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Moda - Restrito

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Première Vision

 
 

Individualidades é o tema do Première Vision para a próxima estação.
Entende-se por individualidade a livre interpretação; uma pesquisa de identidade e a vontade de juntar as peças de um puzzle, num mundo onde coabitam a realidade e a teatralidade - um mundo espetáculo, um mundo codificado, um mundo ativo e um mundo animalizado.

 

O Mundo do Espetáculo

Uma cena teatral, uma luz artificial e um grupo de comediantes que, por meio de contos e lendas do passado, descrevem a modernidade.

A opulência dos veludos em todas as suas formas: liso, devorê, estampado, pêlos longos.

Transparências e semitransparências das musselines e tules bordados. Os efeitos misteriosos dos changeants.

Acabamentos que refletem a luz. Metais oxidados (bronze, ouro velho, cobre). Tecidos acetinados como os failles, tafetás, adamascados e brocados.

Pequenos motivos em jacquard e jacquards em relevos. Bordados e guipures com fios metalizados.

Rendas e bordados estampados. Motivos de inspiração ornamental, arabescos,

cashemires e motivos de ferro forjado. Estampas dos tecidos: goma, plásticos, látex, flocado, pigmento metálico e estampa a quente. Pouco importa o desenho, o importante é o suporte.

Motivos florais, geométricos, Renascimento e Idade Média, recuperação de motivos históricos e do imaginário. Cores: vermelhos luxuriantes, carbono teatral, cobre e bronze ornamental.

Foto: Didier Griffoulère

 

 

 

 

Fotos: Carlos Simões

O Mundo Codificado

O dandismo e seus novos códigos para o vestuário. Um estilo chic por meio da fineza e elegância ambígua nos aspectos e toques dos tecidos.

Refinamento e precisão são palavras-chave para esse mundo masculino/feminino que perpetua a tradição e bom gosto, qualidade e originalidade mediante os detalhes. Um estilo retrô contemporâneo.

A lã pura ou com misturas de seda, viscose, lyocell, cashemire, angorá e mohair. Duplas-faces, fios penteados ou mistura de fios penteados e cardados, shetlands leves, flanelas, veludos de lã.

Sempre a presença do stretch. Crepes gonflants. Diagonais para as roupas mais estruturadas, quase militar, tricots leves, malharia. Fios chenile e micro-bouclê. Xadrezes e listras simples de inspiração masculina, microdesenhos. Cores: cinza, marinho e castanho escuro combinados com o pastel acizentado, enevoado.

 

Um Mundo Ativo

A sofisticação do esportivo, funcionalidade, performance, multi-funções, easy-care são propriedades fundamentais em todos os setores.

Para as matérias, a importância dos toques suaves, sedosos como o algodão, microfibras e lyocell. A resistência da poliamida e do poliéster. A impermeabilidade e a respirabilidade por meio do emprego do polipropileno e das fibras de goma elástica.

Os acabamentos enduzidos: impermeáveis, respirantes, plastificados, metalizados, aspectos de couro, para malharia e plano. Fios refletivos ou metal (alumínio e cobre). Dupla-face, contracollés, neoprene. Tecidos térmicos, malhas polar stretch e bi-stretch. O denim autêntico ou o estilo couture.

Aspecto envelhecido chic, utilização de fios ring e misturas com náilon, poliéster, elastano e lyocell. Fios flammés, estampados, urdume índigo, tramas coloridas, diagonais abertos. Denim com peso de camisaria: fios retorcidos e micro-estruturados. Cores: vivas e dinâmicas, urbanas e metalizadas.

O Mundo Animalizado

A natureza como tela de fundo para um mundo animal imaginário e portador de sonhos.
Simulação de todas as peles para se proteger, camuflar-se e prolongar o calor do corpo.
Uma mistura de sensualidade tátil e de pêlos como proteção. Leveza, conforto e volume.

A lã pura ou com misturas. Falsas peles e aspectos de pêlos. Malhas macias e volumosas.Tweeds refinados. Cores: tons de peles, pelagem, tons da luz outonal e da natureza suavizada.

Caminhos que levam aos negócios

Não é fácil manter a liderança, principalmente nos dias atuais, quando a economia assume um perfil global e a informação circula, em todas as direções, em tempo real.

Mas o Premiere Vision - como verificou-se na edição de Outono-Inverno 98/99, realizada de 4 a 7 de outubro, em Paris - tem conseguido ficar na dianteira, devido aos esforços de seus dirigentes e à coesão entre todos os profissionais envolvidas na iniciativa. Essa unidade de interesses reflete-se (aos olhos dos quase 45 mil observadores do mundo inteiro que ali comparecem) na própria forma de apresentação da feira: seja pela postura de puro business de seus expositores, seja por meio da comunicação dos dados relativos às tendências da temporada.

A propósito da moda, há que se ressaltar o impacto causado pela trilogia composta pelos fóruns (o geral e os setorizados), o audivisual (filmes criados para anteriores do salão receberam prêmios em festivais europeus de cinema) e o caderno de tendências.
Assim, a informação - base sobre a qual se sustentam os negócios do setor - chega, de forma direta, e muitas vezes lúdica à percepção dos visitantes.

Vale a pena ressaltar que, seis meses antes de cada edição da feira, é formada uma comissão composta por indústriais, profissionais de tecelagens, bureaux de style, conselheiros e associações européias para se definir as tendências. O processo é conhecido como Concertation Européenne. As reuniões iniciam-se com as multinaiconais do setor de fibras, seguida pelo grupo de fiações, tecelagens e malharias, pelos grupos de estilistas, escritórios de estilos e demais profissionais que definirão a gama de cores e tendências de matérias da estação.

A informação de moda, bem como os dados referentes aos mercados emergentes e novas correntes sócio-culturais são apresentadas em primeira mão e com exclusividade aos empresários têxteis europeus.

Apesar do conjunto bem orquestrado de iniciativas que cercam o Salão, alguns observadores preocupam-se, ainda, com a presença maciça e incisiva de visitantes asiáticos, movidos pela determinada busca de novidades, que logo se transformarão em artigos feitos em escala. A grande indústria têxtil européia tem aí, sem dúvida, forte concorrência,

Mas não se pode negar que larga na frente, com a informação, seriedade e qualidade mundialmente reconhecidas. Estas são, aliás, características patentes para o crescente número de brasileiros que visitam o Salão (em março de 1996 eram 251, número que subiu para 338 em março de 1997, chegando a 520 em outubro passado).

O quadro prova que a concorrência estimula os profissionais brasileiros a buscar, na fonte segura, o ponto de partida para as suas coleções, enquanto deixa à mostra aos empresários europeus que o Brasil de hoje, com sua política de estabilização econômica, tem condições de tornar-se um bom parceiro na área têxtil.

 

Cores
uma gama refinada, sutil. rítmica e personalizada.


  • Manhãs Geadas - cores da alvorada como rosas e cinzas manchadas pela cerração.Geadas manchadas e cintilantes sob a delicadeza de um céu esbranquiçado.
  • A bela e seus brocados - um outono embalado pelas lendas luxuriantes da Idade Média, com adorno de luz, de luz, de magia e paixão.
  • Cavalgada pelas sombras - sombras reveladas pelos fragmentos de mistério. Negros coloridos e crepusculares.

  • A bruma da irlanda e o pastel acizentado.
  • Cores da relva queimada pelo sol com salpiques metálicos.
  • Os grandes clássicos e belos sombrios.
  • Paixão barroca sublinhada com efeitos metálicos.
  •  

  • A ternura azulada e os básicos escurecidos em torno de uma neutralidade bicolor intemporal
  • A performance dos azuis e a sofisticação dos violáceos

  • A paixão alegre e a competição esportiva
  • Negros coloridos pela força dos extremos: provocação do anonimato urbano
  • Aspectos metálicos, símbolos metálicos, símbolos de novas tecnologias e fibras protetoras
  •  

    Forum Geral

    Mercado Feminino

    Uma mulher sem fronteiras para o humor, voluntária, misteriosa ou apaixonada de acordo com o momento. A mistura ou a sobreposição de tecidos sugerem o estilo: ornamental discreto para o dia ou técnico para a noite.

    Mercado Masculino

    Um universo masculino, intimista e informal, tudo em semitintosem que a tradição e o classicismo estão obrigatoriamente ligados ao conforto e á funcionalidade . Maciez, elasticidade e bem-estar com toques de preciosidade agora são características dos tecidos masculinos.

    Moda Infantil

    Uma imagem de maciez, calor e proteção. Um refúgio para um cocoon (casulo) somente disponível para as primeiras emoções. Um momento de recreação, no qual meninos e meninas se mantém ligados às flanelas, shetlands e o escocês coloridos.
    As brincadeiras, jogos e sonhos dos adolescentes não controlados.
    Um easy-care funcional e tecno; básicos confortáveis e com riscos garantidos.

     

    Reflexões sobre a Moda para o próximo Milênio
     
    Richard H., diretor de moda do Première Vision, em entrevista exclusiva ao Textília Press, analisa a estreita relação entre a criação e pesquisa industrial. Ele também fala sobre o papel dos formadores de opinião, sobre o poder (relativo) do marketing e da mídia.
     

    Textilia: Como o senhor caracteriza o atual momento que vive a moda, em face da chegada do novo milênio?

    Richard H.: Estamos num período fascinante porque, pela primeira vez, vemos a união entre a pesquisa pura, os criadores e os industriais. Eles se reúnem e o fazem no momento em que se dá especial importância aos tecidos - mais do que à forma.

    Textilia: Que direção deve tomar esse processo de valorização dos materiais, sob a influência da pesquisa tecnológica?

    Richard H.: Estamos num período de transição, mas já se prefigura o futuro. Evidentemente, começamos pelos aspectos mais simples. Isto é, pelas propriedades climáticas dadas aos tecidos. Por trás de tudo isso, há uma revolução que acontece graças às misturas de fibras.

    Textilia: Como o consumidor estará atuando nesse novo processo da moda?

    Richard H.: O consumidor busca uma nova filosofia para o vestuário. Deseja encontrar o que é necessário para o seu cotidiano com o máximo de conforto e liberdade corporal. O consumidor provavelmente recusará toda a forma de banalização e de ditadura da moda. Ele buscará na roupa uma expressão pessoal, individual.

    Textilia: Os criadores continuarão a ter a mesma influência que exercem hoje?

    Richard H.: Teremos sempre a necessidade dos criadores, pois são líderes que estão à margem da sociedade de consumo. No futuro, eles terão um papel de estímulo, mais do que propriamente de marketing. À medida que observarem hábitos, comportamentos e atitudes, nós não os veremos mais como business, mas como parâmetros a serem seguidos pelos consumidores.

    Textilia: Os desfiles serão ainda válidos como referências?

    Richard H.: Há sempre um sistema de referência, que funciona como um estímulo, um exemplo a ser seguido. É como se a performance pessoal estimulasse a competição; só que não se trata mais da reprodução do que fazem, mas de se inspirar pessoalmente nas imagens que esses criadores apresentam em seus desfiles. Buscaremos sempre uma inspiração.

    Textilia: O marketing e a mídia terão a mesma força atual?

    Richard H.: Creio no poder da mkídia e da publicidade. Mas creio também na lucidez do consumidor. Nesse período de transição, não nos resta mais do que aguardar, pois fomos despertos por toda essa tecnologia sem termos tido tempo de a digerir. Mas tenho confiança na nova geração e na lucidez . essa geração tomará a frente da nova técnica para gerar seu próprio desenvolvimento.

    Textilia: Os jovens talentos vão se desvencilhar do atual sistema da moda?

    Richard H.: Nosso trabalho é de observação e sentimos, numa primeira análise, a recusa por grande parte da nova geração de aceitar o jogo que havia antes, o jogo lógico do marketing e da propaganda. Notamos que há uma minoria que já trata de propor seu próprio modelo, recusando aquele que lhe impuseram, pela técnica da manipulação visual ou auditiva. Isso para mim é reconfortante. Não podemos propor, a longo termo, um único padrão.

    Textilia: O que acontecerá aos costureiros que têm apoio do marketing, mas são desprovidos de conteúdo?

    Richard H.: Não podemos imaginar um verdadeiro criador sem um conteúdo filosófico, sociológico ou artístico. Isso é inimaginável! Esse não seria um verdadeiro criador. Ficarão aqueles que não são mera expressão de seu próprio modelo, mas de um conteúdo sociológico, filosófico, artístico e político. Estou persuadido de que os profissionais criadores não sairão de escolas convencionais, mas de instituições voltadas à formação multidisciplinar.

    Textilia: Seguindo seu ponto de vista, se o marketing passa para o segundo plano, no futuro, a liderança na moda não estará mais nas mãos de tão poucos...

    Richard H.: A Internet, que hoje é uma revolução tecnológica, amanhã será uma revolução cultural. Poderíamos, então, pensar que o poder pertencerá àquele que detiver o monopólio - Microsoft, Apple etc. Porém, nem um nem outro terá o monopólio do pensamento e da expressão. Mesmo que a força desses recursos seja grande, haverá sempre uma vontade acima de tudo, que possibilitará que a nova geração contorne essa tecnologia. Nos grandes centros, tecnológica e economicamente avançados, há uma reação frente ao marketing, por meio do qual grupos pequenos mas significativos abrem portas para grupos maiores.

    Textilia: Países como o Brasil poderão estar integrados no circuito mundial dos lançadores de moda?

    Richard H.: Vocês têm a música, mundialmente conhecida pela beleza, que expressa muito bem a riqueza cultural do País. Ela poderá atuar como importantíssimo canal de difusão de todo esse potencial. É um engano pensar que seria necessário muito dinheiro para um programa de marketing internacional, quando vocês já contam com esse recurso.

    Textilia: A globalização não massificará a cultura de moda?

    Richard H.: Já não será mais possível impor uma mentalidade coletiva. Em nível de Europa, estamos trabalhando essa idéia de valorizar o coletivo, permitindo que se tornem mais ricas as formas de expressão individuais. A liberdade de expressão será um modelo de vida.

     

    Momento de Luxo e Conforto

    Segundo Caio da Rocha, estilista e conselheiro do Textília Press, o Salão não se limitou a apresentar os produtos da temporada. Além de desvendar as novas técnicas, cada vez mais sofisticadas, utilizadas na fabricação dos tecidos, o encontro faz uma leitura da nossa época, do comportamento e da visão de moda das pessoas.

    "A cena do audiovisual, na qual a jovem aparece diante do espelho escolhendo suas roupas, é muito expressiva: simboliza a maneira como cada um de nós se vê ao optar por uma peça", explica, completando que, em cada hora do dia e da noite, elegemos um personagem.

    "No sonho como na vida real - este, aliás, é o tema do filme -, a roupa tem o papel de vestir e seduzir." Caio da Rocha constata que já é uma constante a influência dos grandes desfiles sobre o desenvolvimento de tecidos. "Após a apresentação das coleções dos formadores de opinião do momento - Prada, John Galliano, Dolce & Gabanna e Alexander MacQueen -, surgem os verdadeiros hits da estação.

    " Nesse sentido, ele lembra a força dos motivos de flores e das peles (na forma de estampa ou de texturas), para o Verão passado, by Miuccia Prada e D&G, respectivamente.

    Como não muda a estrutura da roupa, "cada vez mais simples e descomplicada", os tecidos se enriquecem. "O futuro está representado pelo conforto e pelas qualidades inimagináveis dos artigos", assinala o estilista, acrescentando que luxo é a palavra de ordem, para o haute de gamme e o prêt-à-porter, "para compensar a simplicidade das formas".

    Para ele, o jardim de estilo francês instalado na entrada da feira remete à importância dos arabescos, dos brocados e das estampas do tipo tapeçaria que já estão no prêt-à-porter. Finalmente, a camuflagem (de pêlos e peles, além da vegetação) assume uma característica mais ecológica. "O instinto de proteção fala mais alto", conclui.

     
     
     

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    Por: Eleni Kronka e Carlos Simões

    Data de publicação: 01/09/1997

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