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Empresas e Personalidades

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Uma nova imagem do Brasil para o exterior

A Textília entrevistou, com exclusividade, o diplomata Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos, atual presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos  (Apex-Brasil), que, frente ao desafio de um mercado em retração, tem como objetivo dar um salto na promoção comercial e na atração de investimentos estrangeiros para o Brasil, inclusive na área têxtil, de confecção e de acessórios de moda em geral.

Uma das primeiras iniciativas da nova gestão foi o lançamento da campanha “Be Brasil” (Seja Brasil), que visa construir uma imagem positiva do País no exterior. Nascido em 1952 no Rio de Janeiro, Jaguaribe está na carreira diplomática desde 1978. Filho do cientista político e escritor brasileiro Hélio Jaguaribe Gomes de Mattos, é também engenheiro de sistemas graduado pela PUC-RJ. O diplomata explica que, na nova admi- nistração, a Apex-Brasil passou a se reportar ao Ministério das Relações Exteriores, e não mais ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Segundo ele, para o setor têxtil, a atuação continuará focada no programa de fomento das exportações, com atenção à participação em feiras internacionais e projetos que atraiam compradores internacionais. Confira a entrevista:

Textília: Como foi o caminho de trabalho e evolução até chegar à presidência da Apex-Brasil?

Roberto Jaguaribe Gomes de Mattos: Sou graduado em engenharia de sistemas pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Ingressei na carreira diplomática em 1978 e, ao longo dos últimos anos, acumulei experiências em vários órgãos do governo. No exterior, servi mais recentemente como embaixador do Brasil na China, e pouco antes, no Reino Unido. Também fui ministro-conselheiro da Embaixada do Brasil em Washington. Em outros órgãos do governo, já exerci os cargos de presidente do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), secretário de Tecnologia Industrial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e secretário de Assuntos Internacionais do Ministério do Planejamento e Orçamento.

Textilia: Quais são suas metas e objetivos nesse novo momento à frente da Apex-Brasil?

Jaguaribe: Como funcionário público, sempre tive como missão trabalhar pelo Brasil. Esse valor é muito forte na Apex-Brasil também. A equipe da agência é altamente qualificada, e meu objetivo é que consigamos dar um salto na promoção comercial e na atração de investimentos estrangeiros para o País.

Textília: Quais são os principais desafios enfrentados pela sua gestão para o desenvolvimento da Apex-Brasil?

Jaguaribe: No novo governo, a Apex-Brasil passou a se reportar ao Ministério das Relações Exteriores, e não mais ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Essa mudança trouxe um grande ganho para a inserção do Brasil no mercado internacional, tanto em relação às exportações quanto à atração de investimentos estrangeiros. A agência e o MRE trabalhavam de forma paralela, e as iniciativas, em alguns casos, se sobrepunham. Quando passamos a atuar juntos, ganhamos muito mais força. A integração com a rede de postos das embaixadas nos traz mais capilaridade e aumenta exponencialmente a capacidade de encontrar oportunidades de novos negócios para as empresas brasileiras. Por outro lado, a Apex-Brasil, com seu trabalho de inteligência e com as informações obtidas junto aos setores apoiados, tem como municiar os negociadores do ministério que estão buscando mais acordos comerciais para o Brasil. Ao mesmo tempo, a agência auxiliará as empresas a aproveitarem as oportunidades abertas com os acordos, por meio de suas ações de promoção comercial. Toda essa mudança envolve desafios de transição e adaptação, que já estão sendo tratados pelas equipes dos dois órgãos.

Textília Que setores serão priorizados?

 Jaguaribe: A Apex-Brasil apoia, atualmente, 80 setores da economia brasileira, que incluem indústria, serviços e agronegócio. Nas nossas iniciativas, além da promoção comercial e da inteligência comercial, temos trabalhado cada vez mais para a qualificação das empresas, por meio de iniciativas que as estimulam a ganhar competitividade através da sustentabilidade, da inovação e do design. O objetivo é termos setores cada vez mais competitivos, que se inserirão de maneira mais efetiva no mercado internacional.

Textília: Que ações serão implementadas e como será feita a mensuração de resultados?

Jaguaribe: Nos próximos anos, vamos dar destaque ao trabalho de inteligência e monitoramento de mercado da Apex-Brasil. A China será um país que receberá maior atenção da agência nesse sentido, pois precisamos entender melhor o mercado para aproveitar, de forma mais estruturada, as enormes oportunidades que há ali, e o apetite que o país tem pelo Brasil, tanto do ponto de vista de exportação de produtos e serviços quanto da atração de investimentos diretos. Também temos como objetivo atuar na promoção da imagem do Brasil no exterior, no âmbito dos negócios. Nesse sentido, o MRE e a Apex-Brasil lançaram, durante os Jogos Olímpicos, a campanha “Be Brasil”, uma nova narrativa sobre o Brasil no exterior, que buscará construir uma imagem positiva do País ao destacar atributos presentes nos produtos e serviços nacionais, como sustentabilidade, qualidade, inovação e criatividade. Para isso, vamos utilizar como suporte a divulgação de histórias de sucesso e oportunidades de negócios, fazendo uso de ferramentas de comunicação integrada, como relações públicas, publicidade, eventos e ações em mídias sociais. Serão divulgados,por exemplo, a sustentabilidade e a tecnologia presentes no agronegócio e a criatividade e inovação de setores como moda, audiovisual, design, entre tantos outros.

Textília: E especificamente para o setor têxtil?

Jaguaribe: Dentro do programa de fomento às exportações do setor têxtil, atuamos em diversas frentes, aliando eventos de geração imediata de negócios internacionais (como feiras internacionais e projetos compradores) com investimentos em agendas de articulação internacional (essenciais para a busca por mais acordos comerciais relevantes), inteligência comercial e eventos de posicionamento e imagem, tão relevantes para abrir mercados nesse setor. Quanto à mensuração de resultados, devemos manter a sistemática atual, que mede a quantidade de empresas atendidas, quantidade de empresas exportadoras, valores totais exportados, quantidade de destinos das exportações e sua representatividade no total exportado do setor, entre outros pontos. 

Textília: Qual a importância do setor têxtil/confecção para o comércio internacional brasileiro e que metas foram colocadas para ele?

Jaguaribe: Hoje, a exportação do setor têxtil e de confecção do Brasil está concentrada em países da América do Sul, com destaque para Argentina, Paraguai, Uruguai e Colômbia, e para os Estados Unidos, enquanto temos uma participação ainda tímida dentro das cadeias globais de valor. O objetivo da Apex-Brasil, em parceria com a Abit [Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção], as empresas do setor e demais parceiros governamentais e privados, é fortalecer a competitividade do setor, de modo a reforçar e ampliar as exportações em mercados já tradicionais e, ao mesmo tempo, abrir novas oportunidades de inserção internacional em mercados ainda pouco explorados. O Brasil ainda é um dos poucos países que contam com uma cadeia têxtil e de confecção totalmente integrada, que corresponde a 5,7% do PIB da indústria de transformação e é capaz de produzir desde a matéria-prima (fibras naturais e químicas) até o produto final (vestuário e cama, mesa e banho). O setor têxtil e de confecção brasileiro, e as 33 mil empresas que ele reúne, é reconhecido no mercado internacional por seu profissionalismo, criatividade e tecnologia, e também pelas dimensões de seu parque fabril: é a sexta maior indústria têxtil e de confecção do mundo, o segundo maior produtor de denim e o terceiro de malhas. Autossuficiente em algodão, o País produz 5,5 bilhões de peças de vestuário ao ano. Em 2015, o faturamento foi de US$ 36,2 bilhões. Contudo, em escala mundial, a participação do Brasil no setor é ainda muito pequena: menos de 0,5% do total, ocupando a 38ª posição no ranking de exportadores. É como resposta a essa grande oportunidade de fortalecer a participação do Brasil no mercado internacional que a Apex-Brasil realiza, desde o ano 2000, o programa Texbrasil, em parceria com a Abit.

Textília: Como serão trabalhados os acordos comerciais internacionais? Que atividades devem ser realizadas em prol desse desenvolvimento?

Jaguaribe: No caso do setor têxtil, é fundamental buscarmos mais acordos comerciais internacionais com os principais mercados mundiais consumidores de têxtil e de confecção. Além disso, é preciso maior integração entre centros de pesquisa, empresas e governo; aumento de produtividade da indústria; investimentos no desenvolvimento de tecnologia e inovação e o compromisso com a sustentabilidade global. Exemplo de trabalho nesse sentido são os esforços para a melhora de condições concorrenciais, como o acordo com a Colômbia que deve entrar em vigor até o final de 2016, bem como as missões de benchmarking que visam estimular o desenvolvimento de tecnologias dentro das empresas  brasileiras.

Textília: O que podemos esperar para curto, médio e longo prazos em termos de investimentos e de ampliação da exportação?

Jaguaribe: Em relação à exportação, como falei, vamos reforçar a questão da inteligência e manter o foco em qualificação, de forma a agregar novas empresas no esforço exportador e, ao mesmo tempo, reforçar a competitividade das que já exportam por meio de atributos de sustentabilidade, inovação e design. Na questão de investimentos, queremos reforçar nossa atuação como porta de entrada do investidor estrangeiro. A Apex-Brasil funciona como “one stop shop”, já que, aqui, o investidor recebe o primeiro atendimento e é orientado e direcionado para os outros órgãos do governo federal ou estadual que podem auxiliá-lo na implementação de seu projeto.

Textília: Que temas devem ser prioritários nos próximos cinco anos em termos de incentivo à exportação?

Jaguaribe: O agronegócio é um tema prioritário para a Apex-Brasil e um dos focos da campa- nha “Be Brasil”. Vamos trabalhar fortemente a mensagem de tecnologia e sustentabilidade no agronegócio, pois somos um dos maiores produtores agrícolas do mundo e, de longe, o país com agricultura mais sustentável, com maior cobertura vegetal nativa preservada e maiores índices de produtividade, produzindo cada vez mais com menos recursos. Temos uma ação em construção junto ao setor privado, em parceria com Mapa, MRE e Camex, onde vamos trabalhar fortemente na defesa da imagem do agronegócio brasileiro em mercados estratégicos. O Brasil tem uma enorme sustentabilidade na sua produção agroindustrial, mas, no exterior, isso não é percebido. A imagem de devastador de áreas nativas é falsa e pretendemos questioná-la fortemente. Juntos, o governo e as principais entidades do agronegócio brasileiro vão desenvolver programas e ações específicas de ampliação do acesso aos mercados, defesa de interesses nacionais no exterior e comunicação, para posicionar o agronegócio brasileiro por meio da adequada comunicação de seus atributos. Pretendemos, assim, sensibilizar a opinião pública de forma que nossas ações voltadas à defesa dos interesses brasileiros contra barreiras comerciais sejam eficazes e resultem no aumento das exportações brasileiras de maior valor agregado.

Textília: Como o Brasil deve ser retratado no exterior?

Jaguaribe: Acabamos de lançar a campanha internacional “Be Brasil”, que busca promover os negócios brasileiros no exterior, a partir da apresentação de atributos em que o País já é forte, como sustentabilidade, inovação e criatividade. É assim que queremos ser vistos pelos nossos potenciais parceiros de negócios ao redor do mundo. A ideia é divulgar diferenciais ainda pouco conhecidos, como a sustentabilidade e a tecnologia presentes, por exemplo, no agro- negócio, a criatividade de setores como moda, audiovisual e tantos outros produtos e serviços brasileiros, além de evidências de que o País é competitivo globalmente em diversos segmentos.

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Por: Gabriel Rajão
Foto: Divulgação

Data de publicação: 15/11/2016

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