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É hora de pensar globalmente

Denis Viana, diretor de Marketing da Fenin Feiras

“Há dois anos, foi o próprio governo que nos tirou o poder de planejamento, pois as regras mudaram. O dólar num patamar baixo provoca a importação a pleno vapor, com estímulo de consumo às classes C e D, criando um novo consumidor que não existia. Eles foram incluídos, e depois tomaram uma rasteira, tiveram um gostinho bom e tiraram o doce. Somos o quarto maior mercado consumidor do mundo e não podemos interromper esse processo. Até uma semana antes da Fenin de inverno, em janeiro, por causa da crise muito forte que sofremos (com o dólar passando de R$ 1,80 para R$ 5), estávamos cautelosos com relação aos resultados para 2016. Todas as empresas estão se readequando e enxugando custos. Nós fizemos o mesmo e nos reestruturamos. Estamos conseguindo vislumbrar o mercado de feiras e tomar a dianteira. A nosso favor pesa o fato de que Júlio Vianna tem essa maestria de reunir as empresas do mercado de confecção. Qualquer setor exige um grande evento no maior mercado do Brasil, São Paulo, mas a feira no Sul, em Gramado, é muito querida. Então, ela continua e continuará maior que as demais, principalmente porque inverno é no Sul, onde estão as grandes malharias. Já a de Primavera/Verão migra um pouco para São Paulo. Precisamos ter maior foco nos lojistas internacionais neste momento e procuramos aprimorar esse contato. São os próprios veículos de comunicação que fazem essa ponte. Contamos com essa promoção para divulgar a feira fora do País. É preciso um canal, pois ficamos focados em nossos negócios, na organização e comercialização, e não conseguimos atingir corretamente os mercados estrangeiros. Essa parte de divulgação é feita por parceiros, mas sim, é um ponto que será aprimorado sempre.”

Laís Helena Tarasconi, Ton Âge

A Ton Âge começou há 36 anos, lançada por Laís Tarasconi, depois de uma curta experiência de sociedade no segmento. A escolha do público seguiu sua visão da moda jovem, mas sempre elegante e chique. Encaminhou-se para o mercado de festa e, há oito anos, retomou sua linha casual, que sempre esteve presente, mas era um pouco menos prioritária. Com vendas para todo o Brasil, tem maior mercado em São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Iniciaram uma loja virtual, mas possuem nas multimarcas sua maior força comercial.

 “Já tivemos experiência de exportação e temos interesse em clientes de fora, independentemente de onde. O caminho para esse contato passa por eventos como Fenin, Minas Trend Preview e outros. Temos condições de exportar. Produzimos 4 mil peças por mês,  somos genuinamente brasileiros, tudo é artesanal e bordado, sendo complementado por uma linha esportiva que é mais tranquila de vender em grande escala. A marca de jeanswear faz o maior sucesso, somos reconhecidos pela modelagem diferenciada, pela customização. Agradamos bastante o público internacional, especialmente pela modelagem, que é muito boa. Temos 65 funcionários internos e 240 bordadeiras, além de 150 costureiras. Temos um trabalho especial até no presídio para incentivar a profissionalização, diminuindo penas e ampliando a capacidade produtiva. Com a facção externa made in Brazil, garantimos também nossa qualidade e sustentabilidade social. O estilo está sendo feito há três anos pela Betina Sterbe, há 30 anos na empresa, e, no jeans, a linha casual é de minha filha, Maria Manuela, com visões diferentes para atender à diversidade dos públicos nacional e internacional.”

 Marcelo Meira, gerente de marketing do grupo Global Co. (responsável pelas marcas Nicoboco, Occy, Nicca e Blunt)

Fundado em 2006, o grupo nacional Global Co. é detentor de quatro marcas do segmento de surfwear, streetwear, sportwear e moda fashion feminina. Sua trajetória começou em 1988, com o lançamento da Nicoboco. A empresa de vestuário surfwear tem como principal característica desenvolver peças que tragam conceitos e alta tecnologia. Em 2006, foram agregadas as marcas Occy, voltada ao segmento de surfwear, e a Nica, linha feminina, que foi reformulada em 2012 e hoje oferece produtos fashion, inspirados em mulheres modernas e antenadas com a moda. Também em 2012, o grupo adquiriu a Blunt e passou a oferecer modelos streetwear. Sua coleção é formada por modelos arrojados, que vestem, principalmente, os amantes do skateboard.

“Já pensamos em fazer feiras no exterior e inclusive pesquisamos regiões e países diferentes. É difícil para uma marca nacional conseguir se posicionar lá fora e ainda não tivemos essa experiência. Exportamos para alguns países esporadicamente, principalmente devido ao contato em feiras, mas gostaríamos muito de estar presentes no exterior, fazendo nossa divulgação e branding lá. O grupo tem 27 anos e sempre contamos muito com a fidelidade dos clientes do sul do País (35% deles no Rio Grande do Sul). Se não fosse essa região favorecendo nosso trabalho, não estaríamos aqui. Há estados muito fechados, como o Rio de Janeiro, que têm tudo a ver com nossa marca, mas nos quais é difícil entrar, então estamos investindo nisso antes de percorrer o caminho internacional. Em Goiânia, estamos testando a introdução das marcas, mas, no restante do País (Pará, Nordeste e Espírito Santo), estamos já presentes e expandindo. Entre as empresas nacionais de nosso nicho, estamos entre as duas primeiras. A Nicoboco já possui pequena porcentagem de exportação, mas aqui no Brasil somos destaque. Sempre fomos contra a importação, pois isso é uma rasteira num momento de crise como o que passamos agora.”

 Luis Placeres Neri e Osmar Mazetto, Raffer

A Raffer atende diferentes públicos com linhas variadas para o homem. Entre as peças da coleção, há os modelos trendy (jovens que buscam ternos com cortes anos 60), cool (alfaiataria executiva orientada pela Wall Street, com cortes slim e super slim), cerimonial (sucesso de vendas), alfaiataria italiana (lançada na Via Manzone, em Milão), alta alfaiataria (peças com elaboração tecnológica de nível internacional) e Raffer Clássica (peças do dia a dia). Entre os diferenciais da companhia, estão o desenvolvimento de tecidos direto nas tecelagens; entre os sucessos, os brilhantes, estampados e outros mudados a cada seis meses. Sem trabalhar com estoque, atuam com eficiência na produção de quase 400 peças diárias. Possuem mais de 1.700 clientes ativos pelo Brasil e lançam novidades em tecido e ternos exclusivos quase todo mês.

“A vocação da empresa no universo masculino começou há 38 anos com o senhor Osmar, montando uma alfaiataria própria. Hoje, são mais de 350 funcionários e mais de 39 modelos de ternos, em coleção com mais de 80 modelos sem considerar camisas e gravatas. Desenvolvemos junto aos fornecedores os tecidos e aviamentos que queremos. Fomos os primeiros no Brasil a trabalhar com tecidos de brilho, inovadores, jacquards, velvets, veludos estampados. Fazemos verão e inverno, mas, todos os meses, temos tecidos novos. O mercado masculino mudou: o homem não compra só de acordo com o gosto feminino, ele compra para si e para os concorrentes. Todos estão se mostrando, chegaram ao glamour e querem se diferenciar. Buscamos aquilo que os homens irão gostar e nem sabem que existia. Já exportamos para a Argentina e estamos vendendo para o Paraguai e Bolívia. Com o dólar mais competitivo, é possível voltar a ter negócios no exterior. No entanto, os custos também subiram, pois o mercado de Comex é complexo, ingrato. São dois pesos, duas medidas. O que acontece é que ficamos à mercê das políticas públicas, mas acreditamos muito em globalização. Por essa razão, começamos a ir ao exterior em 1996, quando fomos à feira do Pacífico no Peru, numa comitiva grande do Brasil, depois para a Alemanha e França. Na Itália, estivemos quando as feiras eram altamente competitivas e de design, quando as escolas de moda faziam cursos diários.”

Paulo Jorge, Gangster 

Há 33 anos na área de confecção, Paulo Jorge começou no setor após pintar camisetas Hering em 1985 – sucesso absoluto na turma dos amigos. A tinta Acrilex trouxe sucesso de vendas e iniciou, por iniciativa própria, sua marca, que cresceu rapidamente. Foi por meio de um cliente da agência de publicidade com a qual atuava, que Paulo chegou ao nome Gangster, uma marca com pegada de surfwear inovadora. A companhia do Brás não se importou com o pouco status do bairro e saiu de 50 mil peças para 1 milhão de peças mensais, com 6 mil funcionários diretos e indiretos. Na sequência da Gangster, há a Mosaico (feminina, para a jovem dos 18 anos para cima), Dixie (masculina, para o homem mais refinado e clean) e Overcore (mais combate, para suprir o mercado).

“Antes da alta do dólar, nós mantínhamos as peças de inverno com 60% de importação e 40% de produção nacional, e no verão invertíamos. Hoje, todos que importam, estão esperando passar um pouco o trimestre para sentir que caminhos irão tomar. Nós mantivemos as importações, mesmo pagando um dólar baixo no sinal e alto hoje. Não repassamos o aumento para o cliente, o que resultou em sucesso total de estratégia. Agora, vamos tomar uma decisão sobre o que iremos fazer: aumentamos a parte nacional ou mantemos o trabalho no exterior? A instabilidade do dólar fez com que muitas empresas brasileiras perdessem a credibilidade, pois cancelaram pedidos e encararam redes de lojas oportunistas. Isso não foi legal para o Brasil, pois gera descrédito na China. Hoje, o chinês quer 50% de sinal para fazer a produção, pois não temos mais o mesmo crédito de antes. Outro ponto é que a produção nacional é difícil, tendo em vista que perdemos muito as costureiras e hoje não conseguimos produzir todas as peças. As empresas têm hoje pátios sucateados: as grandes malharias e tinturarias estão abaixo da capacidade. O momento é muito bom somente para quem já estava exportando: fabricar aqui e vender no exterior. O setor calçadista está aproveitando isso, e vimos na Couromoda que todos estão de olho no mercado internacional. Este momento é conturbado e demanda organização, projetos de visão ao longe. Já temos estudos e canais abertos, especialmente no Caribe e na América Latina, mas ainda nada de grande porte. Para a empresa, vejo como interesse o investimento em exportação, pois a balança seria boa de entrada e saída de dólares. Ainda bem que a demanda de consumo nacional para a Gangster no momento é boa, então fabricamos e giramos bem. O forte da companhia é o centro-sul do País (entre 75% e 80% da produção são vendidos de Minas Gerais para baixo). No inverno, durante o primeiro semestre do ano, temos vendas semelhantes para São Paulo e Rio Grande do Sul, especialmente motivadas pelo frio e com foco em roupas pesadas. Depois, vêm Paraná e Santa Catarina.”

 Jorge Nassim Jr. e Douglas Nassim, Spring Gravatas

Produtora de gravatas e seus suplementos, a empresa Spring Gravatas é familiar, criada a partir da experiência do patriarca da família, que aprendeu por conta própria a produção artesanal das peças. Apostando em qualidade absoluta – resultado das altas exigências italianas seguidas pela companhia –, eles conquistaram seu lugar no mercado de norte a sul do Brasil, mostrando que a produção industrial também se aproxima da obra de arte pela alfaiataria exclusiva e manual.

Hoje, as produtoras nacionais de tecidos não possuem maquinários de jacquard para fazer gravatas de alta qualidade. As tecelagens que existiam foram sucateadas, nos obrigando a ir ao mercado externo. A Itália, berço deste design, com jacquard impecável e quantidade de fios por tecidos corretos, com toda sua minúcia na produção, tornou-se um porto seguro. Procuramos ter contatos com nossos parceiros em tecelagem para continuarmos atualizados sobre tecidos, estampados, jacquard, tricô. Eles nos orientam já que estão uma estação à frente. Assim, repassamos as informações a nossos clientes daqui, com as tendências que chegarão em breve. Temos interesse em exportar, e o dólar valorizado traz essa condição. O sistema econômico atual torna o Brasil muito competitivo: Argentina, Chile, Colômbia e Paraguai são mercados interessantes com os quais já tivemos experiência e com os quais iremos retomar as negociações. Objetivamos também chegar à América Central, que é um mercado em expansão. Os problemas são as barreiras burocráticas pois é preciso uma estrutura muito maior do que possuímos para encarar as dificuldades tarifárias brasileiras. O que aconteceu com a indústria de uns tempos para cá foi que nos acomodamos com o consumo interno e esquecemos de cuidar da vocação internacional, seja na importação ou na exportação. Agora, com o dólar neste patamar, é importante estarmos estáveis, pois o retorno global demanda tempo. Quem resistiu ao ataque chinês terá agora um crescimento do mercado com a diminuição da importação e precisa estruturar a produção para garantir o abastecimento.”

O Portal Textília.net não autoriza a reprodução total ou parcial de qualquer conteúdo aqui publicado, sem prévia e expressa autorização. Infrações sujeitas a sanções.

Por: Gabriel Rajão
Fotos: Edson Pelence e Divulgação
Matéria publicada na ITT PRESS 2012

Data de publicação: 01/05/2016

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