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Surf made in Brazil

 

O surfwear nacional busca profissionalização e aguça a sede de lucro das gigantes internacionais, sendo considerado o mercado de maior potencial de crescimento na atualidade.

Rodrigo Resende atleta patrocinado pela O?Neil.

 

O mercado de surfwear nasceu na década de 70 das mãos de surfistas, pessoas que buscavam criar roupas que tivessem a ver com sua linguagem e universo. Com o passar dos anos, o segmento foi crescendo e, hoje, as empresas se tornaram mais profissionalizadas, mantendo os atletas ainda com uma posição de destaque dentro destas indústrias. Segundo dados oficiais da Abit, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, o Brasil é o terceiro maior mercado consumidor de surfwear no mundo. O segmento já representa 10% da produção da indústria de confecção nacional e no ano passado faturou US$ 1 bilhão.

?Nos últimos anos o mercado do surf passou por vários saltos, mas, sem dúvida, o que trouxe uma maior profissionalização para o segmento foi a necessidade do setor ter uma cadeia de distribuição própria, as ?surfshops?. Hoje podemos encontrar lojas de surfwear em todo o Brasil?, conta Avelino Bastos, surfista fundador da Tropical Brasil, grife de Florianópolis, Santa Catarina, que nasceu em 1981 e atualmente é uma das marcas nacionais de maior importância no setor, exportando para o Japão, Europa e América Latina.

Além de empresas têxteis e calçadistas, empresas de acessórios, eventos e até a mídia se apóiam no surfwear. ?O segmento se auto promove e se auto divulga, é um setor que funciona como mídia especializada no qual as empresas patrocinam seus atletas, campeonatos e eventos. Trata-se de uma característica deste mercado no mundo inteiro?, destaca Cláudio Andrade, diretor presidente da Waves Promoções, responsável pela realização da Surf & Beach, considerada a maior feira de surfwear da América Latina.

Apesar das crises de consumo, o setor apresenta franca expansão e mostra ser mais sedimentado no sul do país. Segundo dados da Abit, existem 600 indústrias de confecção no segmento, das quais 95% delas estão localizadas na região sul e sudeste. ?Das empresas no mercado, podemos considerar 30 tops de linha, 270 de médio porte e 300 que atendem os setores ?D? e ?E?, fabricando produtos baratos com a imagem do surfwear e investindo muito pouco em atletas e campeonatos?, argumenta o diretor da Waves Promoções.

As roupas de surf são caras. A maior vantagem é que os produtos têm bastante valor agregado, entretanto, em sua maioria, são muito similares. ?Se você entrar numa surfshop, hoje, entre um produto e outro dará para notar pouca diferença, o que faz com que o consumidor escolha entre uma grife e outra é a imagem que ele tem de uma determinada marca?, explica Andrade que também atua como diretor do comitê de surfwear da Abit.

Quem é o consumidor de surfwear

Em meados de maio a Abit divulgou dados recentes que destacaram o perfil do consumidor. A grande maioria do público tem idade inferior a 30 anos (63,9%), sendo que: 21% corresponde a uma faixa etária inferior a 18 anos, em fase escolar e com um consumo dependente de renda familiar; (45,4%), dos 18 aos 25 anos e 18,5%, dos 16 aos 29. Acima de 30 anos e já estabelecidos profissionalmente, temos uma porcentagem de 15,1%.

Do público consumidor, 67% trabalha; a maior fonte de renda corresponde ao salário (62,8%); e parte do público jovem e estudante faz parte da classe média/alta (25,5%).

O perfil do consumidor potencial aponta para um público com baixa probabilidade de ser afetado pela crise econômica. A grande desvantagem é que parte do público consumidor não possui renda própria.

A Waves Promoções realizou em 2001 um estudo de mercado chamado DataSurf, no qual foi possível identificar uma série de informações a respeito do comportamento e necessidade do consumidor. A enquete do estudo foi vinculada na revista Fluir, no site waves.com e aplicada em campo durante 15 campeonatos brasileiros em diferentes regiões do país. Foram coletadas 5 mil entrevistas com 50 perguntas cada. No estudo ficou claro que o consumidor compra desde CD de surfmusic até chinelo, óculos, vídeos, enfim, qualquer produto que carregue a imagem do esporte.

Hoje 18 mil lojas vendem algum tipo de produto deste segmento, desde as especializadas no ramo até multimarcas e magazines. ?O ?surf? vende porque traz uma simbologia de heroísmo, carisma e sexy appeal: o surfista está sempre em shape, transmitindo uma imagem saudável, sempre bronzeado e, para terminar, foi a primeira tribo ecológica do planeta, estes fatores juntos seduzem o consumidor?, ressalta o diretor Andrade. O estudo apontou ainda que o consumidor do sul e do sudeste é mais exigente, comprando muito mais e também ligado em novos produtos e em marcas estrangeiras, além de ter acesso à informação facilmente em comparação a outros estados.

Este ainda tem um perfil masculino, 70% do mercado, embora o segmento feminino esteja crescendo rapidamente, ganhando espaço em lojas e mídias especializadas. A Abit destaca que desde 1998 o surfwear feminino e também o infantil vêm crescendo a taxas de 200%. Outro grande trunfo de crescimento de vendas é do consumidor não-surfista. ?O Brasil tem um potencial deste tipo de consumidor monstruoso, o officeboy, por exemplo, que deseja parecer surfista. Em cidades como São Paulo e Rio de Janeiro, 90% do consumo de surfwear é visto em pessoas que não praticam o surf e sim que compram a imagem do surfista. Partindo desse princípio você começa a imaginar que o potencial de vendas e consumo desse segmento é incrível?, argumenta Andrade.

Interesse internacional

O segmento de surfwear possui características de consumo parecidas com as do mercado americano. O brasileiro compra muito bem o que é vendido lá fora, sem mencionar a média de idade da população bem mais jovem do que a dos Estados Unidos ou da Europa.

Outros fatores que tornam este mercado ainda mais promissor são os 8 mil quilômetros de costas e a ausência de inverno do estado do Rio de Janeiro para cima, além de termos a maioria da população brasileira morando a menos de 100 km da costa marítima, com exceção de Belo Horizonte. Esses fatores juntos fazem com que o mercado de surfwear de nosso país seja também muito atrativo para as empresas internacionais.

 
 

Ocean Pacific

Surfwear feminino cresceu 200% em cinco anos.

No mundo existem quatro empresas líderes: Quicksilver, Billabong, Rip Curl e O?Neil. Estas quatro empresas já estão estabelecidas no Brasil, três delas, as matrizes internacionais, já interferem diretamente na administração das filiais nacionais: a BillaBong hoje faz parte do grupo Billabong Internacional, a O?Neil montou um escritório para gerenciar os licenciados e parceiros na América Latina e a Rip Curl comprou 50% da empresa que era licenciada da Rip Curl nacional, apenas a Quicksilver permanece totalmente licenciada

. ?As empresas internacionais que estão assumindo as operações no Brasil vão investir em marketing maciçamente no país e vão querer conquistar espaços. Os empresários de surfwear nacional vão ter que ?abrir os olhos??, alerta Andrade.

 

?Algumas empresas já estão preparadas para enfrentar esta concorrência, como Mormaii, Tropical Brasil e Hang Loose, outras não, mas, de qualquer forma, algum tipo de impacto ocorrerá, por que essas entrarão agressivas?, acrescenta.

Elas apostam no mercado Brasileiro como o mercado de maior ascensão e faturamento mundial, esperando apenas que este se torne mais estruturado. ?O que acontece é que este sofre com os predadores de ocasião, isto é, empresas de outros segmentos que aproveitam o momento de febre do surf, fabricam produtos mais baratos e abalam a estrutura e a imagem do segmento?, explica Miguel Sacramento, diretor do escritório O?Neil no Brasil para América Latina.

Na verdade, esta pulverização de vendas afetou o segmento nos últimos seis meses, vide a concordata da BadBoy, a reestruturação da DaHui e a retirada da americana Tavarua, entretanto, o potencial de vendas nacional não diminuiu. ?O surfwear não sabe ainda aproveitar os grandes momentos do mercado em sua totalidade, talvez ainda por ser muito novo e ter empresas jovens, entretanto, as crises não afetam o setor seriamente, nos altos e baixos do mercado de consumo a somatória do surfwear é ascendente. A nossa empresa, por exemplo, tem um crescimento de 100% ao ano e hoje nós já contamos até com os sistemas de licenciados?, explica o fundador da Tropical Brasil.

Resta saber se estas empresas internacionais vão conseguir se adaptar a nossa cultura e à agilidade do nosso mercado, por outro lado, pode ser bem interessante para o segmento absorver o conhecimento de organização que estas indústrias têm?, acrescenta Bastos.

Prova desta adaptação de mercado é observada pela própria postura da O?Neil no país. ?O que aconteceu com o nosso licenciado é que ele optou por outros segmentos que já investia, assim o escritório central foi obrigado a intervir.

Na verdade, o setor se mostra um tanto complicado para nós, mas, estaremos trabalhando novas ações, não sabemos se serão através de parcerias ou de licenciados. Já temos um planejamento estratégico que ainda não nos interessa divulgar.

Se a O?Neil é uma das líderes mundiais, por que não podemos ter esta postura aqui? Por enquanto podemos informar que estaremos exportando produtos produzidos no Brasil para a América Latina, Ásia e Oceania. Vamos trabalhar volumes, enquanto o mercado brasileiro melhora?, conta o diretor.

?As empresas internacionais vão encontrar uma concorrência nacional e isto vai ser bom porque ou as nossas empresas se profissionalizam e buscam ter uma estrutura industrial sólida ou elas vão ser ?cartas fora do baralho?.

Quicksilver

Surfwear feminino cresceu 200% em cinco anos.

Eu só acho engraçado que para as empresas internacionais entrarem no Brasil, o empresário brasileiro paga por isso, agora, se eu quiser, por exemplo, entrar no Estados Unidos eu é que vou ter que pagar e muito, fica aí um resto de cultura de povo colonizado, onde eu aceito o espelho e as contas e entrego todo o meu ouro?, alerta Bastos, diretor presidente da Tropical Brasil.
 
Surf & Beach
 

Hoje a Califórnia é a ?Meca? internacional do surf, apesar do esporte ter suas origens no Havaí. O estado abriga as duas maiores feiras do segmento no mundo, a ASR - Action Sports Retailor e a SurfExpo.

No Brasil, a Surf & Beach se destaca como a única no país e a maior feira do segmento na América Latina. Na primeira edição, no Rio de Janeiro, em 1993, contou apenas com 50 empresas participantes, hoje conta com mais de 300 e acontece em São Paulo, no pavilhão de exposições Imigrantes. A Surf & Beach nasceu nos moldes das feiras do exterior, quando ela começou não era profissionalizada, e sim aberta a todos. Atualmente recebe apenas empresários do setor e é realizada juntamente com as feiras Beach & Bikini Fashion Show e Streetwear & Skate Show.

?Hoje temos um cadastro com 18 mil lojas e mais de 50% destas empresas nos visitam. Nós estamos falando de 10 mil lojistas, só no ano passado nós tivemos 2 mil estrangeiros no evento, o que gerou em negócios diretos R$ 300 milhões?, ressalta Cláudio Andrade, diretor-presidente da Waves Promoções.

Lançamentos Dickies, Surf & Beach 2001.

Visualizando o crescimento do segmento, Andrade criou o site wave.com e tem planos ambiciosos para seu evento. ?Queremos separar uma área dentro do pavilhão para fazer uma feira para o confeccionista com tecidos, aviamentos, etc. Provavelmente terá o nome de Surf & Beach Show Fabrics e será realizada junto com a feira de surfwear e com a de streetwear e skatewear.

Já a feira de biquínis por uma exigência do próprio mercado deverá ser realizada em agosto de 2003 como uma feira independente?, finaliza.


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Por: Henriete Mirrione
Foto: Ana Fuccia / Arquivo

Data de publicação: 01/05/2002

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