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Autosuficiencia em poliéster

Conformidade, Sustentabilidade e Rentabilidade foi o tema da Conferência do  International Textile Manufacturers Federation - ITMF 2010, realizada de 17 a 19 de outubro, no Hotel Hilton Morumbi, em São Paulo, reunindo cerca de 350 delegados brasileiros e de vários países.
Esta foi a terceira vez que o Brasil sediou o principal evento que aponta tendências para o mercado têxtil mundial. E ocasião não poderia ser melhor para divulgar um dos projetos mais ambiciosos do governo: a construção do complexo Petroquímica Suape. Durante o painel sobre Fibras Químicas, o diretor superintendente da Petroquímica Suape, Richard Ward, apresentou o mega projeto que já está em curso e que compreende a construção de três plantas industriais em Pernambuco, na Região Nordeste: uma para a produção de ácido tereftálico purificado (PTA) matéria-prima do poliéster; outra de resina PET e uma terceira de polímeros e fios de poliéster texturizado (DTY). “A Petrobrás estará investindo cerca de R$ 4,5 bilhões neste empreendimento, pois queremos ser uma força alavancadora da indústria de transformação brasileira, especialmente a de fibras químicas. Com a unidade de texturização, que deverá estar funcionando a partir de janeiro de 2011, vamos produzir fios texturizados para equilibrar a demanda do setor. Em 2009 o consumo destes fios no Brasil foi 200 de mil toneladas, das quais 139 mil foram importadas”, disse Ward durante o evento.
Alem de fios de poliéster, o Brasil também importa matéria prima, o PTA, vindo principalmente do México e da Índia. Com a entrada em operação da produção de insumo, prevista para o mês de julho, serão produzidas cerca de 700 mil toneladas/ano de PTA, sendo 90% para consumo próprio nas unidades de PET e de polimerização. “Nas últimas décadas a indústria petroquímica brasileira conquistou grandes avanços com a implementação de diversos polos no País, como Camaçari (BA), União e Triunfo (SP). Apesar da reconhecida competência das diversas companhias e a contribuição para o desenvolvimento de importantes setores desse segmento, ficaram alguns espaços a serem preenchidos, causando dificuldades para a indústria têxtil, de embalagens, fibras industriais, que necessitam de matéria prima importada para elaboração desses produtos”, acrescenta o diretor da Petroquímica Suape.
Engenheiro mecânico graduado pela Universidade Federal Fluminense e pós-graduado em Economia pela UFRJ, Richard Ward é um executivo experiente no ramo petrolífero.
Funcionário de carreira da Petrobrás, gerenciou os terminais nas regiões Norte e
Nordeste, no período de 1996 a 1999. Entre 1999 e 2002, esteve à frente dos terminais de extração de petróleo no Sudeste, sendo responsável pela coordenação de vários  projetos importantes, entre os quais a instalação da rede de gasodutos e distribuição de gás natural para região mais populosa e de maior atividade econômica do País. Em
2005 foi nomeado gerente executivo dos terminais da Transpetro, ficando no cargo até sua nomeação como CEO da Petroquímica Suepe, em setembro de 2006.
Encerrada a ITMF 2010, Richard Ward respondeu a estas questões, por meio de sua assessoria. Acompanhe:

Textília: Construir um pólo petroquímico que desse suporte à indústria brasileira de transformação, como é o caso das fibras sintéticas, é um projeto que vem dês dos anos 1990. Porque só agora foi possível concretizá-lo?

Richard Ward: Foi a partir da necessidade de reduzir a dependência externa que um grupo de empresários se reuniu para estruturar no Brasil uma cadeia integrada de poliéster. O objetivo era viabilizar um projeto que pudesse atender às demandas de alguns insumos destinados a esse mercado, com preços competitivos, escala de produção e tecnologia de ponta aplicada em seus processos, oferecendo condições para que as empresas nacionais possam enfrentar a concorrência externa.

Textília: Porque a decisão da Petrobrás de investir neste complexo?

Richard Ward: Após diversas rodadas de negociação com possíveis acionistas, a Petrobrás Química S/A (Petroquisa) e a Companhia Integrada Têxtil do Nordeste (Citene) constituíram duas empresas para implementar dois projetos estruturantes no
Complexo Industrial Portuário de Suape, em Pernambuco. Formou-se em 11 de abril de 2006 a Companhia Petroquímica de Pernambuco (Petroquímica Suape) para construir e operar uma planta de ácido tereftálico (PTA), com capacidade para 700 mil toneladas por ano, e a Companhia Integrada Têxtil de Pernambuco (Citepe), em 14 de julho do mesmo ano, para produzir polímeros e filamentos têxteis (POY, DTY e FDY), com produção anual de 240 mil toneladas. Porém, em setembro de 2008, com a saída do Grupo Vicunha, que era sócio majoritário da Citene, a Petroquisa passou a ser a única acionista do projeto e resolveu acrescentar mais uma nova fábrica para a produção de resina PET, integrada às duas unidades já programadas. Em janeiro de 2009, a Petroquisa decidiu unificar todos os projetos petroquímicos de Pernambuco e deixar a Petroquímica Suape como única empresa responsável pela implantação e operacionalização das três unidades industriais, absorvendo as atividades da Citepe.

Textília: Qual foi o investimento total, e de cada empresa individualmente, para a implantação do pólo?

Richard Ward: A Petroquímica Suape é, atualmente, um empreendimento único com
100% do capital pertencente à Petrobras Química S.A. (Petroquisa), uma subsidiária da Petrobras para o setor petroquímico. O investimento no projeto é de R$ 4,9 bilhões.

Textília: Com a instalação da planta de PTA, o Brasil se tornará autosuficiente na produção de poliéster? Com esta fábrica vamos recuperar a fiação sintética brasileira? Quais segmentos serão beneficiados?

Richard Ward: Com a instalação de unidades de PTA, polímeros e de filamentos de poliéster totalmente integradas, o Brasil se enquadra nos padrões de competitividade das maiores indústrias do mundo. Quando estiver em operação plena, a Petroquímica Suape terá capacidade de substituir mais de 50% das importações de filamentos texturizados de poliéster (DTY), além de substituir toda a importação de filamento cru (POY).

Textília: Foi anunciado que a Petroquímica Suape produzirá 700 mil toneladas/ano de
PTA. Confere? Qual será o destino dessa produção?

Richard Ward: A unidade de polímeros e filamentos de poliéster consumirá 205 mil t/ano do PTA produzido. Outras 390 mil t/ano serão consumidas pela planta de resina PET, que também será instalada no complexo. As outras 105 mil t/ano estarão disponíveis ao mercado.

Textília: Quando efetivamente esses produtos já estarão à disposição da indústria têxtil nacional? Temos mercado para absorver esta produção?

Richard Ward: As primeiras 3 máquinas de texturização entrarão em operação comercial a partir de janeiro de 2011. A previsão é que no final do mesmo ano tenhamos a fábrica em pleno funcionamento. Toda a produção de filamentos DTY tem o objetivo de suprir o mercado nacional. Em nossas três unidades industriais, serão gerados 1.800 empregos diretos na operação.

Textilia: No Brasil existem fiações que já texturizam fios de poliéster importado e outras que trabalham no segmento de PET reciclado. Estas empresas podem ser consideradas concorrentes da Suape? Há mercado para todos?

Richard Ward: Atualmente, a produção nacional de poliéster é baseada em filamentos especiais, com maior valor agregado. Apesar de possuir tecnologia para produzir tais filamentos (veja box), a estratégia da Petroquímica Suape será focar na produção em commodities, que representam grande parte dos produtos asiáticos trazidos para o Brasil. Nosso objetivo é substituir a matéria prima importada. Portanto, há sim espaço para todos.

Textilia: O Estado de Pernambuco tem condições de garantir a eficiência das operações, em termos de energia, logística, etc. Qual foi o apoio do Governo Federal na área de infraestrutura?

Richard Ward: O Complexo Portuário de Suape é um local bastante estratégico, já que possui toda a infraestrutura logística para recebimento de matérias primas e escoamento da produção. O Complexo Petroquímico de Suape faz parte da carteira de projetos estratégicos da Petrobrás e está incluído no PAC – Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal.

Perfil da Petroquímica Suape
Área total
55 hectares
Empreendedor
Petrobrás Química S.A. (Petroquisa)
Cronograma de Produção
• PTA - entra em operação em julho de 2011
• Polímeros e fios de poliéster - em setembro de 2011.
Duas das 64 máquinas previstas estão em pré-operação desde agosto e em janeiro começam a produzir filamento de PES texturizado.
• PET - entra em operação em novembro de 2011
Produtos
PTA - 700 mil toneladas/ano
Resina PET - 450 mil toneladas/ano
Polímeros (chip têxtil) - 55 mil toneladas/ano
Fios parcialmente orientados (POY) - 86 mil tonaladas/ano
Fios texturizados (DTY) - 85 mil toneladas/ano
Fios totalmente traçados (FDY) - 14 mil toneladas/ano
Diretoria
Richard Ward – Diretor Superintendente
Carlos Eduardo de Freitas Pereira – Diretor de Operações
Maurício Santiago Pimentel – Diretor Corporativo
Octavio Pedro de Oliveira Neto – Gerente Geral – Unidade Têxtil
Edilberto Augusto de Castro Neto – Gerente Geral – Unidades PTA e PET
Mauro José Ambrosano – Gerente Geral de Manutenção

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Fonte: Textília Têxteis Interamericanos, edição 78.
Edição: Marcia Mariano
Fotos: Gladstone Campos

Data de publicação: 28/04/2011

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