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Cadeia têxtil acelera o passo

Philippe Pasquet é um nome facilmente reconhecido no universo da indústria têxtil e de confecção. À frente de um dos mais conceituados salões de tendências da cadeia têxtil e de confecção no mundo, o Première Vision, o CEO é uma unanimidade em Paris e comanda também a versão latino-americana do evento (o Première Vision São Paulo), ao lado do italiano Guglielmo Olearo. Sempre presente no Brasil - um dos mais complexos desafios para o grupo -, ele conversou com nossa equipe, posicionando o impacto que o atual (e ainda em estruturação) calendário de lançamentos possui sobre os mercados nacionais e internacionais, bem como sobre os planos de expansão da família PV pelo mundo.

ITT: Como é a visão global sobre o novo calendário de moda brasileiro?

Philippe Pasquet: É importante ressaltar que o novo calendário acontece somente no Brasil, e não no resto do mundo. Em mercados mais tradicionais, como Europa, Estados Unidos e Japão (onde a cultura de moda acontece há mais tempo), mesmo pequenas mudanças de um ou dois dias seriam consideradas uma revolução. Isso só é possível em países emergentes, que ainda estão buscando sua própria identidade de moda. Eles possuem essa flexibilidade de ajuste justamente porque o mercado ainda é instável. Em determinados períodos estão em expansão e em outros em declínio. Por sorte, ainda temos uma ascensão de classes - o que garante uma constante injeção de novos consumidores.

ITT: Em sua visão, o mercado está conseguindo se ajustar às novas datas?

Pasquet: O ideal seria não isolarmos confecções e matérias-primas, mas sim questionar quanto de valores culturais perdemos com a mudança do calendário. Esse cenário pode ser simples ou se tornar um grande problema. Ainda precisamos aguardar para confirmar. Nós, do Première Vision, temos uma boa experiência com o calendário e mesmo os ajustes que fizemos em nossa versão latino-americana vieram de decisões em conjunto com o mercado, tentando solucionar as necessidades das indústrias locais. No Brasil, em geral, as mudanças foram acompanhadas por toda a cadeia têxtil. Passarelas, produtores de tecidos e consumidores já estão se ajustando a isso. A princípio, uma mudança de dois meses na semana de moda poderia nos dar uma visão cética, porque isso seria muito mais que uma revolução. Eu estava curioso para checar as coleções e os tecidos utilizados. A mudança obviamente não foi algo estratégico para o Première Vision e mais uma adaptação ao mercado brasileiro.

ITT: E como analisaria este momento novo?

Pasquet: O problema com essa situação é a necessidade de adaptação. Dois meses de antecipação seriam facilmente superáveis se fosse algo temporário, para um ou dois anos. Mas aqui essa foi uma mudança permanente. O Brasil é o mais importante país da América do Sul. Mas quando falamos sobre o hemisfério Norte, ainda representa uma parcela muito pequena dos produtos importados no exterior dentro de nosso mercado. Isso significa que não há grandes mudanças por parte dos top players devido ao novo calendário brasileiro, pois seria um investimento desnecessário. Se para nós, do Première Vision, que organizamos mais que 30 salões pelo mundo, já é complexo o ajuste, imagine então para os expositores internacionais têxteis, que ainda precisam lidar com todas as especificidades do mercado daqui. Acontece que sempre há – e sempre haverá – um debate sobre as melhores datas para o mercado de moda, e isso é ainda mais visível quando entendemos que o mercado de luxo, um dos mais tradicionais do mundo, já está seguindo três ou quatro calendários de lançamentos diferentes. Quando pensamos globalmente, temos Estados Unidos, que lança muito cedo, e Japão, que lança muito tarde. No Première Vision Paris, temos visitantes de 125 países, então é impossível agradar a todos. Além disso, você precisa ajustar seus lançamentos às semanas de moda, o que é muito complicado. Mas nós estamos sempre ávidos para estar em tempo com o calendário de cada mercado onde estamos. 

ITT: E falando especificamente do Brasil, vocês já conseguiram se ajustar a essa mudança?

Pasquet: Não é tão fácil assim, já que essa é uma situação muito particular. Nos EUA e na Europa, há sempre debates sobre datas, por causa da multiplicação de coleções. Costumávamos ter somente duas coleções por ano. Agora a Zara, por exemplo, coloca peças novas a cada 10 dias. A Channel tem seis coleções anuais. As pré-coleções também entram na jogada, embora sejam um pouco mais comerciais. É preciso sempre ajustar o evento de acordo com as mudanças. O Denim Show, que acontece em Paris e Barcelona, é dois meses antes do Première Vision Paris. Por quê? Devido à importância que os acabamentos ganharam na indústria de denim nos últimos 15 anos. Para os acabamentos serem incluídos é preciso mais seis semanas sobre o calendário de moda. Por isso, há sempre um ajuste, mas, afinal, nós somos uma área que está em constante mudanças. Quando falamos em Brasil, esta é a primeira edição que testamos a nova data, ainda será necessário três ou quatro antes de a indústria conseguir se ajustar corretamente. Outra coisa é que a visão da indústria brasileira é completamente diferente do que imaginávamos quando iniciamos o Première Vision São Paulo. Aqui eles não se importam em lançar primeiro. As empresas, inclusive, preferem esperar para confirmar as tendências internacionais antes de produzirem suas coleções. Em resumo, todo o mercado está se movendo pela mudança, mas todos nós odiamos mudanças. Sempre que tivermos que mudar algo no calendário, no local do salão, no conceito, será preciso um pouco de tempo para nos acostumar com a ideia. 

ITT: Como o Première Vision está lidando com essa multiplicidade de calendários?

Pasquet: A moda trabalha durante todo o ano, mas os eventos são ocasiões especiais, e o Première Vision é o ponto focal de encontro da indústria. Mas é claro que nós não podemos realizar nosso salão de primeiro de janeiro a primeiro de dezembro. Cada companhia está conseguindo se ajustar de acordo com as necessidades e o que acontece é que estamos vendo uma mistura de estações nas coleções. Todas têm suas coleções completas para a estação, mas algumas estão decidindo que vão entregar em cinco diferentes períodos. Outras estão fazendo duas coleções diferentes na mesma estação. O único segmento que ainda tem uma sequência tradicional é o luxo, que mais ou menos segue a versão do varejo de massa. Mas entre empresas com o mesmo perfil, como Mango e Zara, já vemos duas diferentes histórias. O que sabemos é que o Première Vision oferece muito mais do que os produtos, nós também produzimos informações. É justamente por isso que estamos nos adaptando.

ITT: O perfil dos compradores vem mudando nos últimos anos?

Pasquet: No Première Vision, temos um público que é especialista em tecidos, fios, estampas e acessórios, mas globalmente há uma mudança visível. Temos visto cada vez menos compradores interessados nos atributos técnicos da matéria-prima e muito mais na busca pelo efeito visual da peça, para só depois pensar na estrutura. Eles, inclusive, estão menos curiosos com relação às tecnologias. O que podemos fazer? Somente nos adaptar. E o Première Vision também caminha nesse sentido, por exemplo, oferecendo silhuetas ao invés de somente as matérias-primas. Notamos uma necessidade de nossos visitantes em ter ideias novas para suas criações.

ITT: Há planos de expandir o período de realização do Première Vision São Paulo de dois para três dias?

Pasquet: Preferimos ainda ter um show mais leve, concentrando em dois dias. Nosso principal projeto continua o de nos tornarmos o ponto de encontro não somente para o Brasil, mas para toda a América Latina. Ainda não chegamos lá e continuamos com maior presença brasileira. 

ITT: A nova área "Manufacturing" será uma ampliação de serviços?

Pasquet: Essa nossa decisão é um complemento aos serviços que serão oferecidos já na edição de maio. Já temos experiência com este segmento em Paris há seis anos e temos tido um bom retorno. A ideia geral é que o Première Vision possa oferecer aos seus visitantes tudo o que eles precisam. Por exemplo, como já temos acessórios, desejamos adicionar as manufaturas, já que essa não é uma competição direta com expositores que possuem uma empresa verticalizada. A manufatura têxtil é chamada CMT (Cutting, Manufacturing and Trimming), ou, em português, cortes, manufaturas e ajustes, serviços essenciais às empresas que não possuem essas especialidades internamente.

ITT: Você comenta sobre acessórios. Essa é uma parte de destaque no Première Vision São Paulo?

Pasquet: Os acessórios são uma parte muito interessante da moda, especialmente quando são tratados de maneira inovadora. Mas essa é uma evolução que ocorre somente após algum tempo de evento. Estamos com shows em Nova York há quase 15 anos, desde 2000. É uma agenda já esperada pelo mercado americano. Mas a área de acessórios só foi iniciada na última edição de julho de 2014. As companhias de acessórios mais orientados para o design geralmente são pequenas empresas. Elas não são fortes o suficiente para iniciarem uma expansão global como expositores de outras áreas do Première Vision. Mesmo assim, conseguimos um grupo de 25 empresas nos EUA, e a expectativa é que continue crescendo. Acontece que preferimos ser pragmáticos, temos que começar com os tecidos e algumas vezes fios e filamentos. O que se destacaria em nossos shows, especialmente na América do Norte, é a área de designers. Nosso trabalho visa ampliar as ofertas de todas essas áreas em nossos eventos, incluindo São Paulo e Istambul.

ITT: Os expositores do Première Vision São Paulo passam por um comitê de seleção. Há uma busca por equilíbrio entre empresas criadoras de tendências e aquelas com produtos de massa?

Pasquet: O mercado exige diversidade. Não é possível que só tenhamos trendsetters. Se isso ocorrer, teremos uma diminuição de interesse, especialmente porque as produções inovadoras são menores. Mas esse é um ponto interessante porque o Première Vision é muito bom em fazer essa seleção e esse equilíbrio de companhias. Nós tratamos a pequena e a grande companhia da mesma forma, oferecendo o mesmo serviço a ambas. Obviamente, cada uma gera uma quantidade diferente de recursos financeiros, mas, mesmo assim, estamos sempre à disposição para atender essas companhias igualmente. É importante ter um bom balanço entre grandes companhias – geralmente mais seguidores que criadores de moda – e aquelas altamente criativas concentradas em pequenos negócios. É o que tentamos fazer ao redor do mundo. De qualquer forma, independentemente da companhia, temos um alto padrão Première Vision que deve ser seguido. A mensagem-chave aqui é o produto, a coleção, a proposta. Nós não somos contra nenhuma companhia e, mesmo que alguma tenha sido recusada em uma edição, ela pode sempre tentar outra vez e com certeza conseguirá ajustar a coleção aos nossos padrões.

ITT: Quais são as expectativas para 2015?

Pasquet: Estivemos muito bem neste último ano. Nosso investimento é correto sem barganhar a qualidade. Nunca abaixamos nossos investimentos em termos de promoção, informação de moda e outros. A parte do mercado que está mais bem posicionada é a do setor de luxo, que é um dos segmentos no qual temos boa experiência. Eles são os mais inovadores e mais criativos no momento (jacquard e outros produtos sofisticados). Mesmo com a economia global se recuperando muito vagarosamente, mesmo com os mercados emergentes não estando assim tão bem, o ano deve ser um pouco melhor, mas obviamente nenhuma melhora dramática. Especificamente para o Première Vision, posso dizer que estamos muito bem, especialmente pelo nosso posicionamento adequado diante dos mercados.

 

 

 

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Por: Gabriel Rajão
Fotos: Divulgação

Data de publicação: 18/03/2015

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