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O sonho de empreender que floresce e resiste

Rodrigo Lima, diretor da Nayane Rodrigues, marca de lingerie cearense que completou 18 anos de mercado com notável ascensão,relata como foi criada a empresa, a partir dos esforços da família, que decidiu se lançar no empreendedorismo em busca de um sonho. Confira:

A origem

Meus pais moravam num sítio chamado Vicente, em Mombaça, município agrícola do Ceará, onde nasci e vivi na roça até os 15 anos. Sou omais velho de quatro irmãos. Na época, era comum que os moradores do campo estudassem só até a quarta série do ensino primário. Preocupado com nosso futuro, meu pai prometeu que a gente iria morar na cidade para poder estudar mais. E isso aconteceu. Minha família mudou-se para Iguatu, região centro-sul do Ceará, onde havia muitas fábricas pequenas de lingerie. A lingerie “entrou na nossa família”através de um tio meu, o “seu” Chagas. Após perder dois filhos, que eram primos casados (relacionamento consanguíneo), sua esposa entrou em depressão. Então, meu tio comprou uma máquina de costura e ela começou a fazer calcinhas e enviar para alguns parentes em São Paulo e no Maranhão. Chagas era dono de uma lanchonete em Fortaleza, que se chamava Bar Azulão. Ele se desfez do negócio para comprar mais máquinas e investir na produção de lingerie.

Crise e superação

Com a crise econômica brasileira, que resultou nos Planos Cruzado e Cruzado Novo (década de 1980), e, posteriormente, com a queda drásticada inflação pelo Plano Real (década de 1990), meu tio enfrentou problemas financeiros porque a moeda brasileira ficou muito forte, tornando as calcinhas muito caras, e ele quase não vendida nada. Resultado: o estoque foi se acumulando. Então, tio Chagas decidiu ir para São Paulo vender a mercadoria. Nessa época, eu tinha 18 para, 19 anos já morava na capital paulista e fui trabalhar com ele. Foi assim que conheci e entrei no mercado de lingerie. Convencido de que em São Paulo havia mercado para seu produto, meu tio convenceu outros irmãos a se desfazerem de outros pequenos comércios que tinham no Ceará para entrar em sociedade com ele. Eu comecei no negócio como vendedor. Era comunicativo, pois antes já havia trabalhado em lanchonete, lidando com o público. Aliás, comecei lavando prato, depois fui para a cozinha e, finalmente, me tornei atendente.

Sem modelagem

As lingeries que se confeccionava nas pequenas fábricas não tinham padrão na modelagem. As marcas iniciantes eram muito carentes de informação de moda e não havia uniformidade na qualidade do produto. Eu trabalhei com os meus tios na venda das lingeries em nosso escritório em São Paulo. A fábrica era localizada em Fortaleza. Além da parte administrativa, havia também um depósito em São Paulo. Naquela época, quem dominava o mercado “varejista” eram as vendedoras autônomas, as chamadas sacoleiras. Não havia um comércio especializado em multimarcas, e a roupa íntima era comercializada em lojas de grandes marcas. No início da minha carreira, eu vendi para sacoleiras, distribuidores e consultoras que atuavam no porta a porta.

As fábricas de lingerie

Eu não conhecia Iguatu, pois deixei Mombaça ainda menino para irpara São Paulo. Um dia, fui passear na cidade e conhecer onde meus pais estavam morando e, então, notei que na cidade havia muitas confecções. Meu tio tinha prometido montar uma loja para minha irmã tomar conta (ela hoje é a diretora industrial da Nayane), mas isso acabou não se concretizando. Eu, com o ordenado que recebia em São Paulo, ajudava nas despesas de meus pais e irmãos, enquanto minha irmã estudava e minha família vivia da venda de produtos agrícolas.

Sonho em São Paulo

Diante daquela realidade, sugeri à minha irmã que procurasse as indústrias de calcinhas de Iguatu e encomendasse algumas peças para que eu pudesse vendê-las em São Paulo. Eu dizia: “a gente compra aí e vende aqui, o que eu ganhar eu mando para vocês”. Foi então que ela encontrou uma senhora chamada Fátima, que muito nos ajudou. Ela produzia calcinhas com renda muito delicadas. Nós compramos três mil peças a R$ 1,80 e eu as vendi em São Paulo a R$ 2,80, conseguindo lucro de R$ 1. É como se fossem R$ 30 mil hoje. Com 19 anos na época e empolgado com o resultado, aconselhei minha irmã a comprar algumas máquinas e começar a confeccionar lingeries,mas ela, receosa, alegou que não tinha prática com costura e temia que não desse certo. Então, decidi pegar um voo, desci em Fortaleza,comprei cinco máquinas, 100 quilos de tecido e elásticos. Foi a minhaprimeira mulher, Ana, quem cortou as primeiras calcinhas. Elatambém criou os moldes e contratou uma modelista para o serviço. Com o lote de calcinhas cortadas e com as máquinas, falei para minha irmã: “agora vamos produzir”. Decidi procurar nossa fornecedora,a dona Fátima, e propus a ela trabalhar conosco na produção das calcinhas, coordenando as costureiras e ensinando minha irmã. Ela aceitou o desafio, e assim nasceu a Nayane.

Construção da Marca

Depois de toda a produção pronta para embarcar para São Paulo, nosdemos conta de um detalhe importante: não tínhamos nota fiscal, porque a gente não abriu a empresa de fato. Então, tivemos que correr atrás para estruturá-la. Mas tudo aconteceu ao mesmo tempo. Ou seja,começamos fazendo as calcinhas para ter experiência de cortar e costurar,e crescemos a partir do próprio trabalho. E já se foram 18 anos muito elétricos. Formalizei a empresa em 2000. Iniciamos num galpão alugado perto da casa da minha família em Iguatu. Em 2004, mudamos para Caucaia (município que integra a Região Metropolitana de Fortaleza). Eu tinha 60 funcionários que produziam 4.000 peças/dia, bem como já tinha conseguido comprar um carro e uma casa. Eu ainda residia em São Paulo.

A revolução do bojo

Consegui fazer caixa por meio da estratégia de comprar (matérias-primas) e vender (produtos) à vista. Possuía boa clientela no bairro do Brás, em São Paulo, que também paga tudo à vista. O que ganhava,investia na produção, e assim a gente foi se estabelecendo. Mas, no início dos anos 2000, o mercado de lingerie começou a mudar. A onda do silicone e dos sutiãs com bojo chegou com força no Brasil. Eu tinha ido numa feira famosa de lingerie em Nova Friburgo, Rio de Janeiro, e fiquei impressionado com uma máquina de fazer bojo (par). No Brás,as peças com bojo que chegavam às lojas eram vendidas todas nomesmo dia. Só que, naquela época, o bojo não tinha tanta qualidade, o tecido do sutiã era grosso e o material acabava rachando. Comecei a pesquisar fornecedor de bojo em Fortaleza. Queria conhecer melhor atecnologia, pois desejava comprar máquinas mais modernas. Conseguimos produzir nosso primeiro conjunto de lingerie com sutiã com bojo, cuja referência era 3046, e hoje se chama só 046. Foi o primeiro sutiã de bojo que a gente fez.

A partir daí, incrementamos a produção. E a empresa já fabricava mil conjuntos/mês. Só que enfrentei um problema. As costureiras pediram as contas, alegando que as peças com bojo eram difíceis de produzir e que esse tipo de produto tinha pouca procura no mercado local. O que se ouvia era que, em Fortaleza, as fábricas iriam quebrar. Resolvi,então, com minha esposa voltarmos para o Ceará.

O retorno

No dia 9 de março de 2004, viemos a Fortaleza. Eu com uma mala, ela com outra. Ficamos hospedados na casa de uma tia que morava na cidade,e fomos procurar um galpão. Encontramos em Caucaia, próximo ao conjunto habitacional Nova Metrópole. Então, passamos a produzir sutiã com bojo e outros modelos em peças avulsas, com numerações diferenciadas para calcinhas e sutiãs. Com os pedidos aumentando,ampliamos a fábrica e, consequentemente, a linha de produtos, indo do básico para peças mais elaboradas e rendadas. Hoje produzimos 18 mil peças/dia. Até o ano passado (2017), produzíamos cerca de 8mil peças/dia.

Apesar do crescimento das linhas, mantivemos o mesmo processo e só aumentamos a capacidade de produção, sem comprar mais máquinas. A linha plus size cresceu muito, agora nós temos uma linha shape. Nós temos uma linha muito forte hoje que é a intermediária entre o tamanho pequeno e o grande. Nossa marca também se tornou especialista em lingerie modeladora, após pesquisarmos todos os biotipos femininos. Com isso, tivemos um grande volume de vendas dentro dos próprios clientes que já possuíamos.

Moda social

O perfi l da Nayane é justamente ser uma empresa social, que democratiza a moda. Nossa missão é oferecer uma lingerie de qualidade que toda mulher possa comprar e usar, dentro de uma modelagem correta e confortável. Usamos os melhores tecidos e aviamentos, o melhor bojo e o melhor elástico, tudo para produzir uma lingerie bonita,de qualidade e preço justo. A gente consegue entregar ao varejo um sutiã básico com bojo, cujo preço médio no ponto de venda é deR$ 29,90. Nosso grande mercado sempre foi São Paulo. Nos últimos anos, ampliamos a venda no Nordeste e agora estamos apostando em outros estados brasileiros e outros países da América do Sul. Estamos construindo uma nova fábrica em Caucaia, próxima da primeira unidade,em um terreno de 20.000 m2 e quase 14.000 m2 de construção. Certamente, será uma fábrica muito moderna, com tecnologia sustentável, tratamento de água 100% e aproveitamento de energia solar. Nossa expectativa é inaugurá-la no fi nal de 2019 para o lançamento da coleção 2020. Será um grande evento, pois trata-se de uma guinada em nosso negócio.

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Publicado por ITT Press - International Top Trends - ed.112

Data de publicação: 05/11/2018

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