor deveria interagir mais com a indústria e vice-versa, trocarem experiências, para que a cadeia toda possa evoluir. É preciso mostrar ao produtor que o algodão não é uma simples commodity, e sim algo diferenciado. É importante saber que tipo de fibra a indústria deseja para que se possa melhorar o algodão. A Basf prepara as variedades que serão plantadas daqui a dez anos. É um trabalho conjunto de todo um setor”, pondera Ismael.

De acordo com a Brasf, a partir de agora, o cotonicultor brasileiro terá acesso à terceira geração Bt para o manejo de lagartas que atacam o algodoeiro. Aliada ao MIP (Manejo Integrado de Pragas), a tecnologia GLTP oferece proteção contra diversos tipos de lagartas. Ismael enfatiza que o algodão está em alta no mercado brasileiro. A safra 2017/2018 apresentou recorde de produção com 2,1 milhões de toneladas de pluma e, para 2018/2019, a estimativa é que alcance 2,5 milhões de toneladas. “O algodão, em termos de área plantada no Brasil, tem uma característica interessante. O plantio está concentrado em poucos produtores, comparativamente a outras culturas. Hoje devemos ter no Brasil 1,5 milhão de hectares plantados, o que representa um crescimento de 50% em área nos últimos dois anos. Isso é expressivo. Respondem por essa plantação cerca de 20 agricultores, o que significa que 60% da produção de algodão está concentrada, não em indivíduos, mas em companhias agrícolas”, diz Ismael. 

Visão para 2030

De tempos em tempos, a Basf refaz a sua estratégia de longo prazo. No caso da tecnologia de sementes, esse novo produto demorou mais de 10 anos para ser desenvolvido. “O que pensamos hoje e começamos a desenvolver, só vai entrar no mercado daqui a 10 ou 15 anos. Atualmente, estamos sob a vigência da estratégia de 2020, que foi criada em 2008. Como 2020 está logo aí, voltamos o nosso olhar para 2030”, diz Ismael, referindo-se a uma pesquisa recente, feita pela multinacional alemã na América Latina, para detectar tendências da cadeia de valor da agricultura. “Essa sondagem não é quantitativa, portanto, não buscava representatividade, mas sim inputs de experts de três países latino-americanos. Foram entrevistados 50 especialistas no Brasil, 30 na Argentina e 30 no México, de diferentes áreas do agronegócio. Conversamos com associações das indústrias e com pessoas da área de biotecnologia; falamos com pessoas do mundo digital e com uma série de startups, além de autoridades regulatórias e fabricantes de máquinas e equipamentos, abrindo o leque de respostas ao máximo, para se ter uma visão da agricultura como um todo e entender o perfil do agricultor em 2030”, detalha o executivo. A pesquisa, segundo ele, não teve foco dirigido em uma determinada cultura, mas sim no setor como um todo. No que se refere ao algodão, ele destaca que o agricultor que hoje produz algodão também produz soja e milho e está buscando, cada vez mais, as multiculturas, porque isso o ajuda na mitigação de riscos na atividade agricultura, que está intrinsicamente ligada a intempéries. “O produtor pode ter um planejamento correto e a melhor tecnologia, mas sempre vai depender das chuvas para plantar e colher”, diz.

Empresa a céu aberto

Com base nos dados apurados, Marcelo Ismael diz que no agronegócio praticamente não há “o status de agricultor isolado”. Esse produtor, na realidade, é uma empresa, ou pessoa jurídica ou uma corporação. No Brasil, segundo ele, uma das culturas mais estruturadas e profissionalizadas da agricultura hoje é a dos produtores de algodão. “Observamos um crescimento da profissionalização do agricultor nesta pesquisa. Hoje, o interesse dele vai além das questões técnicas, tornando-se também preocupado com a gerência do negócio, ou seja, fiscalizar a propriedade e conduzi-la como se fosse uma fábrica a céu aberto. O cotonicultor, além de estar preocupado em como produzir melhor, também pensa na segurança, planejamento e informatização do negócio. Ou seja, a produção de algodão é uma das culturas mais tecnificadas do país, e já está em nível empresarial”, atesta.

O executivo da Basf diz que a qualidade da fibra oriunda de sementes selecionadas faz uma grande diferença no produto final. Algumas áreas do Brasil, como o oeste da Bahia e regiões do Mato Grosso, são conhecidas pela extrema qualidade da fibra. E isso evoluiu nos últimos anos. Hoje, o Brasil está em quarto ou quinto lugar entre os principais exportadores de algodão do mundo, se mantendo também entre os maiores países em área plantada. E isso atiça o interesse de grandes consumidores, como os chineses. Na pesquisa da Basf, vislumbrando 2030, a China deverá se acentuar como um dos principais parceiros do Brasil em produtos agrícolas. Com um número de habitantes acima de 1,5 bilhão de pessoas, a China, apesar da grande extensão territorial e da tecnologia que avançou nas últimas décadas, não consegue alimentar, vestir e calçar toda sua população. “O setor agrícola brasileiro enxerga a China como grande consumidor de produtos de mais qualidade. A proteína animal, que vem do frango e do suíno, é uma das fontes de alimento cuja demanda mais cresce entre os chineses. Além de alimentos, com a melhora de vida de boa parte da população, a China vai demandar também qualidade no vestuário e nos têxteis de modo geral que eles compram”, comenta Ismael. Mesmo sendo a China um grande produtor de algodão, o executivo da Basf acredita que não é suficiente nem tem a qualidade almejada pela nova classe de consumidores do país asiático. “O Brasil tem muito espaço para atuar no mercado internacional de grandes volumes com qualidade. Eu vou dar outro dado interessante: o Brasil é o único país do mundo que tem potencial de expansão da área para agricultura. Mas, para expandi-la, é necessário capital de investimento. Uma coisa que identificamos na pesquisa é que essa fonte de investimento para o agricultor brasileiro não virá só dos bancos tradicionais ou do crédito rural como temos hoje. Qualquer pessoa no mundo poderá aportar dinheiro como investimento no agronegócio”, diz.

Meio Ambiente

O fato de investidores independentes enxergarem a agricultura brasileira como um negócio promissor tem pressionado os agricultores a mudarem sua cultura de campo, revela Ismael. “A pessoa física que vai investir precisa ter segurança de que o agricultor produzirá o algodão que ele conseguirá vender, com margem. Então isso vai demandar uma profissionalização muito maior do campo. Se o investidor vai colocar seu dinheiro na produção do agricultor, ele certamente exigirá boas práticas de plantio e cuidado socioambiental. Ele precisa ter certeza de que o agricultor, por exemplo, não está desviando água de um córrego que passa em sua propriedade para irrigar a plantação. Mas, no caso do algodão, como eu disse, a irrigação não é um problema central da nossa cotonicultura, pois ele está plantado numa região de cerrado, que tem uma época definida de chuvas, que acontece só no verão”, detalha Ismael, acrescentando que, devido à exigência dos investidores, o algodão brasileiro hoje está um passo à frente de uma série de outras culturas.

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Publicado por Textília Têxteis Interamericanos - ed. 111

Data de publicação: 05/02/2019

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