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Algodão: Cenário para o mercado 2024/2015

A abertura comercial a qual foi submetida a economia brasileira na década de 1990 resultou em mudanças significativas na dinâmica de formação de preços das commodities agrícolas no Brasil. Com o algodão não foi diferente. Até meados dos anos 1980 a produção nacional tinha uma reserva de mercado garantida por uma Tarifa de Importação que chegava até 50%. Na década seguinte e, em especial após a assinatura do Tratado de Assunção em 1991, criando o Mercado Comum do Sul (Mercosul), os cotonicultores nacionais passaram a enfrentar concorrência da produção argentina e paraguaia, com isenção da Tarifa de Importação e de origens extra-Bloco com uma taxa de apenas 10%. A partir de então, as cotações domésticas passaram a ser formadas de fora para dentro, com o país se tornando tomador de preços no mercado internacional.

No âmbito global, a precificação da commoditie obedece aos fatores de oferta e demanda, também denominados fatores fundamentais. Se a produção se eleva mais que proporcional em relação ao consumo, os estoques aumentam e as cotações tendem a recuar e, vice e versa. O comportamento dos preços de bens substitutos (fibras sintéticas) influencia na formação de preços do algodão. Os principais balizadores para as cotações internacionais são o Índice Cotlook na Inglaterra com indicações de mercado físico e a Ice Futures US de Nova York, que negocia contratos futuros da fibra. Os demais players do mercado, importadores ou exportadores, tem seus preços formados a partir desses indicadores. A correlação do preço no Brasil e da Ice Futures US, por exemplo, é de 0,95. Depois da abertura comercial, o Brasil já esteve entre os compradores internacionais da fibra, durante a década de1990 e, nos últimos anos, se destaca entre os vendedores.

Para a formação de preços no mercado doméstico, outra variável de extrema importância é a taxa cambial (dólar versus real). Isso porque, os agentes nacionais trabalham de acordo com o padrão monetário nacional. Assim, quando há uma valorização do real, as importações são facilitadas e os preços nacionais precisam se ajustar à realidade externa. Com a retirada da proteção tarifária, a produção nacional - concentrada nos estados do Paraná e de São Paulo - perdeu espaço e a necessidade de compra externa se elevou substancialmente. Nesse período (década de 1990), a fibra de algodão brasileira era precificada pela paridade de importação. Ou seja, o preço que o produto importado chegava às indústrias do país determinava o quanto essas pagariam pela alternativa nacional, considerando eventuais ágios ou deságios. Vale lembrar que além da criação do Mercosul, em julho de 1994 passou a vigorar o Plano Real, em cujo inicio a moeda brasileira passou a equivaler ao dólar. Num regime de bandas cambiais, o padrão nacional se manteve próximo a US$ 1.00 durante os últimos meses do governo de Itamar Franco e durante todo o primeiro mandado do de Fernando Henrique Cardoso.

No segundo mandato desse último presidente houve uma mudança no regime cambial, que passou a ser flutuante, com intervenções pontuais. Com ele venho a desvalorização do real e, consequentemente um encarecimento das importações. Na agricultura nacional, os grandes produtores de soja do centro-oeste brasileiro e oeste baiano, viram no algodão uma alternativa de diversificação. Com forte atuação da área de pesquisa a cotonicultura nacional apresentou fortes ganhos de produtividade, gerando excedentes em relação ao consumo nacional. Com um câmbio desvalorizado, a válvula de escape via exportações foi facilitada e o Brasil passou de comprador a vendedor. Com isso, a dinâmica de formação de preço passou a ser ditada pela paridade de exportação, ou seja, a indústria nacional paga pela fibra doméstica um preço equiparado aos que são ofertados pelos compradores estrangeiros.

Em suma, a formação de preços no mercado doméstico de algodão se dá de fora para dentro. Os preços internacionais, referenciados pela Ice e/ou pelo índice Cotlook, dada uma taxa de câmbio, influenciam os preços domésticos. Se há excesso de oferta interna em relação ao consumo, a cotação nacional buscará a paridade de importação. Se há escassez, se aproxima da paridade de importação.

1 - Formação de preço no mercado Nacional e internacional do algodão

Sendo o Brasil um dos principais players do mercado mundial de algodão, figurando entre os quatro maiores exportadores e, em momentos pontuais, ingressando no comércio exterior como comprador, conhecer as características do abastecimento global da fibra é imprescindível para analisar as perspectivas de preços no Brasil. Na temporada 2013/14, que se encerrou no mês de julho, a produção global da fibra foi de 25,502 milhões de toneladas, segundo dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

Ainda segundo o USDA, o maior produtor do planeta é a China, com uma produção de 6,97 milhões de toneladas, seguido pela Índia com 6,3 milhões de toneladas, Estados Unidos com 2,87 milhões de toneladas, Paquistão com 2,07 milhões de toneladas e Brasil com 1,6 milhão de toneladas. Interessante destacar que o Brasil também está na quinta posição entre os consumidores de algodão, com 882 mil toneladas, sendo superado em ordem crescente pela Turquia com 1,7 milhão de toneladas, Paquistão com 2,4 milhões de toneladas, India com 5,1 milhões de toneladas e China com 7,7 milhões de toneladas.

Quando se subtrai o consumo da produção por país, os Estados Unidos aparecem com o maior superávit, com  2,1 milhões de toneladas, seguido pela Índia com 1,3 milhão de toneladas, Austrália com 993 mil toneladas, Brasil com 729 mil toneladas e Uzbequistão com 558 mil toneladas. Entre os grandes déficits de produção em relação ao consumo destacam-se: Turquia com 871 mil toneladas, Bangladesh com 847 mil toneladas, China com 762 mil toneladas, Vietnã com 606 mil toneladas e Indonésia com 592 mil toneladas.

Quando se analisa o quadro de oferta e demanda mundial percebe-se uma forte elevação dos estoques finais da fibra no planeta. Ao final do ciclo comercial 2010/11 o planeta contava com 10,9 milhões de toneladas em estoques e o algodão caiu para níveis recordes de preços, superando US$ 2,00 por libra-peso na Ice Futures. Os preços atrativos atraíram os produtores do mundo inteiro e a produção atingiu um recorde de 27,6 milhões de toneladas na temporada 2011/12. Com isso, e com a crise Europeia achatando o consumo global da fibra, os estoques se elevaram em apenas um ano em 5 milhões de toneladas, para próximo de 16,0 milhões de toneladas. Nos dois ciclos posteriores a produção reduziu em relação ao recorde, porém, seguiu bastante superior ao consumo.

O resultado é que ao final da temporada 2013/14 (julho de 2014) os estoques globais são estimados pelo USDA em 21,3 milhões de toneladas, ou 95% superiores aos do ciclo 2010/11. O principal indicador fundamental para as commodities agrícolas é a relação estoque/consumo, que indica o percentual do consumo que seria atendido com os estoques finais do produto. Quanto menor ele for, maiores serão os preços e, vice e versa. Em 2010/11 estava em 57,4% e em 2013/14 em 88,7%. Assim, os preços que apresentaram uma média de US$ 1,40/libra-peso em 2010/11, recuaram para US$ 0,8606 no acumulando dos 10 primeiros meses da temporada 2013/14.

Vale ressaltar que a retração das cotações só não foi mais intensa em função da agressividade das aquisições chinesas da fibra, que mantiveram o mercado aquecido. Quando os preços atingiram patamares recordes em meados do ciclo 2010/11, o governo chinês adotou uma política de recomposição de estoques. Essa política estipulava que no momento em que os preços chegassem a US$ 1,50/libra-peso no mercado internacional, haveria importação para os estoques governamentais. No mercado interno, o governo comprava diretamente no mercado, mantendo os preços elevados e estimulando o plantio.

 O resultado da política foi uma elevação substancial dos estoques da fibra na China. Em julho de 2011 (final do ano comercial 2010/11) os chineses tinham 2,3 milhões de toneladas. Em julho de 2014 atingiram 13,0 milhões de toneladas. No mesmo período a relação estoque/consumo no país subiu de 23% para 168%. Teoricamente, isso significa que se no ciclo comercial 2014/15 a China decidisse não plantar e nem importar a fibra, ao final da temporada, teriam atendido o seu consumo (7,7 milhões de toneladas) e mesmo assim a relação estoque/consumo seria de 68%. Esses números mostravam que a política chinesa de aquisições de estoques estava num ponto crítico. Comprando bons volumes o país segurava uma queda mais acentuada das cotações internacionais de forma artificial, pois, em algum momento esse produto estocado precisaria retornar ao mercado.

Prova de que as aquisições chinesas estavam distorcendo os fundamentos do mercado global é que, quando se subtrai os números do país do total do planeta, a relação estoque/consumo mundial que era 58% na temporada 2010/11, recua para 52% na estimativa para o final de 2013/14. A china absorvia os excedentes, deixando os demais mercados com oferta enxuta. Metaforizando, é como se o mercado fosse um rio, que com um excesso de chuvas iria aumentar sua vazão, mas, isso não ocorria devido à construção de uma grande barragem que segurava esse aumento. Porém, se as chuvas continuassem, chegaria um momento em que essa barragem transbordaria. Diante disso, a partir do início do ano comercial 2014/15 o governo Chinês mudará a sua política de estoques.

A primeira medida é deixar de adquirir o produto diretamente no mercado interno quando os preços recuarem abaixo do preço mínimo. Na próxima safra, quando os preços ficarem abaixo do mínimo, a venda ocorre para as indústrias e o governo pagará diferença. Outra medida foi reduzir (a partir de abril/14) o preço mínimo de venda para a indústria de 18.000 yuan/tonelada para 17.250 yuan/tonelada. O reflexo direto de ambas as medidas é que a indústria chinesa passa a ter melhor condição de acesso à fibra. O governo também decretou que para cada fardo de algodão importado que esta nos estoques, a indústria precisa adquirir três no mercado doméstico. Essa última medida reduz a presença de compradores no mercado internacional.

Com o principal player da ponta compradora menos presente no mercado internacional, a tendência normal é de retração das cotações, conforme sinalizam os contratos futuros negociados na Ice Futures. No dia 25 de junho de 2014, por exemplo, o último contrato da temporada 2013/14, Julho/14 fechou cotado a US$ 0,82/libra-peso, enquanto que o primeiro da próxima temporada estava em US$ 0,74/libra-peso. A explicação fundamental para isso é que, segundo o USDA, o mundo iniciará o ciclo comercial 2014/15 com 21,3 milhões de toneladas e fechará com 22,1 milhões de toneladas. A relação estoque/consumo subirá de 89% para 91%. O grande desafio do setor produtivo nacional é escoar um maior volume, num ano em que os preços internacionais estarão mais baixos e o maior comprador mundial estará menos presente nas aquisições.

O mercado brasileiro de Algodão

Um mapeamento do Sistema Agroindustrial (SAG) de algodão mostra uma série de particularidades que merecem análise. Antes da porteira, destaca-se o alto custo de produção, devido, em especial, aos gastos com fertilizantes e defensivos. O consumo expressivo dos primeiros se justifica, sobretudo, pelo fato de a produção estar concentrada nas regiões de cerrado, onde as condições de solo exigem adubação. A alta utilização de defensivos se deve à alta incidência de pragas e doenças de difícil controle que, se não combatidas, causam grande prejuízo econômico ao produtor. Exemplo disso foi a lagarta Helicoverpa armigera, identificada recentemente e que surpreendeu produtores e pesquisadores pelo seu poder de destruição. Dentro da porteira é possível identificar uma predominância de cotonicultores com mais de 1.000 hectares plantados, com alta tecnicidade e que possuem unidades de beneficiamento (algodoeiras) instaladas na propriedade, compondo assim um modelo integrado. É nesse setor do SAG que se percebe uma bifurcação do mercado. Do algodão em caroço, em média 38% é fibra, que se destina a indústria de fiação. Os 62% restantes (caroço de algodão) são utilizados diretamente na alimentação animal ou então vendidos para indústrias que fazem o esmagamento, extraindo óleo de algodão (para indústria alimentícia e/ou biodiesel) e o farelo de algodão que também é usado na ração animal. Os preços do caroço de algodão não têm correlação alguma com o da fibra, dependendo basicamente do comportamento das cotações de bens substitutos na alimentação animal, como o milho e o farelo de soja. Depois da porteira a fibra de algodão nacional se junta à importada é seguem para as fiações, tecelagens e malharias, e finalmente para as confecções e para o atacado e varejo de tecidos e confeccionados chegando ao consumidor final.

A produção de algodão no Brasil vem descobrindo novas fronteiras agrícolas desde o período imperial. Na década de 1820, devido à sua resistência à seca, o cultivo era concentrado nos estados do Nordeste e como commoditie era a segunda mais exportada, perdendo apenas para o açúcar. Nas primeiras décadas do século XX, as fortes secas no Nordeste e um maior incentivo governamental deslocaram o plantio para o sudeste e posteriormente para o sul. A abertura comercial praticamente inviabilizou a produção nessas duas regiões, devido à forte concorrência externa. No final da década de 1990, os produtores de soja do Centro-Oeste, sobretudo do mato grosso, viram no algodão uma boa alternativa de diversificação e o setor cotonicultor retomou o caminho do crescimento. O mesmo ocorreu no oeste baiano. Atualmente mais de 80% da produção é concentrada nos estados do Mato Grosso e Bahia. Num comparativo entre o ano comercial 1980/81 e o 2013/14 o aumento da produtividade brasileira foi de 396%, de 295 kg/ha de pluma para 1.465 kg/ha. Esse é o melhor desempenho entre todos os produtores mundiais e que coloca a média brasileira como a 4ª maior do planeta. Seguindo sua característica itinerante, a nova fronteira agrícola do algodão parece ser o MAPITO (Maranhão, Piauí e Tocantins).

Na comercialização, o setor produtivo aproveitou a apetite comprador da China no período de forte elevação de preços internacionais para se lançar de vez como um dos grandes players do mercado global. Com isso, conseguiu escoar o excedente das safras recordes dos anos comerciais 2011/12 e 2012/13, que no Brasil tem o recorte junho/maio. No ciclo 2011/12 o país produziu 1,89 milhão de toneladas, que somados aos estoques iniciais e às importações geraram um suprimento de 2,125 milhões de toneladas. O consumo interno foi de 900 mil toneladas. Para evitar uma forte elevação dos estoques era preciso um ajuste do lado da demanda, que dado as dificuldades da indústria nacional devido às altas das cotações, só poderia ser pelo comércio internacional. E isso aconteceu, com o país exportando 997 mil toneladas e, pela primeira vez, exportando um montante superior ao consumo no país. O mesmo ocorreu na temporada seguinte. Com a boa demanda internacional o quadro de oferta e demanda nacional manteve baixos estoques e preços atrativos.

Na temporada 2013/14, porém, no período do plantio as cotações estavam em baixa e o algodão perdeu espaço para a soja e para o milho. Com isso, a produção que havia superado 1,8 milhão de toneladas nos dois anos comerciais anteriores, recuou para 1,3 de toneladas. A oferta total, com estoques e importações, ficou em 1,554 milhão de toneladas. Para atender o consumo nacional de 915 mil toneladas, era preciso reduzir os volumes exportados de 997 mil toneladas e de 979 mil toneladas, nos anos 2011/12 e 2012/13, respectivamente. Dessa forma, o país não sentiu muito a redução do apetite comprador chinês e colocou 492 mil toneladas no mercado internacional, fechando a temporada no último mês de maio com apenas 147 mil toneladas em estoques.

O atual desafio do setor produtivo é escoar um maior volume da pluma no mercado internacional num ano em que o encolhimento das compras internacionais será ainda maior. Isso porque, na temporada 2014/15 o algodão voltou a recuperar área, principalmente a que havia perdido para o milho. Com 1,082 milhão de hectares plantados (+26%), estima-se uma produção de 1,64 milhão de toneladas (+25%). Assim, estima-se uma oferta total de 1,797 milhão de toneladas. Isso pressupõe exportações próximas a 600 mil toneladas para evitar uma sobre oferta interna. Esse desafio é ainda maior devido à retração dos preços internacionais e à política agrícola norte-americana que garante 95% da renda esperada dos produtores norte-americanos. Com a renda garantida, eles podem ser agressivos no mercado internacional.

Perspectivas para a Temporada 2014/15 no Brasil

A formação de preços num mercado globalizado como é o de algodão segue um pressuposto básico: em momentos de excesso de oferta no mercado doméstico as cotações se aproximarão da paridade de exportação e quando há escassez o balizamento se dá pela paridade da importação. Conforme conceito supracitado, a paridade de importação significa que, quando há escassez interna, as indústrias estarão dispostas a pagar pelo produto nacional no máximo o que estão pagando pela importada. Ao contrário, quando existe excesso, pagarão pelo produto nacional o preço a partir do qual os vendedores preferirão negociar via vendas externas.

Essa é uma forma simplificada de se analisar a formação de preços, mas, que vem sendo verificada nos últimos anos. No ano comercial 2011/12 praticamente toda a comercialização nacional foi feita próxima à paridade de exportação. No ciclo 2012/13, no período de entressafra (entre janeiro e maio de 2013), os bons volumes exportados deixaram o mercado doméstico com escassez de fibra de boa qualidade. Isso gerou uma escalada de alta que só encontrou resistência no momento em que se encostou à paridade de importação, ou seja, quando a importação passou a ser uma alternativa.

Na safra 2013/14, com pouco produto no mercado os preços ficaram próximos a paridade de importação durante boa parte da temporada. Contudo, com o anúncio da mudança da política de estoques chinesas e o aumento da produção nacional, os agentes já passaram a antecipar um movimento de baixa e as cotações voltaram a flertar com a paridade de exportação. Essa deve ser a tendência a próxima temporada.

Com um quadro de oferta e demanda mais folgado e, consequentemente, preços internacionais em baixa, com o dólar mostrando maior estabilidade (R$ 2,20 e R$ 2,25) e com essa necessidade de exportar um maior volume, pode-se inferir que a média de preços na próxima temporada nacional será inferior à praticada na passada.

Veja as tabelas aqui

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Autor: Élcio A. Bento - Analista de Mercado

*Publicado na revista Textilia Texteis Interamericanos - edição 93

Data de publicação: 03/09/2014

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