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Empresas e Personalidades

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“O Brasil está isolado”

Soraya Rosar é advogada, possui mestrado em Direito Internacional e especialização em Comércio Exterior. Em sua carreira, após um curso realizado pelo Itamaraty em parceria com o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), teve a possibilidade de observar de perto o funcionamento das principais atividades comer- ciais globais, especialmente por ter realizado um estágio em Genebra, onde estão concen- trados órgãos como OMC, ONU, entre outros. Atualmente, ela coordena a gerência executiva de negociações internacionais na Confederação Nacional das Indústrias (CNI), onde acompanha diretamente o drama dos empresários na queda de braço com a burocracia e com o governo por mais competitividade internacional. À Textília, ela fala um pouco sobre sua carreira e analisa a situação brasileira ante o comércio mundial. 

Textília: No princípio de sua carreira, você, depois de superar o desafio de completar um curso no Itamaraty, decidiu por um período de estágio em Genebra. Como foi esse desafio?

Soraya Rosar: Escolhi Genebra, onde estão as principais participações internacionais ligadas ao comércio, como OMC e ONU, após passar dois anos me especializando nessa área. Pautei toda minha carreira nessa especialidade sobre as organizações internacionais e nas negociações que partiam dessas negociações. Quando voltei ao Brasil, participei da Associação de Comércio Exterior no Brasil (AEB), onde permaneci por onze anos e atuei como analista, técnica e assessora da presidência. Hoje, sou responsável  pelo gerenciamento executivo de negociações internacionais da CNI. Atuo principalmente na defesa de interesses da indústria junto ao governo. 

Textília: Como especialista, qual seria sua análise sobre a situação do comércio exterior brasileiro?

Soraya: Temos uma dificuldade com o Comex no País, tanto do lado governamental quanto do empresarial, embora isso esteja mudando para as indústrias. Há um paradoxo, pois o Brasil participa desde as primeiras reuniões das organizações internacionais, entre elas, a criação do Gate, da OM e de todas as organizações do pós-guerra. Somos fundadores desses institutos, mas sempre apostamos muito na vertente multilateral – o que é correto, pois sou multilateralista por formação. Só que isso funcionaria em um mundo ideal, no qual seria possível ao Brasil defender os seus interesses. Mas o mundo ideal nem sempre é possível. Ao longo dos anos, com a paralisia das negociações multilaterais, o Brasil se voltou cada vez mais para dentro de seu território, por conta também do grande tamanho de nosso mercado interno. Nossa indústria é diversificada. Então, naturalmente, caminhamos para o fechamento do País. Ao contrário, países com pequenos mercados internos naturalmente procuram novos clientes internacionais. Aqui tentamos proteger o mercado da concorrência externa por muito tempo. 

Textília: Esse histórico agravou o momento de dificuldade econômica pelo qual estamos passando hoje?

Soraya: Por um período, foi natural esse fechamento, pois precisávamos de estruturação da indústria. Mas o mercado que existe no mundo hoje é algo bem além das nossas fronteiras internas. Os empresários que descobriram isso antes se deram muito melhor do que aqueles que se fecharam em nosso mercado. Quando há um equilíbrio mínimo de 60/40% na dependência mercadológica, sendo o primeiro o mercado interno e o segundo o externo, tornamo-nos menos suscetíveis aos problemas de quaisquer dos dois. Se no momento atual, por exemplo, não há demanda, os canais externos e uma exportação contínua contrabalançam o que se deixou de vender internamente. Numa crise internacional, acontece o inverso. Esse jogo de 60 x 40 pode facilmente significar maiores vendas no mercado interno, segurando o equilíbrio. Mas quem se voltou para o interno hoje terá mais dificuldade de buscar o mercado estrangeiro. 

Textília: Historicamente, o industrial  brasileiro – e especialmente o têxtil – possui dificuldade em iniciar o caminho da exportação, muitas vezes pelo próprio desinteresse em um inves- timento a longo prazo. Isso ainda acontece com os novos empresários?

Soraya: Eu acho que, finalmente, de certa forma, “a ficha caiu”, e grande parte das empresas está deixando a posição acomodada na qual estava. Nos últimos anos, isso deu uma virada consi- derável em nossa participação internacional. Todas as pesquisas e fóruns internos da CNI mostram evidências de que o Brasil quer uma maior inserção internacional. Isso pode ocorrer de várias maneiras: não precisa mudar a chave de unilateralidade para multilateralidade ou regiona- lidade, mas sim deixar todas as portas abertas. 

Textília: Foi recentemente anunciada uma evolução no acordo bilateral com a Colômbia, que é importantíssimo para o setor têxtil. Como isso afetará o segmento?

Soraya: Já temos um acordo com a Colômbia, mas a parte têxtil não está toda finalizada. Temos que investir na desgravação desse projeto o mais rápido possível, para que isso acelere a entrada de produtos brasileiros naquele país com taxas zero de importação. Mas é importante ressaltar que ações como essa são positivas. Hoje, qualquer iniciativa voltada para uma isonomia dos produtos brasileiros no exterior será profícua. Os acordos tarifários da Aladi [Associação Latino-Americana de Integração] são também mais que bem-vindos e prosperam por meio do esforço do empresariado. 

Textília: O que ainda está atrasando a completa liberação do acordo?

Soraya: Os procedimentos não estão totalmente formalizados, então ainda há que se pagar tarifas em vários produtos exportados para a Colômbia, mesmo que eles já nos vendam a zero. O acordo, que foi feito nos anos 1990, enxergava que a Colômbia – por ser menor e com menos recursos que o Brasil – precisava da abertura de nosso mercado mais do que precisávamos do deles. Certos setores sensíveis, como o têxtil, por exemplo, mantiveram essa divergência até a última etapa, que se inicia agora. Mas o mundo mudou, e a Aliança do Pacífico atraiu investimentos para a Colômbia, que tem um mercado tão competitivo quanto o nosso. Cabe ao Brasil buscar o que precisa, fazer esse esforço que foi iniciado há dois anos. Estamos negociando item por item para avançar na desgravação e definir regras de origem que podem ser adotadas. 

Textília: Mesmo esse acordo ainda é um passo pequeno diante de tantas possibilidades no mercado?

Soraya: Outros níveis de negociação exigem que os países do Mercosul atuem como um bloco. Então, temos que nos aliar com os países do continente para que tenhamos aberturas para o exterior. Os dois novos membros do Mercosul, Bolívia e Venezuela, são voltados para o mercado interno e com problemas que impossibilitam o mercado aberto. Isso não significa que haja espaço no Mercosul para crescermos e no resto do mundo também. O que não podemos é continuar estacionados. A inércia deixou o Brasil muito para trás. 

Textília: Quanto tempo estamos atrasados?

Soraya: É difícil dizer o quanto estamos atra- sados. O TPP [Tratado Transpacífico] levou oito anos para ser criado, por exemplo. Mas fato é que estamos isolados junto com muito poucos países - a maioria deles ainda não tem condições de se jogar no exterior. Isso, definitivamente, não é nosso caso, pois temos indústrias, condições e agribusiness fortíssimos.

Textília: Isso é mais culpa das gestões governamentais ou há uma parcela de res- ponsabilidade dos empresários?

Soraya: Houve, nos últimos anos, uma postura incorreta do governo sim, mas também houve (mesmo com uma visível mudança nos últimos cinco anos) uma atitude de acomodação dos empresários nacionais. Não podemos culpar só o Mercosul, e acredito que não é importante procurar qual foi o problema e saber quem são os culpados neste momento. A questão agora é resolver urgentemente! Os acordos não são a panaceia para tudo, mas eles permitem que tenhamos isonomia de tarifas em relação aos outros países. Programas como os da Apex-Brasil dão o impulso para partir para aquele mercado. A Rede Brasileira de Centros Internacionais de Negócios da CNI também faz esse apoio, mas, quando chegam aos destinos, os empresários precisam pagar tarifas e impostos que não são os mesmos entre seus concorrentes. Com relação a acordos como o da Colômbia, pode ser pouco, mas demonstra uma mudança de posicionamento. Da parte do empresariado, isso vem mudando. No governo, há alguns sinais claros e outros ainda não. A postura do MDIC tem sido positiva não só na faixa de acordos comerciais, mas também na facilitação de negócios. Foi desenvolvido um acordo multilateral nos últimos três anos, que o Brasil acabou de ratificar por meio de assinatura da presidenta Dilma. Outro grande avanço foi a criação de um portal único no qual o empresário dispõe de uma única janela, onde coloca todos os dados que irão para os órgãos governamentais que necessitam autorizar a exportação. Para se ter uma ideia, hoje, no Brasil, são 17 órgãos anuentes. Isso era antes realizado órgão por órgão, uma burocracia imensa. Essa página está prevista para 2017 e reduzirá as horas de trabalho muito consideravelmente. 

Textília: Que tipo de acordos devem ser analisados com mais atenção a partir de agora, para diminuir o distanciamento nacional do comércio global?

Soraya: Todos os setores têm de prestar atenção nas novas regras do TPP e, nos dois próximos anos, no que sair no Transatlantic, parceria entre Estados Unidos e União Europeia. Esses tratados são os mais avançados que existem hoje e definirão os acordos do futuro. Precisamos acompanhar tecnicamente e olhar de perto se não vão gerar desvios de comércio que nos prejudicarão. Para qualquer país, isso é fundamental. 

Textília: Diante dessa afirmação, podemos concluir, portanto, que houve um fracasso no Mercosul?

Soraya: O Mercosul trouxe benefícios para as empresas brasileiras, mas ele começou como um projeto de governo e não teve participação do setor privado. Foi uma decisão política a criação da figura do Mercosul. Tivemos que correr atrás para trabalhar dentro desse novo paradigma, mas não foi uma opção das empresas brasileiras. Criou-se, no entanto, um mercado nos primeiros anos de seu funcionamento, o que gerou um fluxo de comércio significativo e bom para as empresas brasileiras. O Mercosul é também, de certa forma, o primeiro passo das empresas brasileiras interessadas em internacionalizar. É mais barato, o idioma é similar e é próximo, o que facilita visitas a clientes e fornecedores. O problema é que isso foi paralisado por muito tempo e por uma série de motivos, principalmente os internos, fazendo com que normas que até já foram decididas não fossem internalizadas. Hoje, eu diria que o Mercosul possui tantos problemas que não funciona. Houve uma pretensão de se transformar o Mercosul em União Europeia, mas deveríamos ter passado por etapas, como foi o caso da UE. 

Textília: Quando ocorreu a última ação significativa do Mercosul?

Soaraya: Há pelo menos seis anos não acontece nada. A última ação foi no governo Lula e aconteceu relativamente pouca coisa. O Mercosul está muito aquém do que poderia ser. 

Textília: Que conselhos você daria para o empresário que deseja começar a exportar?

Soraya: Em primeiro lugar, tenha um conhecimento grande do seu setor para procurar enxergar exatamente qual nicho de mercado pode ser atingido no exterior. A postura para o Comex não é só ter um produto bom. É impor- tante prospectar e ver que produtos o mercado deseja. Depois, é essencial adaptar o produto. Se sair simplesmente sem ajuste e inteligência, você tem pequenas chances de sucesso. Segundo: a decisão tem que ser da empresa, do presidente ao contínuo. Se você for ao exterior somente para resolver o problema de estoque, a chance de dar errado é grande. Uma vez que o seu cliente não gosta do seu produto, você nunca mais terá chances com ele. É mais difícil retomar do que abrir um canal. O processo é de longo prazo, precisa-se criar uma forma de trabalho para a empresa.

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Por: Gabriel Rajão
Foto: CNI

Data de publicação: 01/06/2016

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