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MBI estimula cadeia têxtil em direção à indústria 4.0

Metodologia inédita, desenvolvida pelo Senai Cetiqt, abre oportunidade para se desenhar um novo parque industrial brasileiro. 

Quarenta empresários e executivos de indústrias têxteis e de confecção participaram do curso de Especialização Master In Business Innovation (MBI) em Indústria Avançada: Confecção 4.0 – Integrando Tecnologia para Projetar a Indústria do Futuro, oferecida pelo Senai Cetiqt. A aula inaugural, na verdade, uma imersão de dois dias sobre gestão e tecnologia, visando debater questões fundamentais para a modernização da cadeia têxtil brasileira, aconteceu nos dias 06 e 07 de abril, em um hotel na Barra da Tijuca e nas instalações do Senai, no Rio de Janeiro. Diferente dos MBI tradicionais, o curso é inovador porque aposta no compartilhamento de ideias, conhecimento e informação entre os participantes. “Em seis meses esses alunos-executivos irão criar projetos reais para a implementação do modelo 4.0 na indústria têxtil e de confecção, seguindo a mesma metodologia que utilizamos para desenvolver a nossa planta piloto de Confecção 4.0, existente no campus da faculdade”, explica Robson Marcus Wanka, gerente de educação do Senai Cetiqt. O MBI seguirá por cinco eixos temáticos: Estratégias de Inovação e Posicionamento de Negócio; Materiais e Produtos; Processo Produtivo; Confecção 4.0 e Projeto e Análise de Viabilidade. Ao longo de toda a especialização, os alunos-executivos contarão com aulas, palestras, videoaulas e dinâmicas colaborativas com vários especialistas e profissionais conceituados em suas áreas de atuação, que MBI estimula cadeia têxtil em direção à indústria 4.0 Metodologia inédita, desenvolvida pelo Senai Cetiqt, abre oportunidade para se desenhar um novo parque industrial brasileiro. compartilharão conteúdo e darão dicas e orientações para que os participantes possam aos poucos implantar em suas fábricas o modelo 4.0.

“As empresas perceberam a oportunidade de absorver as novidades. Conseguimos atingir a meta de trazer líderes da área têxtil para esta iniciativa audaciosa que, sem dúvida, será o pontapé inicial de uma revolução no modo de produção no setor. Somos os protagonistas nesse processo. Queremos que este MBI seja o início da criação de um grupo de discussão de longo prazo. O objetivo é promover um ambiente de networking para compartilhar desafios e necessidades, para que floresçam ideias e ações concretas que transformem o processo produtivo no Brasil”, diz Robson Wanka.

Novo modelo de indústria

A Publisher da ITT Press e Revista Textilia, Maria José de Carvalho, e o diretor internacional, Mario Cortopassi, estiveram presentes no evento. No intervalo das aulas foi possível aprofundar sobre este modelo inovador de transmissão de conhecimento que fortalece a parceria empresa/universidade. O gerente de educação Robson Wanka, conta que ideia do MBI em Indústria Avançada: Confecção 4.0 surgiu do sonho de tornar realidade um curso colaborativo para estimular o surgimento de startups nos moldes do que existe no Vale do Silício, nos EUA. “Eu queria um curso sem formalidades e participativo, que reunisse as maiores empresas do Brasil, onde acadêmicos, especialistas, empresários, profissionais do setor, enfim, todos pudessem discutir projetos reais. Não quero mais saber de teoria sobre Manufatura 4.0, disto está cheia a internet com palestras do mundo inteiro, falando a mesma coisa. Meu objetivo é ajudar a indústria a se reunir e trocar ideias”, comenta, acrescentando que o intuito é trabalhar a pós-graduação. “Na próxima imersão vamos focar em processo produtivo, depois em tecnologia e viabilidade. Outro diferencial que a gente está trazendo é a participação dos CEOs, que vamos escolher pelo Brasil afora. São pessoas referência de mercado, que irão avaliar os projetos de outras empresas. Além de termos grupos multitarefas, composto por uma empresa têxtil, uma de tecnologia, uma de educação e uma de confecção, esse grupo multidisciplinar vai montar um projeto de confecção 4.0”

Centro de Startups

A metodologia propõe às empresas pensarem novos modelos de negócio. O MBI é o ponto de partida para uma reflexão sobre estes modelos que, certamente, irão gerar novos produtos a partir de novos materiais, com objetivo de impulsionar uma confecção mais enxuta, integrada, automatizada, customizada e competitiva. Segundo Wanka, a ideia é que a partir do curso se evolua para a criação de um centro de startup voltado ao setor têxtil/confecção. “Conversando com alguns empresários, vi que eles querem levar inovação pra dentro de suas empresas. E o que queremos aqui no Senai Cetiqt? Proporcionar que uma empresa grande, pequena ou média empresa se motive e quem sabe, crie uma nova unidade, com um novo produto para um novo mercado de forma integrada e colaborativa. Isso é diferente de um modelo padrão. Quando as pessoas chegam aqui no MBI, elas trazem uma visão do contexto, mas com a evolução do curso, percebem uma abertura de portas, um mundo de possibilidades de parceria que poderá nascer a partir daqui”, enfatiza Wanka. Ele explica que o conceito adotado pelo Senai Cetiqt do Rio de Janeiro é semelhante ao que existe na Universidade de Stanford no Vale do Silício, nos Estados Unidos. “São empresas do mesmo setor, com os mesmos problemas que, em vez de se fecharem no seu mundo, se unem com outras empresas para encontrar uma solução. O que a gente está fazendo no Brasil é a mesma coisa. Estamos juntando empresas do têxtil/confecção para discutir os problemas e achar soluções de acordo com cada perfil”. O gerente de educação do Senai Cetiqt reconhece que um dos principais problemas da indústria brasileira hoje é a baixa produtividade e carência de mão de obra qualificada, mas argumenta que a proposta do curso é apontar caminhos para novos horizontes. “Aprestamos na aula inaugural novos materiais com novas aplicações, que ninguém ainda está usando no Brasil. Ou seja, que conclusão eu chego? Tem diversos nichos que não estão sendo atendidos ou explorados neste mercado. Então, a produtividade é um problema igual para todos e todos devem melhorá-la. Agora, uma coisa que ninguém está fazendo é explorar novos mercados. Neste curso, queremos provocar esta reflexão. E, sinceramente, vi muita gente com brilho nos olhos”.

Incutir uma cultura de colaboração entre as empresas brasileiras, geralmente avessas a isso, é outra meta do MBI em Indústria Avançada. “Não queremos apenas fazer uma pós-graduação e dar um certificado de conclusão. A grande estratégia é ter um grupo permanente de discussão da 4.0, após a conclusão do curso. Porque, o que acontece, a gente fala o seguinte: quando acabar o curso, esse grupo tem que prosseguir. Podemos continuar ajudando os empresários, colaborando para formar mão de obra, oferecendo consultoria aplicada às suas necessidades, não de forma isolada, mas que abrange toda a cadeia têxtil/confecção. Por isso não é um curso tradicional, é um movimento que não vai parar aos seis meses. Ele continuará e nossa intensão é expandir pelo Brasil inteiro”, detalha Robson Wanka. Segundo ele, além do Rio de Janeiro, a rede Senai em outros estados como Ceará, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Bahia, Paraná e Distrito Federal estará engajada no projeto. Ao término da imersão inaugural, Robson Wanka deixou uma mensagem aos participantes do primeiro grupo de MBI em Indústria Avançada: “Estamos realmente tirando do papel a indústria 4.0. Queremos contribuir de forma significativa não só para aumentar a produtividade e a qualidade, mas oferecer modelos de negócios que tragam agregação real de valor para as empresas”.

Impressões

Roberto Luiz da Cunha Barroso Ramos, professor-doutor da Universidade Federal do ABC, na área de Engenharia e também no Instituto Tecnológico da Aeronáutica, ITA, foi um dos palestrantes da aula inaugural. Ele falou sobre a funcionalidade dos têxteis, que pode ser obtida por meio de tratamento por plasma que, aplicado na superfície dos materiais, modifica suas propriedades intrínsecas. “Foi um convite do Senai Cetiqt que muito me honrou, pois tive a oportunidade de compartilhar um pouco da minha experiência com os outros participantes e também ouvir o mercado. O objetivo da minha apresentação foi mostrar quais são as funcionalidades das matérias- -primas, os materiais que devem ser utilizados, seus benefícios e, principalmente, o que se tem hoje de inovação, como, por exemplo, a tecnologia PCM, materiais de mudança de fases (em inglês: Phase Change Materials) que tem a função de regular as flutuações de temperatura. Embutido no tecido, consegue termorregular a temperatura do corpo humano, aquecendo ou esfriando. Esta propriedade serve para aplicação, por exemplo, em roupas esportivas e agasalhos. Foi muito gratificante passar estas informações no curso onde se tinha profissionais da área de confecção, tecelagem, malharia e tingimento, e poder conciliar tudo isso”, revela Ramos. Ele, que já trabalhou em empresas como Rhodia e Alpargatas e, a partir de 2010, decidiu focar sua carreira na área de pesquisa, garante que: “Quando você consegue conciliar o teórico e o prático, você conquista resultados significativos”.

Luciana Bechara, diretora de criação na Be Little, de Curitiba, que também é coordenadora têxtil na Federação das Indústrias do Paraná, diz que o MBI é uma ferramenta de conhecimento importante para pequenas e medias empresas. “Será um desafio enorme, visto que hoje existem pouquíssimas empresas que estão equipadas com tecnologia e mão de obra capacitada. Minha expectativa é conseguir implantar o conhecimento adquirido no MBI e preparar nossa pequena empresa para o futuro do segmento de moda, cada vez mais competitivo mundialmente”.

Ricardo Scartazzini, gestor na Tutto Bianco Uniformes, de Barreiras, na Bahia, também elogia a proposta do curso: “Procuramos o que há de melhor no mercado tecnológico destinado ao setor de confecção. Por isso, participar do curso será um canal de abertura para uma nova forma de trabalho. Alinhar os conhecimentos tecnológicos à realidade da minha empresa, buscando a troca de conhecimentos com outros profissionais do ramo e encontrar as melhores fontes de modernização na indústria será excelente”.

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Publicado por ITT Press - International Top Trends - ed. 111

Data de publicação: 05/08/2018

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