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Empresas e Personalidades

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Um motor para acelerar o crescimento

O chefe de Departamento de Bens de Consumo da Área Industrial do BNDES , Alberto de Oliveira Constantino, diz que empresas precisam investir em inovação

?As empresas precisam criar produtos inovadores e fortalecer suas marcas tanto no mercado interno quanto no exterior?

Criado em 20 de junho de1952 pelo então presidente Getúlio Vargas, com o objetivo de fomentar o crescimento econômico do país, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES, nestes 55 anos de existência, funcionou como motor propulsor da infra-estrutura brasileira, como financiador da expansão industrial entre os anos 60 e 70 e como gestor dos programas de privatização de empresas estatais, iniciado no final de 1988 e ampliado na década de 90.

Principal fonte de financiamentos para projetos de longo prazo, o banco já passou por fases inglórias como na época em que seus recursos fartos subsidiavam empresas ineficientes, algumas das quais foram à falência, acarretando em prejuízos para a instituição. Órgão vinculado ao Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior, o BNDES, que na gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva já teve quatro presidentes – Carlos Lessa (2003), Guido Mantega (2004), Demian Fiocca (2006) e Luciano Coutinho (tomou posse em abril de 2007), passou por reformulações e ampliou sua linha de produtos, graças ao aumento dos repasses do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), uma das fontes de recursos do banco, além das dotações orçamentárias da União.

Economista, formado pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, o carioca Alberto de Oliveira Constantino, 53 anos, é funcionário de carreira do BNDES há 30 anos. Hoje, ocupando a chefia do Departamento de Bens de Consumo da Área Industrial, ele vivenciou ao longo das duas últimas décadas as mudanças de estratégias do BNDES.

“O banco consolidou presença na área de projetos sociais e passou a apoiar as exportações. Porém, sua função principal continua sendo financiar o desenvolvimento e, nesse sentido, a linha Inovação, criada recentemente, que tem como principal objetivo sustentar pesquisas tecnológicas que visam o aprimoramento dos produtos brasileiros. Só com inovação as empresas poderão se diferenciar neste mercado tão competitivo que é o segmento de bens de consumo, onde a concorrência dos importados tem aumentado”, analisa o executivo. Confira.

Textília: Ao longo da década passada, foram feitos muitos estudos sobre a cadeia produtiva têxtil, inclusive com apoio das entidades do setor. Entretanto, os empresários reclamam que nada do que propuseram foi colocado em prática pelo governo. Como o BNDES pode contribuir para uma nova política industrial?
Constantino:
Tem questões colocadas pelos empresários que são da alçada do BNDES, como é o caso da liberação das linhas de financiamentos, e outras que extrapolam a nossa competência, como, por exemplo, a reforma tributária, alíquotas de importação, taxa de câmbio, etc, que são da esfera dos Ministérios e do Legislativo. O BNDES pode contribuir com a política industrial fornecendo sugestões sobre os financiamentos de longo prazo, e auxiliando na criação de programas que atendam as reais necessidades do setor produtivo. Quando os empresários apresentaram suas reivindicações em Brasília (o setor têxtil/confecção promoveu em abril o Movimento Emprega Brasil Mobilização Nacional), mostraram as dificuldades enfrentadas pelas indústrias afetadas pelo câmbio e pelas importações. Foram criadas, então, políticas voltadas para setores prejudicados, como confecções, calçados e móveis.

Textília: O ministro da Fazenda Guido Mantega anunciou, em junho, medidas para estimular estes setores. A principal é o Programa Revitaliza, do BNDES, que disponibilizará R$ 3 bilhões em linhas de crédito para empresas que faturem até R$ 300 milhões. Quando estes recursos serão efetivamente liberados?
Constantino:
Deste total, R$ 2 bilhões são provenientes dos recursos do BNDES e R$ 1 bilhão são recursos do “FAT- Giro Setorial”, que serão operados pelo Banco do Brasil e pela Caixa Econômica Federal. A liberação dependia da aprovação de Medida Provisória (MP 382), da publicação da Portaria da Secretaria do Tesouro Nacional, e precisava ser aprovada pelo Conselho Monetário Nacional. Com a edição da MP que regulamenta os incentivos fiscais aos setores exportadores mais afetados pela política cambial, e a aprovação no Conselho Monetário, certamente os recursos serão liberados já a partir de agosto.

Textília: Como funcionam as linhas de financiamento para capital de giro, investimentos e exportação, propostas pelo governo?
Constantino:
Para os investimentos na produção foi fixado prazo de até oito anos para amortização com até três anos de carência, taxa de juros fixa de 7% ao ano e ainda será concedido um bônus de 20% para desconto sobre os juros para os adimplentes, ou seja, os que pagarem em dia. Para a exportação, o prazo é de até três anos, com um ano e meio de carência e taxa de juros semelhantes. Para capital de giro a novidade é que o BNDES vai financiar o valor correspondente a 20% da receita operacional bruta das empresas (por exemplo, se fatura 100 milhões de reais por ano, terá acesso ao financiamento de até 20 milhões) com taxa de juros de 8,5% ao ano. É a menor do mercado se comparada à taxa Selic, que hoje está em torno de 11,50% ao ano. Também neste caso será oferecido bônus de 20% aos adimplentes, o que reduz o juro para 6,5%. Para capital de giro as empresas terão prazo de 36 meses com 18 de carência. É importante ressaltar que estas linhas de crédito são destinadas a empresas que faturam até R$ 300 milhões ao ano, ou seja, abrange o universo de pequenas e médias empresas.

Textília: Mas as empresas de menor porte reclamam que existe muita burocracia para acessar os financiamentos. Como resolver esta questão?
Constantino:
Para que seja concedido o financiamento, as empresas precisam apresentar certidão
negativa de débito, ou seja, estar em dia com suas obrigações trabalhistas e fiscais. Se exigir esta documentação é considerado burocracia, não há como solucionar a questão.

Textília: As micro e pequenas empresas apresentam um índice maior de informalidade e alegam que isso se deve à elevada carga tributária. Queixam-se também do excesso de garantias exigidas pelo banco...
Constantino:
Não cabe ao BNDES resolver este problema. As empresas devem procurar esferas competentes no âmbito do Ministério da Fazenda para solucionar questões de ordem tributária. Desde que estejam dentro dos indicadores de limite de risco do banco, não há nada que impeça o acesso às linhas de financiamento. Posso assegurar que há uma boa vontade do BNDES em contribuir com o desenvolvimento das empresas, tanto as micros, pequenas e médias quanto as grandes.

Textília: Qual é o diferencial da Linha de Inovação criada pelo BNDES?
Constantino:
Esta linha teve boa aceitação no mercado. Já tivemos várias consultas de empresas interessadas. Na política atual do BNDES, o investimento em inovação é fator fundamental para uma estratégia de desenvolvimento do país. O banco visa promover iniciativas pioneiras capazes de dotar as empresas brasileiras de maior competitividade internacional. Esta linha foi criada para dar suporte ao aprimoramento dos produtos, ou seja, no caso específico da indústria têxtil e confecção, é destinada a apoiar o design, a capacitação tecnológica, a pesquisa de tendências, novos materiais, enfim, todas as inovações que agreguem valor ao produto final. O setor de confecção foi mais afetado pelo aumento das importações devido à desvalorização do dólar, já que o volume exportado pelo Brasil neste item é pequeno se comparado a outros manufaturados. Como não há alteração na política cambial e nem as alíquotas de importação podem ser alteradas, além do permitido pelas regras do comércio internacional, a solução para a indústria de confecção é investir na inovação. Esta é a saída para enfrentar a concorrência dos importados.

Textília: Que avaliação o BNDES faz da evolução da cadeia têxtil brasileira ao longo da última década? Por que não conseguimos aumentar a participação no comércio mundial que hoje movimenta cerca de US$ 400 bilhões?
Constantino:
No que se refere aos itens como tecidos de algodão, índigo, brim e artigos de cama, mesa e banho, o Brasil tem mantido e, em alguns casos, até aumentado suas exportações, pois conta com empresas de grande porte, com larga experiência no mercado internacional. Na área de sintéticos não somos tão competitivos quanto no segmento de algodão, mas o problema maior é a confecção de vestuário. É preciso ampliar a capacidade de produção, melhorar a distribuição e modernizar as empresas. Nesse sentido o banco pode contribuir disponibilizando linhas de financiamento adequadas. No caso do Cartão BNDES, além de ter sido ampliado o limite de crédito para R$ 250 mil reais para a compra de máquinas (confecção), foi aprovado também a possibilidade de as empresas adquirirem insumos como matérias-primas. Outro incentivo ao setor
é a Linha de Internacionalização, voltada para as empresas que estão investindo na expansão de suas marcas no exterior, que querem ampliar sua distribuição ou mesmo firmar parcerias com empresas no mercado internacional.

Textília: Até que ponto a falta de acordos bilaterais do Brasil com países de maior comércio têxtil como EUA e Europa dificulta as nossas exportações?
Constantino:
Sem dúvida, os acordos bilaterais ou regionais facilitam o comércio entre os países. Todavia, no caso da cadeia produtiva têxtil, o Brasil exporta matéria-prima e tecidos, mas carece de uma estrutura exportadora de produtos confeccionados. Existem empresas que se associam ou montam sua produção nos países Andinos, na América Central e no Caribe, para terem acesso ao mercado norteamericano, já que esta região possui acordos preferenciais de livre comércio com os Estados Unidos. Todavia, para se estabelecer acordos comerciais é preciso levar em consideração
vários interesses econômicos que envolvem outros setores. O agronegócio e o setor automobilístico exportam muito mais que o setor têxtil/confecção. O país tem uma complexidade industrial muito grande. Estabelecer acordo preferencial na área têxtil/vestuário implica em conceder também acesso ao mercado brasileiro à importação de outros produtos, afinal o comércio internacional é via de mão dupla. Por isso, os setores precisam estar preparados para competir em qualquer situação. Esta é a regra da competitividade.

Movimentação do Cartão BNDES - Setor Têxtil/Confecção

Número de Cartões Emitidos: 11.131

Limite Total Concedido: R$ 111.643.276,00

Número de operações: 1.219

Volume Total de operações: R$ 14.794.612,64

Ticket médio das operações: R$ 12.136,68

Números atualizados até o dia 02/08/2007
Fonte: BNDES

 

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Redação - Márcia Mariano

Data de publicação: 30/09/2007

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