Language
home » têxtil »

Conjuntura

Tamanho do texto  A A A
Compartilhar

A pandemia e o declínio do Brasil na indústria mundial

A UNIDO (United Nations Industrial Development Organization) estima que o valor adicionado da indústria de transformação mundial caiu -8,4% em 2020, devido à pandemia de covid-19, que desencadeou uma crise sem precedentes, impactando a fabricação de bens e causando rupturas nas cadeias globais de valor (CGV), bem como uma desaceleração geral da demanda.

A China, primeiro país atingido pelo surto de coronavírus, mas também o primeiro a controlá-lo, registrou um declínio de apenas -1,3% de sua indústria de transformação em 2020, mantendo-se como a principal produtora mundial de manufaturas, com 31,3% do total do valor adicionado do setor no mundo.

Em seguida, vieram os Estados Unidos, com a 2ª maior manufatura do mundo, Japão e Alemanha, em 3º e 4º lugar, respectivamente. A participação destes países na indústria global retrocedeu na última década e, por isso, recentemente, vêm lançando mão de novas estratégias de desenvolvimento industrial.

Coréia do Sul (5º lugar) e Índia (6º lugar) foram as principais nações que mais ascenderam no ranking mundial entre 2010 e 2020, consolidando sua presença no batalhão dos líderes da indústria global. Já o Brasil vem trilhando na direção oposta.

Nós, que chegamos a possuir a 9ª maior indústria do mundo em 2005, recuamos para a 11ª posição em 2015 e, então, para a 14ª colocação em 2020. Ao longo deste período, nossa participação caiu quase pela metade, encolhendo de 2,2% da indústria mundial em 2005 para apenas 1,3% em 2020

Esta involução foi influenciada pelos efeitos das duas graves crises recentes, 2015-2016 e 2020, produzindo um declínio do valor adicionado da indústria manufatureira do Brasil de -1,5% ao ano entre 2015 e 2020. Isso se sobrepôs a uma longa trajetória de acúmulo de distorções em nossa estrutura produtiva, que comprometeram a competitividade da indústria brasileira, e de ausência de uma estratégia industrial que apoiasse a construção de novas competências produtivas e tecnológicas e não que tivesse caráter meramente compensatório de custos sistêmicos.

O Brasil está na contramão do mundo e também na direção oposta do grupos dos países emergentes e em desenvolvimento. Alguns dados da UNIDO para a última década ilustram bem esta dissonância:

     •  Enquanto o VA da manufatura no Brasil encolhia entre 2015 e 2020, no agregado da indústria mundial crescia +1,6% a.a. e avançava +3,5% a.a. no grupos dos países em desenvolvimento e emergentes.

     •  Na última década, a despeito da pandemia, não há sinais de desindustrialização nem no mundo, cuja participação da indústria no PIB manteve-se em 16% (em US$ de 2015), nem nos países em desenvolvimento, em que esta participação saiu de 20% para 20,6%. No Brasil, contudo, a participação da manufatura encolheu de 12,4% para 9,9%, segundo os dados da UNIDO.

     •  Em termos per capita, a evolução do valor adicionado manufatureiro também seguiu em direção contrária no Brasil: -25% entre 2010 e 2020 e +36,6% nos países emergentes e em desenvolvimento e +11,9% no agregado mundial.

Vale observar também a evolução da composição setorial do VA da indústria brasileira sob dois aspectos. O primeiro deles aponta para uma concentração ainda maior em poucos ramos, a princípio, de menor intensidade tecnológica. Entre 2010 e 2019, que é o ano mais recente disponível dos dados setoriais, o peso de apenas 4 ramos, a saber, alimentos, produtos químicos, coque e petróleo refinado e metais básicos, aumentou de 45,7% para 53,1% do VA da indústria brasileira.

O segundo aspecto é que em poucos setores o Brasil encontra-se entre os 10 maiores produtores mundiais e em alguns destes casos, inclusive, houve perda de colocação no ranking da UNIDO: em alimentos caímos da 6ª posição em 2015 para a 8ª em 2019 e em produtos de metal, da 8ª para a 9ª, por exemplo.

Em 2015, o Brasil não aparecia entre os 15 maiores produtores em 5 setores industriais, número este que aumentou para 8 setores, entre os quais ramos de maior intensidade tecnológica, como computadores e eletrônicos, equipamentos elétricos, máquinas e equipamentos e veículos. 

A pandemia de Covid-19 traz oportunidades e riscos para a posição do Brasil na indústria global. É uma oportunidade para, assim como estão fazendo outros países de destaque, como EUA e China, adotar um plano de recuperação econômica que conte com uma moderna estratégia de fortalecimento industrial, voltada à elevação da produtividade, à digitalização e à sustentabilidade ambiental.

Mas é também um risco, pois a pandemia pode acelerar reconfigurações das cadeias de valor na busca por maior resiliência, tornando-as mais regionalizadas e mais próximas dos mercados consumidores mais dinâmicos. Os países avançados também dão sinais de querer se reindustrializar, estimulando o reshoring de suas empresas. São movimentos que podem apartar o Brasil das atividades mais dinâmicas da indústria mundial. 

Panorama da indústria de transformação mundial

De acordo com as estimativas apresentadas no relatório anual da UNIDO (United Nations Industrial Development Organization), o valor adicionado na produção da indústria de transformação mundial (manufacturing value added - MVA) caiu 8,4% em 2020, em dólares constantes de 2015. A desaceleração já era uma tendência associada às disputas geopolíticas capitaneadas por China e EUA.

Mas a pandemia da COVID-19 desencadeou uma crise sem precedentes, impactando a fabricação de bens e causando rupturas nas cadeias globais de valor (CGV), bem como uma desaceleração geral da demanda, dadas as consequências econômicas sobre o emprego e a renda, além de elevação da incerteza que inibe investimentos.

Embora generalizados, as magnitudes dos impactos nos diferentes grupos de países foram diferentes. Em que se pese o fato de que a produção de manufaturas se divide quase igualmente, em termos de valor, entre economias industrializadas e as demais, o MVA das primeiras teve queda de 12,4%, enquanto o dos países em desenvolvimento e emergentes recuou cerca de 8%.

A China registrou um declínio de MVA de apenas 1,3% em 2020, consolidando-se como a principal produtora de manufaturas do mundial: 31,3% do total. Em seguida, nas três próximas vieram Estados Unidos (cuja participação passou de 16,5% em 2019 para 15,9% em 2020), Japão (de 7,1% para 6,6%) e Alemanha (de 5,1% para 4,6%).

Coréia do Sul, com a 5ª maior manufatura do mundo, ampliou sua participação de 3,1% para 3,3% entre 2019 e 2020 e Índia, na 6ª posição, pouco perdeu participação, passando de 3,2% para 3,0%. Estas foram as principais nações industriais, além da China, que mais ascenderam no ranking mundial de manufaturas na última década, enquanto o Brasil perdeu posições.

Em 2020, o Brasil alcançou a 14ª posição no ranking mundial de manufaturas, com parcela de 1,3% do MVA mundial. Em 2019, o Brasil havia ocupado a 13ª posição com 1,4% da manufatura global. O declínio no ranking, entretanto, já vem de mais tempo: em 2005, ocupávamos a 10ª posição e nossa parcela era de 2,2% do total.  Vale ressaltar que recentemente as estimativas presentes no relatório e nos bancos de dados da UNIDO em 2019 foram atualizadas, o que melhorou a posição brasileira naquele ano (passou da 16ª para 13ª posição).

O Brasil, considerado um país em desenvolvimento, continua registrando queda da participação da indústria de transformação no PIB, de 12,4% em 2010 para 9,9% em 2020. Em contraposição, a participação do MVA no PIB total nos países em desenvolvimento permanece em cerca de 20% desde 1990, com ligeira alta de 2010 a 2020. Nos países menos desenvolvidos, registra-se tambem um aumento para em média 13,0% do PIB, puxado pela Asia – já que a participação da manufatura nos países menos desenvolvidos africanos tem ficado em torno de 10% do PIB em todo o período.

Como adverte a UNIDO, a pandemia pode ter introduzido ou aprofundado mudanças a médio e longo prazo que implicam reconfigurações das cadeias de valor, tornando-as mais regionalizadas. Em especial, as economias avançadas podem se reindustrializar para reduzir o risco de rupturas e/ ou recalibrar o balanço de poder globalmente. Entretanto, as evidências que sustentam este processo permanecem escassas.

O Portal Textília.net não autoriza a reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo aqui publicado, sem prévia e expressa autorização. Infrações sujeitas a sanções.

Fonte: IEDI
Fotos: Divulgação

Data de publicação: 10/08/2021

Conteúdo relacionado


Setor têxtil apresenta resultados de 2021 e projeções para 2022
“Ano de 2022 será um ano difícil, ruidoso e polêmico e isso tudo afetará os negócios”, disse Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção – Abit, ao apresentar na quarta-feira, 19, balanço do setor em coletiva online. Segundo ele, a performance de 2021 foi boa, mas não cobriu as perdas de 2020, no que diz respeito à produção e vendas internas  2022-01-24 - Tags: abit fernando pimental 2022 omicron mercado pandemia confeccao textil producao

Produtividade na indústria é fator crítico para o desenvolvimento sustentável
Na última live de 2021 promovida pela Abit – Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, o presidente da entidade, Fernando Pimentel, abordou sobre produtividade no pós-pandemia com três convidados: Samantha Cunha, gerente de Política Industrial da CNI; Marcos De Marchi, diretor-presidente do Grupo Vicunha e Jairo Amorim, diretor executivo industrial do Grupo Riachuelo/Guararapes, que foram unânimes ao concluir que não há desenvolvimento sustentável sem ações de estímulo à produção.  2021-12-20 - Tags: abit fernando pimentel live vicunha cni guararapes riachuelo

Preço do gás na Europa dispara enquanto os EUA avaliam sanções contra a Rússia
Na terça-feira (7 de dezembro), os mercados futuros de gás natural na Europa dispararam depois que os aliados americanos e europeus avaliaram novas sanções contra a Rússia se ela invadir a Ucrânia. O tempo frio não é o único fator determinante dos preços do gás natural, mas também a instabilidade geopolítica na região ajuda a empurrar os preços para perto de 100 euros por megawatt-hora.  2021-12-10 - Tags: bloomberg europa gas natural ucrania gas preco eua russia

PIB do Brasil entra em recessão técnica após quebra de 0,1% no 3º trimestre
O Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil caiu 0,1% no terceiro trimestre na comparação com os três meses imediatamente anteriores, confirmando o estado de recessão técnica de acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a segunda queda consecutiva do ano, apesar do crescimento de 4% em comparação com 2020.  2021-12-06 - Tags: pib produto interno bruto brasil ibge recessao tecnica

Indicador Ipea registra recuo de 0,8% nos investimentos no mês de setembro
O Indicador Mensal de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quinta-feira (2/12), apontou recuo de 0,8% em setembro frente a agosto deste ano, na série com ajuste sazonal. Em relação aos mesmos períodos de 2020, em setembro verificou-se expansão de 13,8% e, no terceiro trimestre, houve crescimento de 18,8%.  2021-12-03 - Tags: ipea recuo investimentos setembro 2021 consumo retracao fbcf

Indústria tenta reagir em setembro
A indústria tenta reagir na intenção de lançar produtos, segundo o Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial, produzido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. No mês de setembro o índice apresentou crescimento de 16,5% na comparação com o mês anterior no dado livre de efeitos sazonais. No entanto, na comparação com o mesmo mês do ano anterior, apresentou uma queda de -9,6% e no acumulado de 12 meses um crescimento de 2,3%.  2021-10-05 - Tags: industria reacao pos pandemia indice gs1 lancamentos produtos empresas negocios

Mackenzie divulga estudo sobre efeitos da simplificação tributária na cadeia têxtil e de confecção
Com objetivo de reduzir a informalidade do setor, o Centro Mackenzie de Liberdade Econômica (CMLE), think-tank liberal acadêmico da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) divulgou o estudo: Os efeitos potenciais do regime tributário competitivo para confecção (RTCC): uma aplicação de vetores autorregressivos (VAR), produzido pelo coordenador do Centro, professor Vladimir Fernandes Maciel; pelo professor Ulisses Monteiro Ruiz de Gamboa, pesquisador do CMLE; por Bruno Dale Vendruscolo, mestre em Economia pela UPM; e por Haroldo Silva, consultor da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), do Sindivestuário-SP e do Sinditêxtil.  2021-09-06 - Tags: centro mackenzie de liberdade economica universidade presbiteriana mackenzie aliquota tributos confeccao textil

Benefícios da desoneração da folha superam renúncia fiscal estimada
Setor têxtil defende a prorrogação da medida até 2026. Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), salientou que a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos será importante para a manutenção de empregos, estímulo à economia e incentivo à exportação. Ele fez as observações em depoimento na audiência pública (25 de agosto) da Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados, sobre o Projeto de Lei 2541/21, que estabelece a medida.  2021-08-31 - Tags: fernando pimentel abit desoneracao folha pagamento emprego economia exportacao camara deputados

Ipea revisa a projeção da inflação de 5,9% para 7,1% em 2021
O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) divulgou, (24/8), a revisão da previsão para a inflação brasileira em 2021: o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi revisto de 5,9% para 7,1%. Parte do aumento veio da expectativa de reajustes mais acentuados para a gasolina e a energia elétrica, que provocaram uma elevação da projeção de preços monitorados de 9,5% para 11,0%.  2021-08-25 - Tags: ipea instituto de pesquisa economica aplicada inflacao reajustes energia eletrica

ETE em Americana é alvo de ação envolvendo empresas do setor têxtil
Em julho de 2021, o Ministério Público Federal (MPF) requisitou à Polícia Federal que apure suposto crime ambiental no Rio Piracicaba, após lançamento de resíduos industriais em Americana (SP). De acordo com a denúncia, o descarte irregular de matéria orgânica está superando a capacidade da ETE Carioba – Estação de Tratamento de Esgoto - que foi construída na década de 1980 com apoio de empresas do setor têxtil.  2021-08-19 - Tags: meio ambiente ete carioba leandro zanini denuncia descarte irregular tratamento

Ação coletiva do Sinditec é beneficiada com decisão do STF
O Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou recentemente a inconstitucionalidade da inclusão do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na base de cálculo das contribuições do Programa de Integração Social (PIS) e Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) no faturamento mensal das empresas.  2021-08-11 - Tags: supremo tribunal federal icms cofins sinditec sindicato imposto pis

A pandemia e o declínio do Brasil na indústria mundial
A UNIDO (United Nations Industrial Development Organization) estima que o valor adicionado da indústria de transformação mundial caiu -8,4% em 2020, devido à pandemia de covid-19, que desencadeou uma crise sem precedentes, impactando a fabricação de bens e causando rupturas nas cadeias globais de valor (CGV), bem como uma desaceleração geral da demanda.  2021-08-10 - Tags: unido industria covid 19 pandemia united nations industrial development organization brasil

Oerlikon apresenta resultados do segundo trimestre e do semestre de 2021
Ao apresentar o balanço das atividades e resultados da companhia, Roland Fischer, CEO do Oerlikon Group, disse: "As decisões tomadas continuaram a capturar negócios à medida que a demanda aumenta, e a margem EBITDA melhorada sublinha os efeitos positivos contínuos de nossas ações de custos. As Soluções de Processamento de Polímeros tiveram uma demanda saudável nas empresas de filamentos e não filamentos. Nossa diversificação estratégica no processamento de polímeros, incluindo controle de fluxo e tecnologias de reciclagem sustentáveis, deverá gerar oportunidades adicionais de receita nos próximos anos”.  2021-08-04 - Tags: oerlikon mercado negocios conjuntura trimestre 2021 resultados

Setor têxtil e de confecção sinaliza retomada, mas conjuntura ainda preocupa
A indústria têxtil e de vestuário vem aumentando a produção em dois dígitos neste ano, conforme balanço apresentado pelo presidente da Abit, Fernando Pimentel, em coletiva on-line no dia 8 de julho. Na comparação entre os primeiros cinco meses de 2021 e do ano passado, a produção têxtil avançou 36,3%, a do vestuário, 36,6% e o varejo de roupas teve expansão de 26,2%.  2021-07-16 - Tags: industria varejo coletiva abit pandemia retomada fernando pimentel desempenho

Retomada no pós-pandemia é oportunidade para recuperar a indústria brasileira
A pandemia do covid-19 trouxe impactos significativos na economia brasileira e mundial, especialmente para a indústria. Por outro lado, a avaliação de especialistas é que a crise pode ser a oportunidade para uma nova configuração da indústria brasileira na retomada do pós-pandemia, através da priorização de setores estratégicos e a adoção de uma política macroeconômica que dê sustentação ao setor.  2021-07-12 - Tags: premio abde bid 2020 covid bndes rafael palmas luciano schweizer webinar

KPMG aponta perspectiva de início de retomada para a indústria
A KPMG realizou um levantamento analisando os quatro padrões de retomada dos 40 principais setores da economia brasileira após um ano de início da pandemia do covid-19. Segundo estudo, a Indústria mantém o estágio "transformar para reemergir" com perspectivas positivas para um "retorno ao normal".  2021-06-18 - Tags: kpmg retomada industria setores economia covid 19 pib cni conjuntura

Embarques mundiais de novas máquinas têxteis diminuíram em 2020
Em 2020, os embarques globais de máquinas de fiação, texturização, tecelagem, tricô e acabamento diminuíram em relação a 2019. As entregas de novos fusos para fibra curta, rotores e fusos para fibras longas caíram -48%, -27% e -46%, respectivamente. O número de texturizadoras embarcados diminuiu em -30% e as entregas de teares reduziram em -16%.  2021-06-10 - Tags: itmf maquinas texteis 2020 embarque negocios mercado conjuntura

Consumo de energia elétrica no setor têxtil cresce 98,2% em abril
Levantamento periódico feito pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica - CCEE para avaliar o impacto do covid-19 no consumo de eletricidade mostra que a indústria têxtil, uma das mais afetadas durante a pandemia, tem se recuperado gradualmente. Em abril, a demanda por energia neste mercado cresceu 98,2%, a segunda maior alta entre os ramos de atividade acompanhados, atrás somente do segmento de automóveis.  2021-05-13 - Tags: ccee camara de comercializacao de energia eletrica energia eletrica textil

KPMG lista 5 tendências da indústria química em 2021
A indústria química passou por extremos em 2020. Enquanto novas empresas surgiam como fabricantes de desinfetantes e de reagentes de diagnóstico, outras passaram por grandes dificuldades. Seja para atender demandas repentinas ou lutando para sobreviver, em ambos os casos houve disrupção nos negócios. Essas são algumas das conclusões da publicação "Cinco tendências que moldarão a indústria química em 2021", da KPMG.  2021-05-12 - Tags: industria quimica sergio benrto kpmg digitalizacao processos tendencias

Déficit do setor têxtil e de confecção fica estável no primeiro trimestre
No primeiro trimestre deste ano, informa a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a balança comercial do setor apresentou déficit de US$ 1,15 bilhão, que ficou praticamente igual ao do mesmo período do ano passado, de US$ 1,36 bilhão, com recuo de apenas 0,21%. Na mesma base de comparação, as importações foram de US$ 1,37 bilhão, com aumento de 0,004%, e as exportações alcançaram US$ 215,9 milhões, o que significou queda de 8,67%  2021-05-04 - Tags: abit balanca comercial deficit recuo vestuario volume