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Indústria só vai investir se economia decolar

“Levará tempo para que os investidores se animem e as empresas retirem seus projetos da gaveta. Nosso maior problema hoje é ter confiança.” Em fevereiro, a produção de manufaturas têxteis, em volumes, foi de 145,2 mil toneladas, registrando alta de 7,9% em relação a janeiro. Segundo o IBGE, no ano, a produção acumula queda de 1,8% frente ao mesmo período de 2018. A produção de vestuário, por sua vez, totalizou 409,2 milhões de peças confeccionadas em fevereiro, alta de 10,2% em relação a janeiro. No acumulado do ano, até fevereiro, a produção avançou 0,3%. No que se refere à balança comercial, entre janeiro e março de 2019 o déficit de toda a cadeia têxtil registrou US$ 181,2 milhões negativos, fruto de exportações que totalizaram US$ 665,8 milhões, com crescimento de 29,7% em relação ao mesmo período de 2018.

As importações, que somaram US$ 847 milhões, cresceram 3,4% sobre o mesmo período. Já os empregos na indústria têxtil apresentaram leve crescimento de 0,4% em fevereiro, com seu contingente atingindo 215,7 mil trabalhadores. No ano, houve queda de 5,4%, de acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Na indústria do vestuário, os empregos cresceram apenas 0,1% em relação a janeiro. No ano, porém, a queda foi de 1,7% nos postos de trabalho oferecidos pelo segmento. Se houver melhoria dos fatores econômicos em 2019, estimativas preliminares apontam que o segmento de vestuário poderá apresentar crescimento de 2,6% em volumes e 4,2% em valores nominais.

Os resultados mostram claramente que a recuperação da economia brasileira não será rápida. Mesmo com o novo governo, que defende uma pauta liberal em oposição ao modelo econômico intervencionista adotado nas últimas décadas, o fato é que a estagnação persiste. Além disso, os primeiros 90 dias do governo de Jair Bolsonaro foram tumultuados por questões políticas, fruto de uma disputa eleitoral das mais acirradas da história brasileira recente. A aprovação da Nova Previdência, consi- derada “a mãe de todas as reformas”, que promete economizar R$ 1 trilhão em dez anos, tem gerado mais incertezas do que convicções, e a reforma tributária, outra proposta importantíssima para alavancar a competitividade do setor produtivo, ainda não deslanchou. Todo este cenário nos leva a projetar que 2019 será um ano de muitas expectativas e baixo crescimento.

Os efeitos da crise

Entre 2014 e 2016, o Brasil viveu sua pior crise econômica e institucional. O câmbio desequilibrado e o descontrole das contas públicas levaram o país ao caos econômico. A forte recessão resultou no recuo do Produto Interno Bruto (PIB) por dois anos consecutivos. Com o aumento do desemprego, da inflação e da inadimplência, somado às altas taxas de juros praticadas no mercado interno, o brasileiro sumiu das lojas.

Em 2015, segundo o IBGE, a retração do consumo ocasionou o fechamento de 9,7 mil lojas de vestuário. No ano seguinte, os negócios foram afetados cada vez mais por causa da paralisia econômica e descrédito no governo, resultando no afastamento da então presidente Dilma Rousseff. Mesmo com a substituição feita em maio de 2016, quando assumiu o vice-presidente Michel Temer, o clima continuava tenso porque o país não conseguia equilibrar as contas públicas. Nessa época, o setor produtivo nacional foi duramente afetado pela paralisia do mercado, e a indústria têxtil e de confecção, assim como todas as demais atividades econômicas, sofreu muito nesse período. Entre 2014 e 2018, o número de unidades produtivas no setor têxtil recuou 19,5%, e a indústria do vestuário teve queda de 20,7% (Gráfico 1).

Com o PIB fraco, a balança comercial e o número de postos de trabalho na cadeia têxtil refletiram os impactos negativos da crise (Gráficos 2, 3 e 4). Em 2017, tivemos a taxa de juros reduzida - o que impactou na redução da inflação, embora o crescimento tenha continuado fraco. A volatilidade do câmbio manteve a balança comercial brasileira instável. No setor de vestuário, o mais impactado pelas importações, a participação dos importados no consumo interno chegou a 13,4% (Gráfico 5). Todavia, apesar dos escândalos políticos que abalaram o governo Temer, a situação econômica começou a melhorar no segundo semestre de 2017. Graças às medidas emergenciais implantadas pelo então ministro da Economia, Henrique Meirelles, o PIB atingiu saldo positivo de 1% depois de dois anos de recessão.

Sopro de recuperação

Mesmo com o fragilizado governo de Temer, Meirelles conseguiu colocar a economia nos trilhos. O desemprego, entretanto, não foi debelado. A taxa média, que estava em 11,5% em 2016, chegou ao patamar de 12,7% em 2017, de acordo com o IBGE.

No setor têxtil e de vestuário, a produção estava mais ou menos equivalente ao consumo interno. Porém, em maio de 2018, o país foi surpreendido por uma paralisação nacional dos caminhoneiros que durou 11 dias e abalou os esforços de crescimento conquistados no ano anterior (Gráficos 6 e 7).

No início de 2018, o índice de confiança do mercado tinha melhorado, mas, após a paralisação nacional dos transportes, em maio, o ambiente piorou. O candidato à presidência da República Jair Bolsonaro era uma incógnita, e isso tornou o cenário político mais tenso. A cobertura passional da imprensa e o acirramento na sociedade em torno do debate eleitoral contribuíram para aumentar as incertezas. Todavia, havia um ganho para a economia. A taxa de juros caiu de 14,25% para 6,5% e a inflação foi reduzida de 11% para 3% abaixo da meta.

Quando eclodiu a greve dos caminhoneiros, as indústrias vinham de quatro anos de crise. Estavam fragilizadas e sem lucro e, além disso, muitas recorreram aos bancos para saldar dívidas acumuladas. Ou seja, as empresas do setor estavam vulneráveis a ponto de chegar a 30% o grau de endividamento em relação ao faturamento. As micro e pequenas empresas, mais vulneráveis, sofreram ainda mais com a crise.

Os investimentos previstos para inovação, produtividade e aumento de produção foram adiados. No varejo, das cerca de 160 mil lojas de vestuário existentes no Brasil, 15 mil fecharam as portas no meio da crise, que foi longa e intensiva.

Conjuntura setorial

O Brasil é um grande produtor e consumidor têxtil e quase não exporta produto acabado. Isso é uma desvantagem. Por outro lado, 20% do que se consome em vestuário é importado (Tabela 1).

Dois fatores combinados afetam a cadeia produtiva têxtil e de confecção. O primeiro são os impostos. Temos cadeias longas com acúmulo de tributos em todas as fases da produção, quando o ideal seria taxar apenas no consumo. Outro fator é a incidência de encargos trabalhistas, que chega a 63% sobre a mão de obra, impactando no preço final. Para se ter uma ideia, o quilo da fibra de algodão no mercado interno varia de R$ 110 a R$ 120, quando poderia custar entre R$ 70 e R$ 80 se não houvesse incidência de impostos. Na China, por exemplo, só se tarifa o varejo, não se taxa a produção, e o governo ainda subsidia (valor monetário concedido pelo Estado) as exportações, majoritariamente, de vestuário (Tabela 2).

No segmento vestuário, as grandes indústrias e os grandes varejistas são os principais responsáveis pelas importações. Entre os produtores de tecidos, muitos importam e vendem diretamente para as confecções. Há, também, indústrias têxteis que compram especialidades do exterior para compôr seu mix de artigos.

Comportamento do varejo

Em 2018, as famílias brasileiras gastaram R$ 220 bilhões com vestuário. O grande varejo, que era majoritariamente composto por lojas de desconto até a década de 1990, a partir de 2000 começou a se transformar em loja de departa­mento de moda, oferecendo até 12 coleções por ano. Fazendo-se uma análise dos últimos cinco anos (2013 a 2017), o varejo brasileiro de vestuário movimentou, em média, 6,5 bilhões de peças. Mesmo com a queda no número de peças comercializadas a partir de 2015 (-3,9%), observa-se que, de acordo com a análise de 2015 a 2017, a receita manteve-se crescente devido ao aumento no preço médio das peças vendidas (mais de 17% no período de 2015 a 2017), atribuído também à alta no preço médio por peça na indústria, de 26% no período.

Em 2013, o faturamento foi R$ 187 bilhões e, em 2017, aumentou para R$ 220 bilhões. As lojas de departamento especializadas em vestuário lideram a receita. As grandes lojas de departamento, as redes monomarcas e multimarcas e as lojas independentes representaram 98,6% dos pontos de venda espalhados pelo Brasil. Das 149 mil lojas especializadas em vestuário, 37,2% estão distribuídas pelos 571 shoppings brasilei­ros, e os 62,8% restantes são lojas de rua.

No que se refere à participação dos canais do varejo no comércio de roupas, as lojas de departamento especializadas lideram com 31,4%; pequenas redes de lojas com 25,6%; lojas independentes, 27,6%; lojas de departamento não especializadas, 8,8% e hipermercados, 5,6%. Hoje, as principais lojas de departamento especializadas em vestuário que atuam no mercado são Ria­chuelo, C&A, Renner, Zara e Marisa. Esses canais oferecem novidade, experiências, encantamento e coleções assinadas.

Lojas monomarcas como Colcci, Shoulder e Hering e as pequenas redes de multimarcas mantêm seu público, mas perderam dina­mismo diante do fast fashion. Por outro lado, com foco na democratização da moda, hipermercados como Carrefour, que criou a Linha Tex de vestuário, e o Walmart, que oferece grande sortimento de moda mascu­lina, feminina, infantil, íntima e plus size, atraem os consumidores que buscam preço e variedade. Já a rede Extra, que pertence ao GPA (Grupo Pão de Açúcar), o maior grupo varejista e de distribuição do Brasil, aposta no lançamento de coleções com tendências de moda e preços acessíveis.

As lojas de departamento não especializadas também apostam no preço baixo e na entrega rápida. Neste grupo, se destacam as lojas Americanas e Pernambucanas, que traba­lham com marcas de vestuário parceiras, e o Grupo Havan - cadeia de megalojas onde os clientes encontram um mix de mais de 100 mil itens de produtos nacionais e importados, nos setores de moda (feminina, masculina, infantil, fitness, praia e íntima), artigos de cama, mesa e banho, entre outros (Gráfico 8).

Mudança de paradigmas

A grande novidade das eleições ocorridas no Brasil em outubro de 2018 foi a mudança de direção na política econômica, que trouxe um viés liberal de defesa das privatizações e reforma do Estado. Como a estratégia do presidente Bolsonaro é colocar a reforma da Previdência liderando as ações do governo, há um clima de expectativa de que sua aprovação seja um marco para a retomada do crescimento econômico sustentável. Defendida por 10 em cada 10 liberais, a abertura de mercado também é vista como fundamental para a competitividade do Brasil no mundo globalizado. Embora reconheça o grande potencial agrícola e a pujança das commodities, o atual governo entende que o país precisa aumentar as exportações de produtos de maior valor agregado. Mas, ao criar estratégia de longo prazo para aumentar a exportação, o país será obrigado também a reduzir a proteção de seu mercado interno. Em 2018, os custos dos produtos têxteis subiram 8% no segmento confecção. Desses 8%, os confeccionistas conseguiram repassar 3% para o varejo, que, por sua vez, repassou 1,3% para o consumidor. A média da margem (diferença entre o preço de venda sem imposto que tem um produto e seus custos de produção) foi massacrada. Entende-se que mercado aberto é o melhor caminho para o crescimento da indústria nacional, pois o ideal é taxar o consumo em vez da produção, como uma forma isonômica de tributação. Hoje, as indústrias reconhecem como prioridade número 1 a reforma tributária e a adoção de um imposto único. A tarifa deveria ser negociada entre os estados da Federação e poderia recair sobre a renda e o consumo. O investimento também precisa ser desonerado para criar fluidez do capital produtivo, e não especulativo. Nos últimos anos, o que se observou no Brasil foi a troca do investimento na produção de riquezas pela riqueza dos ganhos de risco calculado, graças às elevadas taxas de juros. As indústrias defendem, da mesma forma, o recolhimento eletrônico dos impostos por considerá-lo seguro e inibidor de fraudes. Apoiam o combate à sonegação e ao contrabando por ser importante para a segurança dos negócios, e a isonomia interna. Afinal, empresas que cumprem suas obrigações fiscais, trabalhistas e ambientais se sentem prejudicadas pela concorrência desleal das sonegadoras.

Estimativa para 2019

Para a indústria têxtil e de confecção, o caminho para o crescimento está na segmentação e na especialização, além, é claro, nos investimentos em tecnologia e inovação. Moda exige troca rápida e customização para estimular o con­sumidor. Precisa disponibilizar muitos itens e artigos para atender a públicos diferentes. São vários guarda-roupas para satisfazer diferentes estilos de vida de um mesmo consumidor. Nesse sentido, a indústria 4.0 pode ser um modelo eficiente por possibilitar uma produção enxuta e integrada.

 

Itma 2019

A ITMA, maior feira mundial de máquinas, equipamentos, sistemas e serviços para a indústria têxtil e de confecção, ocorre em um bom momento para os brasileiros. Há uma demanda reprimida, provocada pelos anos de recessão. Desde 1990, quando abriu sua economia, o Brasil foi o segundo país que mais comprou máquinas para a indústria têxtil e de confecção. Todavia, depois do duro golpe da crise, o industrial brasileiro ficou mais cauteloso. Ele só irá comprar máquinas na hora em que a economia destravar. É uma saudável coincidência a realização da ITMA este ano em Barcelona, pois as empresas brasileiras estão em um momento de tomada de decisões, visando dinamizar a produção e aumentar a produtividade.

O investimento na indústria de malharia certamente destravará mais facilmente que na fiação, tecelagem ou mesmo na tinturaria, que são instalações pesadas, mais complexas e mais caras. O setor de denim desponta como um bom investimento, pois o mercado vem se recuperando, e o Brasil é um dos players mundiais neste segmento. Hoje, temos boa produção de algodão e grandes indústrias beneficiadoras e fabricantes de tecidos denim (Tabela 3).

Atualmente, existem no Brasil quase seis mil confecções de jeanswear que consomem a produção local. Quando melhorar a renda das famílias, para os próximos cinco anos, estima-se um crescimento de 14% ao ritmo de 2,5% a 3% ao ano. Porém, não está no nosso radar, por enquanto, um crescimento acelerado da economia. Creio que estamos no início da recuperação econômica, que será lenta e gradual. É o que os números nos mostram.

 

O Portal Textília.net não autoriza a reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo aqui publicado, sem prévia e expressa autorização. Infrações sujeitas a sanções.

Por: Marcelo Prado
Publicado em Revista Textília - ed.112

Data de publicação: 05/05/2019

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