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A inovação tecnológica como aliada da competitividade

Integração de tecnologia, educação e inovação abre novas perspectivas para a indústria da moda se tornar mais criativa, ágil e eficiente.

O Senai Cetiqt ampliou seu projeto de Manufatura Avançada ao implantar no campus do Rio de Janeiro, onde já funciona a Planta de Confecção 4.0, as unidades Fashion Lab e Fábrica Modelo. Baseado no conceito de laboratório aberto e makerspace, o novo espaço de trabalho, inaugurado em dezembro de 2018, é dedicado ao aprendizado, experimentação e compartilhamento. A instalação conta com máquinas integradas a um sistema de produção que permite conectividade, sincronismo, flexibilidade e velocidade, onde empreendedores, estilistas e pequenas empresas poderão criar protótipos ou desenvolver produtos para venda direta no mercado. “O Senai Nacional vem incentivando as suas unidades e seus departamentos regionais a criarem esse tipo de espaço no Brasil para fomentar o desenvolvimento da indústria do futuro, que, na verdade, torna-se cada vez mais presente na economia criativa”, sintetiza Fabian Diniz, gerente do Instituto Senai de Tecnologia em Têxtil e Confecção do Senai Cetiqt (veja entrevista na pág. 20). Sérgio Motta, diretor-geral da instituição, destaca: “O Senai Cetiqt é referência na área de Design de Moda e também em consultoria para processos produtivos e tecnologias para estruturas industriais. Sendo assim, o Fashion Lab une essas duas expertises para trazer ao profissional do setor a possibilidade de testar competências, projetos e processos relacionados ao futuro da moda”.

Com espaços integrados, o Fashion Lab possui, de um lado, uma área com máquinas para prototipagem, sistemas virtuais, impressoras 3D e 4D multimateriais, fresadora de alta precisão, cortadora a laser e cortadora de vinil; e do outro lado, uma Fábrica Modelo, com maquinário completo e novas tecnologias para experimentação de processos produtivos mais enxutos de confecção. Neste espaço, são ofertados serviços como aplicação do conceito Lean, fluxo contínuo, estudo de tempos e métodos, balanceamento da célula, menor desperdício, maior produtividade; além de integração dos processos, padronização do produto com qualidade assegurada, confiabilidade e menor índice de não conformidade devido à otimização dos métodos.

No Fashion Lab também será possível pensar estratégias de comercialização e experiências de consumo. Para isso, os usuários contam com um ponto de vendas híbrido (virtual + físico), além de um ponto de vendas totalmente virtual. Por meio de óculos de realidade virtual, é possível, por exemplo, ‘passear’ por uma loja e conferir os produtos. Aberto a alunos e empreendedores do Brasil e até do exterior, o Senai Cetiqt é o maior centro latino-americano de ensino e tecnologia da cadeia têxtil e confecção. No novo espaço, projetos vanguardistas, baseados nos conceitos de laboratório, podem sair da prancheta para o ponto de venda em até uma semana, dependendo da complexidade da peça a ser criada.

Mudança de Paradigma

A publisher da ITT Press, Maria José de Carvalho, esteve na inauguração do Fashion Lab e da Fábrica Modelo, da qual marcaram presença diretores da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Sinditêxtil, Firjan, Senai, além de empresários, designers e profi ssionais que atuam no setor. O engenheiro têxtil Rafael Cervone Netto, 3º vice-presidente da Federação e do Centro das indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp/Ciesp) e membro do Conselho da Abit, disse que um dos impactos da Indústria 4.0 é a simplifi cação do processo produtivo. Apesar de reduzir o emprego de mão de obra em determinadas tarefas operacionais, já que boa parte delas serão executadas por robôs e sistemas interconectados, Cervone acha que outras oportunidades surgirão no mercado de trabalho, nas áreas de tecnologia e design. “A indústria 4.0 traz novo paradigma. Creio que haverá mudanças profundas, por exemplo, na legislação trabalhista e na lei de patentes, até porque haverá muito mais cocriação. Por exemplo, na indústria automobilística, uma grande marca fez um lançamento com mais de 17.000 pessoas participando da criação e elaboração do projeto. Como proteger a autoria disto?”, indaga.

Com relação à legislação trabalhista, Cervone diz que o trabalho feito em parceria será uma das chaves da manufatura avançada. “Se você desenvolve e realiza um projeto junto com um profi ssional que, por exemplo, está do outro lado do mundo, como determinar as regras trabalhistas? Até porque muitas tarefas sequer envolverão humanos, e sim robôs. Há quem já pense em arrecadar impostos sobre a atividade dos robôs. Pode ser, mas terá que se criar toda uma nova regulamentação. Precisamos ter uma visão clara e objetiva sobre tais legislações.”

Na cadeia têxtil, a confecção é a atividade que mais usa mão de obra, sobretudo feminina, na produção de vestuário. Sobre o impacto no emprego, o dirigente da Abit comenta: “Acho que muitas coisas vão mudar. Por exemplo, aqui (no laboratório) temos uma impressora 3D produzindo botões e zíper. Há uma máquina de ultrassom que dispensa costura com agulha e linha. Portanto, as atividades repetitivas, enfadonhas, sem criatividade e sem valor agregado serão muito mais impactadas dentro desta nova realidade. É importante ressaltar que em todas as revoluções industriais houve impactos sobre a mão de obra, mas também surgiu uma série de novas funções, criando-se, assim, um balanceamento da força de trabalho, minimizando o desemprego”.

Para Cervone, a inovação tecnológica trará muitas possibilidades no campo do trabalho. “Os smartphones que monitoram batimentos cardíacos, temperatura corporal, pressão sanguínea e até realizam raio X estão evoluindo numa velocidade impressionante. Então, as pessoas terão muito mais condições de melhorar o seu desempenho profissional através da educação para criar novas soluções para a atividade industrial. Isso vai ser um elemento transformador. E com isso virão novas funções.” Ele diz que no setor têxtil há uma vantagem do Brasil se comparado ao modelo asiático, especialmente ao da China, onde existem megaempresas produzindo tecidos e vestuário em larga escala. “Este não é o modelo de negócio que impera em nosso país. Ao contrário, nossa indústria de confecção é, em sua maioria, formada de pequenas e médias empresas. Um país de dimensões continentais, com a diversidade climática e cultural que temos, facilita a criatividade. Estando num modelo de fábrica enxuta e integrada é muito mais competitivo com a possibilidade de produzir próximo ao consumidor fi nal, o que torna o produto sob demanda mais acessível. Então, se quisermos concorrer globalmente, teremos que exportar também. Acredito que haverá muitas oportunidades com o novo modelo de manufatura.”

Um dos objetivos da indústria 4.0 é a possibilidade de se produzir próximo ao consumidor final e, assim, equalizar a logística. Por isso, acredita-se que o perfi l da produção têxtil deverá mudar e se expandir para mais fábricas pequenas, mais células de produção com capilaridade no país, pois isso elimina todos os intermediários do processo, e, desta forma, agrega mais valor, mais lucratividade e faz a economia girar mais rápido. E quanto à costura? Rafael Cervone diz que há duas possibilidades a serem analisadas: a costura totalmente automatizada, robotizada, com alta tecnologia, e a manutenção da costureira como uma profissional especializada, com visão mais ampla de todas as etapas do processo de confecção, sendo capaz de imprimir ou costurar uma peça de roupa. “A viagem a Marte está sendo possível por causa da impressora 3D; você substitui um monte de peças convencionais por materiais sob medida, produzidos conforme a necessidade e especificidade. Esta é a revolução da manufatura.”

Sara em ação

O Fashion Lab e a Fábrica Modelo foram desenvolvidos a partir do conceito do funcionamento de um cérebro, e, por isso, não poderia faltar um elemento de inteligência artificial, representado pelo robô Sara, sigla que significa Senai’s Advanced Robotic Assistant. Segundo Marco Aurélio Saraiva, um dos participantes da equipe de desenvolvedores do robô, a tarefa de Sara é a síntese do conceito do projeto. Seu objetivo é auxiliar o visitante a fazer um tour pela unidade de produção, explicando o passo a passo das etapas.

Promover uma nova experiência de consumo também é outra função da tecnologia. No Fashion Lab, há uma vitrine virtual e uma vitrine física juntas no mesmo espaço. Então, o consumidor vai à loja virtual, verifica o produto, efetua a compra e recebe na comodidade da sua casa. Também há um provador onde o cliente pode sentir o toque e o caimento do tecido, mas não necessariamente precisa levar o que está exposto. Isso é bom para as marcas de moda, que podem exibir suas coleções e fazer um teste de aprovação das peças, conforme a aceitação do público. “Essa é uma experiência nova que está chegando agora ao mercado brasileiro. Você consegue atingir vários tipos de clientes, os mais tradicionais e o high tech no mesmo espaço”, comenta Saraiva.

Par e passo com a produção sob demanda

Um dos destaques do Fahion Lab é a “materioteca”, que, segundo a coordenadora Ligia Xavier, é um ponto de inspiração para os novos criadores. “Temos aqui tecidos de seda, sintéticos, malhas, denim, aviamentos e acessórios. A gente conta com os mais importantes fornecedores do universo da moda para oferecer opções aos designers. No caso dos acessórios, é possível também produzi-los na impressora 3D. Por exemplo, se o cliente gostou de uma fivela, mas gostaria de alguma alteração, pode fazê-la na própria impressora 3D e depois mandar produzir em escala.”

Erasmo Fernandes, responsável pelo processo de produção na confecção avançada, explica como funciona o software de simulação. “Dentre as tecnologias existentes na 4.0, a simulação de processos é considerada no mercado hoje como engenharia digital. Ela vem para solucionar grandes impasses dentro da fábrica. Com esse software, é possível simular o que acontece de real dentro na produção em todas a suas etapas.” Já William Gomes, gestor da parte sequencial pós-desenvolvimento, explica: “O produtivo da confecção 4.0 do Senai Cetiqt é composto por três tecnologias. Temos uma máquina antiga que passou por um retrofit e foi readaptada para desempenhar várias funções. Com estas ações de baixo custo, podemos trazer melhorias de produção na confecção sem altos investimentos”. Gomes também cita a máquina de costura ultrassom para tecidos sintéticos, com efeito que imita costura, e o programa “Indústria Mais Avançada”, que é a digitalização e inspeção da produção em tempo real. “Através de um aplicativo de celular, uma plataforma online e uma página na internet, você consegue acompanhar todos os dados da produção, fazendo um monitoramento em tempo real da fábrica.”

Tecnologia e produtividade

Fabian Diniz, gerente do Instituto Senai de Tecnologia em Têxtil e Confecção, fala sobre os objetivos da instituição em traçar novas soluções de automação e otimização para indústria brasileira:

ITT Press: Quanto o confeccionista vai ganhar em tempo de produtividade com a atualização da sua fábrica?

Fabian Diniz: Um aumento médio de no mínimo 20% de produtividade através das ações de baixo custo. São ações simples de se fazer, como movimentações de layout, estudo de layout, estudo de tempo de cronometragem das peças e inserção dessas novas tecnologias. Há casos, dependendo da linha, que podem chegar a ganhos acima de 60%.

ITT Press: Qual é a linha de produto de vestuário que você acha mais fácil de ser absorvida neste contexto? Diniz: O mercado de moda íntima, principalmente no estado do Rio de Janeiro, é bem viável. Por ser bastante amplo, acredito que seja ele o precursor dessa etapa de processo. Mas nada impede que malharia, camisaria ou até jeans possam realizar estas ações. Já temos duas empresas que estão participando de um programa-piloto em Nova Friburgo. ITT Press: Como você defi ne o Fasion Lab e a Fábrica Modelo?

Diniz: É um ambiente de criatividade e materialização. Partindo do processo de criação com softwares, temos um conjunto de sistemas tecnológicos que permitem a criação de vestuário e produtos de moda, como acessórios, componentes, sapatos, bolsas, tudo isso. Neste espaço, tem a área de corte, que é o local da manufatura aditiva. Nesta ofi cina, a prototipagem pode ser realizada virtualmente, inserindo as informações em um pendrive na impressora, bem como pode transportá-lo para prototipar dentro uma fábrica real. A Fábrica Modelo também foi pensada dentro do modelo de Lean Manufactory, para que o empresário veja e entenda como é uma fábrica enxuta, com todos os seus processos otimizados. É uma solução que também atende aos estilistas e designers. Muitas vezes, esse profi ssional cria algo que não dá para produzir, e aqui a gente vai poder fazer os testes para ele. O mundo inteiro chama isso de test bed, local onde se pode brincar com as ideias, arriscar, errar e consertar. Hoje, o mundo já trabalha com laboratórios abertos, com espaços makers, ambientes de fabricação digital tradicional, com máquinas CNC integradas. Aqui é o grande espaço de encontro, a partir do qual se pode desenvolver negócios para empreendedores, alunos e novas áreas de negócios para as empresas. Já estamos conversando com empresas como Santista, Rossetti, Osklen, Reserva, para saber como esses players poderão desenvolver seus projetos aqui dentro.

 

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Edição por: Marcia Mariano
Fotos: Mônica Cardoso
Publicado por ITT Press - International Top Trends - ed.113

Data de publicação: 05/04/2019

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