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Profissional apaixonada pela moda

Sueli Pereira aprendeu a lidar com o denim com a mestra Yêda Amaral e construiu seu próprio caminho pela competência e dedicação. Desde os 11 anos apaixonada pela moda (quando viu sua primeira calça bag vestida pela vizinha Yêda), Sueli prosseguiu investindo na carreira e acompanhando as novidades na extinta Fenit e os lançamentos de marcas como Santista Têxtil. Com currículo invejável, que inclui empresas como Brasilev e Kalimo, Sueli chegou à Santista por vias tortas, escrevendo como jornalista sobre moda e ganhando o respeito e o carinho da equipe da companhia. Na empresa, trouxe uma visão “humana” para o frio matemático dos engenheiros.

ITT: Como começou essa paixão pela moda?

Sueli Pereira: Eu acho que sempre fui uma apaixonada pela moda, mas pelo denim principalmente. Já cheguei a trabalhar em teares, e você não imagina como eu me envolvo emocionalmente com  o  que  faço. A minha história com o denim começou muito cedo,  quando  vi  Yêda  Amaral  (que, à época, namorava meu vizinho) com uma calça bag, a primeira da minha vida! Eu tinha 11 anos e fiquei muito impressionada. Cheguei a fazer um escândalo, apontar e mostrar para minha mãe.

ITT: Como foi essa evolução de um amor para uma profissão?

Sueli: Foi natural que  depois  daquilo eu continuasse a pesquisar sobre denim. Comecei perguntando ao meu vizinho quem era aquela mulher, o que ela fazia. Quando descobri que o denim poderia ser uma profissão, comecei a prestar atenção no tecido. Comprei minha primeira calça US Top e ficava encantada, porque, cada vez que eu a usava, ela ficava mais bonita. Era uma relação que eu percebia que transformava meu contato com o denim. Passei a observar o que acontecia na Fenit, pedia que minha irmã trouxesse materiais e até me lembro  de um desfile da Santista transmitido pela Hebe!  Todos aqueles  movimentos  me  encantavam e acumulei esse desejo durante trinta anos. Coloquei na cabeça que, quando eu tivesse trinta anos, ia ser jornalista e produtora de moda. Eu disse para o universo o que realmente queria e fui atrás. Preciso até fazer outros planos  hoje!

ITT: Depois de um tempo, terminou trabalhando com Yêda.

Sueli: Sim, é verdade. Yêda continua sendo meu ícone, junto com Regina Guerreiro.  Com Yêda, eu aprendi o dom da palavra; com Regina, a importância da imagem. Comecei   a   trabalhar   como   manequim e cheguei ao têxtil  e fiz jornalismo, conheci uma produtora e fiz trabalhos de modelo para pagar a faculdade. Terminei iniciando na Brasilev, como coordenadora de marketing, mas eu nem sabia direito qual o meu trabalho princípio.  Passei  pela  Kalimo  e, depois de  terminar  a  faculdade,  conheci Marilena Castilho numa festa, na qual pedi, sem medo, uma oportunidade para redigir matérias. Meu primeiro trabalho foi falar sobre unificação de cartela de  cores no  segmento têxtil.

ITT: Foi então que começou seu networking?

Sueli: Sim, foi essa oportunidade dada por Marilena Castilho que me possibilitou conhecer e ser conhecida por todos da cadeia têxtil brasileira. Para ela, fiz coberturas da Fenit e acabei entrevistando muitas pessoas da Santista. Terminei ficando amiga deles. Por esse contato, me chamaram para ser a face de “humanas” no mundo dos engenheiros e dos administradores da indústria. Fui a primeira mulher vendedora da Santista Têxtil.

ITT: Como foi a evolução desse trabalho?

Sueli: Fui para a área de produtos e trabalhei três anos indo na fábrica, na área de negócios, tanto de denim quanto de colori- do. Só então fui para a moda, onde estou até hoje. Mas a moda mudou muito, o mundo mudou muito, eu mudei muito. Fui descobrindo facetas e negócios da moda.

ITT: Que maiores lições você tirou desse período?

Sueli: Nós estamos numa economia capitalista, e  eu  aprendi  muito,  principalmente, a ser mais organizada. É preciso ter um olhar, um objetivo de performance, não só estético. Quando fui para a área de moda, existia  o “Caderno  Ilustrada”  da  Folha  deS. Paulo, e eu pensava que meu mundo ia  ser mais fácil, que a informação viria de maneira mais simplificada. Mas eu percebi que, na moda, ninguém para de trabalhar nunca.

ITT: Antes da popularização da internet, a informação era muito rara.

Sueli: Tudo era programado. Guardávamos tudo o que pesquisávamos, pois tínhamos tempo de analisar. Se você soltasse a informação de moda antes de todo mundo, ela não era entendida, então não  adiantava.

ITT: Sua sensibilidade para as novidades, olho para os lançamentos, sempre foram elogiados no mercado. Em qual momento você percebeu essa qualidade?

Sueli: Acho que é meu espírito de jornalista, de querer saber o porquê das coisas acontecerem de determinada maneira. Eu acho que sempre fui muito desse jeito, até pela profissão que escolhi. A minha área não é criativa, é de informação com criatividade. Eu me lembro de que estava fazendo uma apresentação para a Berlan, e eles falaram: ‘de onde você tira essas informações? Vem tudo da sua cabeça?’. E eu falei: ‘Isso tem  um motivo, isso é pesquisado!’. Não tenho essa vaidade de achar que a inspiração é minha, pois tudo sai de mim, inclusive a informação externa, compreende? Eu sou incapaz de  fazer  uma  apresentação  igual  à outra. Eu olho para você  e  o  seu  olhar me diz alguma coisa, me lembra  de  alguma coisa e já há uma nova conexão a ser incluída. Tudo vira tema para minha pesquisa, da revista do avião até uma palavra em muito  uso.  É preciso  prestar  atenção: o mundo está mudando e a moda é muito contagiante, propagadora de cultura. Então, nós, profissionais da área, também te- mos  esse papel.

ITT: Você se considera uma propagadora de cultura?

Sueli: Exatamente. Quando você olha para trás, consegue enxergar a cultura pela moda. Meu sonho era escrever um livro sobre o denim no Brasil, porque eu estou acompanhando isso há muito tempo. Fiz história da moda e indumentária na pós- graduação e percebi, no dia que comecei a aula de fundamento estético e filosófico, o quanto convivemos com o pensamento filosófico sobre esse tema, sua ética. Percebo como o pensamento da época direciona as nossas escolhas, a nossa estética, como somos em sociedade. Quando pensamos em Paris e vemos que lá é tudo lindo, maravilhoso, organizado, esse é um pensamento cartesiano. Uma cabeça, um pensamento dominante direcionou o modo de viver, de se expressar, de ser, por décadas e décadas. Foi então que concluí: ‘precisamos prestar atenção no que está aqui hoje’.

ITT: O que você enxerga de melhor na cultura e no povo brasileiro?

Sueli: Eu acho que a sensibilidade humana. Nós somos seres muito sensíveis. Quando você olha uma mulher brasileira, especial- mente a nordestina, você  vê  aquela  força de conduzir uma casa,  de  conduzir  tudo,  de carregar o mundo, e ainda sorrir e falar. Elas servem com o melhor que possuem. O brasileiro já nasceu amoroso. Tem alguns frutos podres, mas, isso, em qualquer sociedade tem.

ITT: O que você identifica como maiores mudanças na visão do brasileiro sobre a sociedade e a moda nos últimos anos?

Sueli: A questão dos gêneros, que antes eram divididos entre masculino e feminino. A antiga divisão da sociedade entre aqueles que mandam e os que fazem, curiosos e acomodados. Nada disso tem lugar hoje. Atualmente, você é estimulado, instigado e provocado o tempo todo a sair da sua zona de conforto. E o ser humano está descobrindo que ‘ah,  eu sou a Sueli, que quero ser mãe,  quero sair desse mundo, quero cozinhar para as minhas filhas, quero ficar o dia inteiro com elas, mas eu sou a Sueli que quero ser uma mulher que vai pro mundo, que vai pra China, vai para um lugar desconhecido’. Aí a pessoa descobre ‘ah, eu posso ser atraente para o homem, mas também quero chamar a atenção das mulheres’, entendeu? ‘Ah, eu quero saber muito sobre exatas, mas também sobre poesia’. É lindo podermos acessar tudo ao mesmo tempo, lidar com pessoas tão diferentes ao mesmo tempo.

 

ITT: Como foi a adaptação com a mudança de Santista para Tavex e o retorno à marca original?

Sueli:  Quando  mudou  a  diretoria  de Santista para Tavex, meu desafio foi adaptar todo esse trabalho para uma linguagem mais comercial e depois global. Foi com isso que percebi a potência que nós somos. De tantos anos de Santista, aprendi que eu fico muito feliz de ser capaz de mesclar moda     e comunicação. Moda é um meio de comunicação, é um negócio. O trabalho que eu faço permitiu meu enriquecimento como pessoa. Esse trabalho permite que eu me mantenha renovada.

ITT: Essa nova coleção é a primeira depois que a marca Santista foi retomada. O que ela traz de mais importante?

Sueli: É a primeira coleção com a retomada da marca, e eu estou responsável pela comunicação. Ela é pessoalmente muito significativa, porque é uma coleção onde conceito, cenário, tudo tem a ver com o que eu faço. Estamos falando de fluidez, dessa modernidade líquida, dessa palavra-chave hoje para o design. O produto está trazendo essa fluidez, com foco em no-gender, e  o produto criado para o masculino é também voltado para o feminino. Aí você olha o stretch, que é superfeminino, e vê peças super, ultra stretch, muito estruturadas, para um mercado masculino. A coleção mostra que as barreiras estão sendo quebradas. É conceito? É. Mas é fato.  O produto reflete isso, o design reflete  isso.

ITT: Qual é a sua mensagem para o Brasil e especialmente para os profissionais do varejo neste ano?

Sueli: O varejo precisa ser mais ligado no consumidor, entender a mensagem, interpretar e aplicar, não somente ficar pesquisando. O profissional de varejo  também  tem que  ser  treinado  para  ouvir  e  trazer o que é importante para dentro da cadeia têxtil. É preciso também ser mais ousado, pois todo mundo quer ser incrivelmente maravilhoso, mas  ninguém  quer  arriscar.  E o consumidor já percebeu isso. ‘Eu não preciso de mais uma calça igualzinha à que o  vizinho tem’.

 

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Por | Gabriel Rajão
Foto | Divulgação
Matéria publicada na revista ITT Press Trends, edição 102

Data de publicação: 06/06/2016

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