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Principal feira de moda na Colômbia não demonstra sinais de crise

Os reflexos da crise econômica global não tiraram o ânimo dos 8.500 visitantes que passaram pelos pavilhões da Colombiamoda 2009, realizada em Medellín entre os dias 27 e de 30 de julho. O único momento de apreensão durante o evento foi o intempestivo anúncio do presidente venezuelano, Hugo Chávez, que congelou relações diplomáticas com seu vizinho e principal parceiro comercial. O ato foi uma reação às denúncias, segundo ele infundadas, que apontavam seu governo como fornecedor de armas para as FARC, grupo paramilitar comunista que atua na Colômbia. A Venezuela é responsável por 70% das exportações colombianas, inclusive de têxteis e confecções, por isso, a decisão de Chávez, logo no segundo dia da feira, deixou expositores e visitantes assustados. O presidente da Colômbia, Álvaro Uribe, acusado pelo venezuelano de "ameaçar a paz na região" por favorecer bases militares norte-americanas em seu território, tratou de minimizar o incidente. Ele disse que apesar das delicadas relações políticas com a Venezuela, o comércio entre os dois países "não foi e nem será afetado". Esta edição da Colombiamoda contou com 420 expositores e 23 desfiles. Além da apresentação das coleções, foi realizado também durante o evento um seminário, onde foram discutidas propostas para o setor têxtil/confecção com o tema Ecotech.

Cenário geopolítico
Álvaro Uribe, que compareceu fortemente escoltado à solenidade de abertura da feira, prometeu aos empresários locais um pacote de medidas que inclui investimentos em infraestrutura, logística e educação, além de uma política rigorosa de combate ao contrabando, principal queixa do setor produtivo do país. Outra prioridade anunciada pelo presidente é a busca por novos mercados para escoamento dos produtos colombianos."Os acordos bilaterais que fizemos nos últimos anos nos permitiram ampliar o destino de nossas exportações de cinco para 45 países", disse Uribe, anunciando a Índia e a China como os mais novos integrantes da lista de parceiros comerciais da Colômbia, sem, contudo, detalhar as bases destes acordos. Outros desafios apontados por Uribe são incrementar a demanda interna e fortalecer os tratados com a Guatemala, Honduras, El Salvador, México, Chile e Canadá, países que se tornaram estratégicos para a Colômbia depois que as vendas para os EstadosUnidos despencaram 35% por causa da crise. Os constantes atritos políticos com a Venezuela e o Equador também têm afetado a balança comercial da Colômbia com estes países.

Diversificação de mercado
Guardando as devidas proporções, a Colômbia, assim como o Brasil, possui uma indústria têxtil consolidada. Embora lá, o número de empresas verticalizadas seja bem menor do que no Brasil, os pólos confeccionistas são mais organizados e funcionam como um dos motores da economia. Os produtos têxteis e confeccionados representam 20% do PIB industrial, enquanto a indústria do setor emprega cerca de 600 mil pessoas. "No geral, a cadeia têxtil contribui com 8% do valor agregado da indústria colombiana, 20% do emprego e 5% das exportações", resume Paula Andrea Trujillo, diretora de competitividade e internacionalização da Inexmoda, entidade promotora da feira. Segundo ela, a Colômbia é um grande importador de tecidos, sendo o Brasil um dos principais fornecedores de denim. Em compensação, a confecção exporta 57% do que produz. "Diante da crise, nosso país, que já tem tradição exportadora em vestuário, vem procurando diversificar os mercados e ampliar seu nível de internacionalização", completa a executiva.

Expositores se mostram otimistas
Ainda que os negócios fechados na feira, em torno de US$ 3,8 milhões, tenham ficado bem abaixo das expectativas de US$ 10 milhões, os expositores não pareciam desanimados, nem mesmo com a queda de público em relação ao ano passado. "Na Colombiamoda de 2008, recebemos 400 compradores logo no primeiro dia. Nesta edição, contabilizamos 280 visitantes, vindos principalmente da Venezuela e do Equador, confirmando que, apesar das questões políticas, estes países ainda são nossos parceiros comerciais", informa Paula Trujillo. Ela também comemora o fato de que a feira recebeu 1.400 compradores internacionais, sendo que deste total, 63% vieram pela primeira vez. "Isso demonstra que a Colombiamoda vem se consolidando como a principal feira do setor confeccionista latinoamericano".

Pelos corredores do evento

Para sentir o termômetro da feira, ouvimos alguns expositores, inclusive brasileiros, sobre suas expectativas com o evento. Além do estande da Abit, que tradicionalmente participa da Colombiamoda, oito empresas nacionais estavam presentes. A Cia.
Hering, uma das maiores indústrias brasileiras de confeccionados, apresentou suas marcas Hering, Hering Kids, PUC e dzarm. "Não fazemos mais private label (sistema onde a confecção produz peças para diversas marcas). Nossa estratégia agora é atender o mercado latino-americano com nossas marcas próprias", enfatiza Ulrich Kuhn, diretor de exportação da empresa.

Ele considera a Colombiamoda uma feira importante, mas reconhece que é pouco atrativa para o produto brasileiro. "A exportação de peças prontas do Brasil para o mercado latino é difícil. Não temos acordos preferenciais com a região. Além disso, por causa da alta carga tributária, nosso produto acaba se tornando caro para o mercado regional". Kuhn, todavia, considera que Colômbia e Brasil são os principais pólos têxteis da região e que, em alguns segmentos como moda íntima e jeanswear, podem ser complementares: "Enquanto o Brasil possui uma cadeia têxtil integrada, design arrojado e marcas fortes, a Colômbia tem um sistema de clusters (grupo de empresas que formam um conglomerado produtivo, atuante no mesmo segmento) na área de confecção bem sucedido, além de acordors comerciaias vantajosos com os Estados Unidos e Caribe. Acredito que devemos continuar investindo no fortalecimento das sinergias". Com capital bem mais modesto, mas com espírito empreendedor igual ao das grandes companhias, a mineira Feriado Nacional estreou no evento e conquistou a simpatia dos visitantes. Fabricante de moda praia, exporta 70 % de sua produção para Itália, Chile, França e Caribe, e mostrou peças exuberantes, com cores e estampas tropicais. "Acho que as empresas brasileiras deveriam ousar mais. Temos que sair do país, mostrar nosso produto e desenvolver de fato uma cultura exportadora. Do contrário, não seremos reconhecidos no continente",recomenda Fernando Santos, consultor internacional da marca. A colombiana Maria Fernanda Guerrero, gerente comercial da Formfit Rogers – empresa com 45 anos de mercado que fabrica 100 mil peças de lingerie por mês e exporta 28% da produção –, considera fundamental participar da feira, mas destaca que hoje as confecções colombianas estão procurando caminhos alternativos para seus produtos. "Há uma recessão no país por conta da crise. Além disso, tivemos queda na exportação, o queafetou os negócios. Nosso público está situado nas faixas A/B e, mesmo com poder aquisitivo melhor, sentiu os reflexos da retração econômica e recuaram nas vendas". Como alternativa, Maria Fernanada está diversificando os canais de distribuição,antes restrito à butiques, para lojas de multimarcas e até magazines. "Nossos principais mercados são o México e a Venezuela, mas com a atual conjuntura negativa, estamos buscando compradores no Peru e Equador". E quanto ao Brasil? "Não conheço o mercado brasileiro, mas sei que possui grandes fabricantes de lingerie. Talvez seja um caminho para o futuro, mas, no momento, nosso foco é América Central". A estilista peruana Marusia Lajara Loechle, da Cottons Flower, expôs pela primeira vez na Colombiamoda e disse estar satisfeita com os resultados. "As roupas de algodão, principalmente feitas com o pima peruano, tem boa aceitação no mercado da Colômbia, especialmente nos segmentos de camisaria e moda infantil", destaca. Ela também admite que as vendas caíram 20% por causa da crise, e sua estratégia para superar a queda de receita é apostar mais no designdiferenciado das peças e reduzir os custos, utilizando fibras mistas com Pima Cotton. Uma das marcas mais conhecidas delingerie colombiana, a Leonisa voltou suas baterias para os canais de distribuição numa tentativa de compensar a queda nas vendas. A empresa, que tem 55 anos de mercado, fábricas na Colômbia e Costa Rica e exporta 60% de sua produção, também utiliza o sistema de catálogo para comercializar seus produtos no exterior. "Temos lojas próprias em países da América do Sule Central e estamos modernizando o sistema para atender a demanda das grandes redes de varejo. Outra meta para ampliar a carteira de clientes será a participação em eventos fashion no México, Peru e Equador. Tradicionalmente nós expomos em Lyon e Paris, na França", explica Norton Ospina, gerente comercial da Leonisa.

Jeanswear
Empresa de médio porte, mas bem posicionada no mercado colombiano de jeanswear, a Quest possui 27 lojas, 16 franquias e exporta algumas peças para Guatemala, Equador, Venezuela e México. Segundo a gerente de produto Alejandra Valencia, a crise quase não afetou os negócios da marca. "A maior parte de nossa produção é vendida no mercado interno", diz, acrescentando que a empresa importa o tecido denim do Peru. Já a Textiles Fabricato, maior indústria têxtil/confecção da Colômbia, atuante nos segmentos de denim (70%), moda, malharia, nãotecidos e têxteis-lar, aproveitou a feira para lançar uma coleção de tecidos para decoração e
uma linha para o segmento hoteleiro. A diretora de relações públicas, Catalina Sanin, comenta: "O primeiro semestre foi muito duro. As vendas caíram muito em comparação com o mesmo período de 2008, entretanto não paramos de investir e nem de prospectar mercado. Inauguramos um fábrica com capacidade de produção de 122 milhões de metros lineares/ano de denim, que vai atender a demanda interna e também a exportação". Catalina diz que a nova fábrica é uma das mais modernas da América Latina em tecnologia e possui certificação ISO 14000. Sem atuação no mercado brasileiro, a Fabricato tem como principais focos a Venezuela, Equador, México, Peru e Estados Unidos.

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Por: Márcia Mariano
Fotos: Divulgação

Data de publicação: 23/02/2011

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