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Centenário de inovações

Um visionário. Assim poderia ser descrito o pesquisador alemão Alexander Wacker (1846-1922) ao fundar a empresa Wacker em 1914, aos 68 anos de idade. Gigante mundial na produção e derivados químicos, sediado em Munique, o grupo se expandiu pela Europa, Ásia e Américas, atuando com operações integradas. Entre os principais derivados e aplicações estão o etileno (construção civil), o ácido acético (indústria de alimentos e automotivos), o amido/dextose (produtos alimentícios, fármacos e cosméticos) e o silício metálico, que resulta na geração de produtos finais como o silicone, utilizado em várias aplicações como o acabamento têxtil.

No Brasil, a empresa está instalada no município de Jandira (SP) desde 1977. E de São Paulo, a Wacker Química do Brasil dá suporte a clientes na Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. Somente nos últimos cinco anos, o grupo Wacker solicitou patentes para 120 de 140 invenções. Dados que levam a empresa a celebrar, com orgulho, um centenário de conquistas em inovações apreendidas por diversos segmentos da economia.

Ciente da fórmula de sucesso de seu criador, que sempre investiu em tecnologia para destacar-se como uma polivalente indústria química, a sede brasileira também está de olho no futuro. Para o diretor-geral da Wacker Brasil, Danilo Timich, a longevidade do grupo se resume em três palavras: inovação, inovação e inovação.  Nessa entrevista concedida à revista Textilia, Danilo se junta ao diretor de negócios da Wacker na América do Sul, André Rosa, e à pesquisadora química Evelyn Américo para contar como a indústria têxtil sai lucrando com o êxito deste grupo.  

Textilia: Quais as estratégias da Wacker para crescer na América do Sul em termos de inovação, ao considerarmos os segmentos de cosmética e têxtil da empresa?
André: A inovação já faz parte do DNA da Wacker. Há muitos anos, investimos em ampliação de produção no Brasil, na América do Sul, e em laboratório de aplicação, principalmente. Nosso intuito é absorver as novidades que Wacker traz da Europa e tropicalizá-las, adaptando-as à realidade brasileira. Por exemplo, o xampu que se usa na Europa não é adequado para o tipo de cabelo dos brasileiros, para o tipo de água brasileira. Isso também é válido para cremes, maquiagem... E esse é um dos trabalhos que a Wacker faz. Nós apresentamos o que desenvolvemos para o mercado e é o mercado que se responsabiliza em lançar ou não para o consumo. Estamos ajudando nossos clientes a se preparem para o futuro.  

Textilia: Quais as dificuldades que você percebe no segmento têxtil e qual perfil de produto novo você gostaria que o mercado têxtil absorvesse da Wacker?
Evelyn: O mercado têxtil é bastante conservador. Quando falamos em produção, especificamente, o cliente do nosso cliente que é o formulador, que é quem vai aplicar o produto na indústria têxtil, há uma série de perfis das pessoas que estão trabalhando ali que estão acostumadas com determinados produtos e processos e precisamos trabalhar com a mentalidade de quem está dentro da fábrica, do operador de máquina, de um chefe de produção, de um gerente de produção e convencê-los de determinado produto ou que determinada tecnologia pode ser uma substituta. Por exemplo, temos alguns produtos para substituição do fluorcarbono no que toca a repelência à água, tanto para a área de construção quanto para a área têxtil. Só que o fluorcarbono está enraizado na indústria têxtil. E no Brasil essa cultura da sustentabilidade ainda não está enraizada. Então as pessoas insistem em trabalhar com esse produto até que legislação o proíba. Mesmo assim, apresentamos soluções para os nossos clientes (os formuladores) e ainda encontramos resistência, uma vez que o mercado está adaptado à outra tecnologia. Ou seja, esse é todo um trabalho da área técnica e da área de vendas de introduzir novos conceitos no mercado. Para trabalhar a mente do cliente, insistentemente, e aos poucos penetrar no mercado.

Textilia: Quem trabalha neste segmento de indústria tende a ser conservador em relação ao aprendizado para essas inovações?
Evelyn: De fato, a mentalidade é bastante fechada porque, quando você tem um produto concentrado, por exemplo, mostra-se um preço diferente que é maior que o do produto diluído, mas as pessoas não fazem a comparação pela dose e desconhecem a forma de uso do concentrado.

Textilia: Vocês já fizeram a experiência de passar esse conhecimento para universidades e escolas técnicas, por exemplo, já que temos de Norte a Sul do país cursos no segmento têxtil? Até mesmo porque o formulador também tem seus interesses próprios, e seria interessante pular esse elo da cadeia. 
Evelyn: As universidades brasileiras estão bem envolvidas com tecnologia e inovações sim. Minha base técnica é o Senai. Temos uma proximidade grande e um vínculo com as equipes de lá.

Danilo: Esse trabalho de semeadura fazemos mais na área de construção, mas seria interessante fazer em outras áreas também.

Textilia: O silicone pode ser aplicado no fio?
Evelyn: Pode. Temos vários segmentos de fio. Desses segmentos cada um vai para uma aplicação distinta: linha calçadista, industrial, linha de costura, linha de bordado, costura automotiva... Para todas essas etapas, há aplicações de silicone. Algumas são mais específicas, outras, na área de acabamento propriamente dito. Pode ser no fio de algodão, no sintético, mas cada fio tem uma característica específica e o tratamento com silicone é próprio para cada tipo de fio. Mudam-se velocidade, temperatura e outras características da aplicação. No caso automotivo é mais crítico porque você atende às exigências das montadoras. É necessário se assegurar de que seu produto não vai prejudicar a performance do fio em determinadas situações.

Textilia: As indústrias técnicas vivem sob parâmetros bem rígidos. O problema está na roupa comum. Sempre há o desafio de melhorar a performance do vestir seja no vestuário, na roupa de cama, mesa, banho, nos calçados. Como você vê os próximos dois, três anos de evolução do têxtil técnico voltado para a roupa? Há perspectivas positivas?
Evelyn: Acredito que sim. A população em geral está demandando cada vez mais qualidade. O poder aquisitivo melhorou e por isso já se demanda melhor qualidade. Aí você faz exigências que antes não se fazia. E temos que estar preparados para esse público. Quem já exigia, vai exigir mais ainda. E temos que evoluir nesse sentido. Por isso acredito que os artigos esportivos, por exemplo, já estão deslanchando. A demanda por qualidade nesse segmento é muito alta. Temos a questão do dry fit, do toque gelado, do frescor, de ter um tecido ou um acabamento que permita uma boa transpiração para quem é atleta, para quem faz academia ou participa de corrida. Essa demanda existe e acredito que seja crescente até mesmo porque há essa preocupação com a saúde, com o bem estar está cada vez maior e essa demanda deve ser a que mais vai subir. Outra demanda é de artigos um pouco mais nobres: camisas e roupas de alfaiataria em que você demanda um fio nobre, tratado com um acabamento mais nobre.

André: Além disso, vemos que como a indústria nacional não consegue concorrer com os asiáticos, ela está se fortalecendo em outros aspectos. Há demanda por inovações, onde é possível se diferenciar.

Evelyn: Na verdade você tem dois tipos de indústrias. Uma que vai trabalhar para as estações, para a moda, então ela vai te demandar um produto básico para aquela estação. Ela não vai querer que aquilo dure por muito mais tempo. E outra que vai te demandar qualidade, ela sabe que vai pagar um pouco mais porque ela faz um produto diferenciado, se ela precisar de assistência técnica ela vai ter, há garantia de produto, se ela quiser exportar, haverá todos os certificados necessários para isso. Então, tem espaço para esses dois públicos e precisamos atender cada um deles com a qualidade de produto que cada mercado demanda.

Textilia: Entre as inovações da Wacker, a roupa costurada por adesivos de silicone que substituem a costura seria algo a ser difundido ou restrito a um determinado segmento?
Evelyn: Acredito que esse tipo de tecnologia tenha lugar no mercado porque há pessoas que escalam montanhas, por exemplo, em condições específicas, que precisam desse tipo de recurso. Não seria um produto para substituir a demanda normal de mercado. Mas para um nicho específico porque é um produto além de flexível, mais vedado que um costurado por linha.

Textilia: Existe a preocupação também com a cadeia sustentável do produto?
Evelyn: Sim. Nossos produtos são ambientalmente corretos. Como somos uma empresa de uma matriz alemã e a Europa está à frente dos países da América do Sul nessa questão, seguimos as diretrizes da Europa e estamos de acordo com a legislação brasileira. Um exemplo: nossos produtos são todos à base de álcool no que tange a parte de emulsionantes. Não usamos outra tecnologia de nonifenol. A indústria têxtil trabalha cada vez menos com base solvente. A estamparia ainda usa alguma coisa, mas nessa parte de acabamento não utilizam tanto.

Textilia: A que fatores vocês atribuem esse case de sucesso que é a Wacker? Esta mesma “fórmula” será adotada para os próximos 100 anos da empresa?

Evelyn: Acredito que temos bastante espaço para crescer e isso acontece porque, acima de tudo, ouvimos os clientes a fim de saber o que eles precisam e oferecemos produtos inovadores. Então, trabalhamos baseados na necessidade do cliente, fazemos uma parceria. E somos referência também nesse sentindo. Não apresentamos somente um portfólio pronto, buscamos soluções para cada um dos nossos clientes.

André: Posso dizer com segurança que hoje a Wacker é referência no mercado de têxtil para silicones. Isso foi construído ao longo dos anos com inovação e apoio técnico também nas áreas de construção e de cosméticos. Isso justifica nosso sucesso, a nossa longevidade.

Danilo: A razão por que conseguimos chegar aos 100 anos é o investimento em inovação. Não tem segredo, mas muito suor e boas cabeças. Ou seja, tecnologia e uma visão de longo prazo. Além, é claro, da proximidade com o cliente, algo que é a chave do sucesso. A visão da Wacker é estar onde o mundo está crescendo. Há 37 anos, estamos nessa região, em São Paulo, e temos produzido localmente o que vendemos aqui. E continuaremos fazendo investimentos independentemente das situações de demanda, ano a ano, no Brasil.

QUADRO
A Wacker em números

16.000 colaboradores
100 países
52 distribuidores em 28 países
25 unidades fabris em todo mundo
21 Centros Técnicos
13 unidades WACKER ACADEMY

 

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Texto: Maria Júlia Lledó
Fotos: Wacker/Divulgação

*Publicado na revista Textilia Texteis Interamericanos - edição 93

Data de publicação: 03/09/2014

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