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Aos 50 anos, Vicunha mantém vanguarda no índigo

Para continuar líder de mercado e não perder sua essência inovadora, empresa apresenta megaprojeto de investimento em tecnologia têxtil.

“Quem não muda vira pedra”, esta frase marcante, dita por Mendel Steinbruch (1925-1994), co-fundador do Grupo Vicunha, tem norteado os negócios da família desde a fundação da empresa no século passado. Hoje, os tecidos Vicunha estão presentes nas passarelas nacionais e internacionais das principais semanas de moda de mundo e sua versatilidade pode ser conferida nas mais variadas peças de jeanswear, desde o autêntico índigo blue até a linha High Technology, criada com fios inteligentes que resultam em produtos de alto desempenho.

Embora a Vicunha tenha completado 50 anos de fundação, a trajetória dos Steinbruch no ramo têxtil começou bem antes, em 1948, com a aquisição da antiga fábrica de tecidos Elizabeth, pelos irmãos Eliezer e Mendel Steinbruch. Porém, foi a partir da exitosa parceria com a família Rabinovich, em 1964, que teve início um dos maiores conglomerados têxtil e siderúrgico do país, com projeção nacional e internacional.

Originária do antigo Lanificio Varam, na época o maior da América Latina, adquirido por Steinbruch e Rabinovich em 1967, Vicunha, a partir da incorporação de outras indústrias, teve um crescimento vertiginoso, produzindo desde fios, malhas e tecidos sintéticos até confecção de jeans. Entre as décadas de 1970, 1980 e 1990, a holding Vicunha – que também incorpora a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), o Banco Fibra entre outras empresas - chegou a possuir 36 fábricas em nove estados brasileiros, 25 mil funcionários, produzir 2,5 mil toneladas de fibras e 12 milhões de metros de tecidos por mês, além de 500 toneladas de malhas e 350 mil peças de confecção, conforme relata em biografia da família, Dorothea Steinbruch, viúva de Mendel, falecida em 2015.

Como toda trajetória de sucesso, houve momentos de altos e baixos, de glórias e crises. Para fazer jus ao pensamento de Mendel, ao longo dos anos, pedra sobre pedra, a obra foi se consolidando, mas por diversas vezes também, foi redesenhada. Após o fim da parceria com o sócio Jacks Rabinovich (1929-2016) que em 2005 vendeu sua participação para os herdeiros de Mendel, a Vicunha Têxtil começou a se reestruturar e, a partir de 2009 passou a se concentrar na produção de tecidos índigos e brins.

Atualmente presidida por Ricardo Steinbruch, filho caçula de Mendel, a Vicunha Têxtil é uma empresa enxuta, dinâmica e competitiva. Com duas unidades industriais no Ceará (Maracanaú e Pacajus), uma no Rio Grande do Norte, além de uma fábrica no Equador, outra na Argentina e um Centro Administrativo em São Paulo, a empresa possui 8 mil colaboradores e capacidade de produção de 170 milhões de metros de tecido por ano, sendo responsável pela produção de 40% do índigo produzido no Brasil.

Ousadia e visão de futuro

Se no mercado interno a crise dificultou os negócios, bons resultados vieram do comércio exterior. Graças às vendas no mercado latino-americano, a Vicunha Têxtil, que diversificou seu portfólio para atrair novos clientes, obteve em 2016 um crescimento de 7%, tanto nas vendas quanto em volume. Graças ao seu desempenho em 2017, quando registrou aumento de receita total de 7%, devido à exportações, foi eleita a melhor empresa do setor têxtil no ranking “Melhores e Maiores de 2017” da revista Exame.

Hoje, a palavra de ordem na Vicunha é renovação. Para isso, a previsão de investimentos de R$ 280 milhões, cujo projeto foi avaliado pelo conselho de administração em dezembro passado, tem como prioridades os setores de fiação, automação de processos, tingimento e sistemas de tratamento de efluentes e reuso de água. A compra de teares eletrônicos mais largos e versáteis, para produção de denim e tecidos com elastano também está no projeto. O principal objetivo deste investimento, além de modernização tecnológica, é aumentar as capacidades de produção. Em 2018, a companhia vai ampliar sua capacidade no Brasil para 182 milhões de metros. Na fábrica da Argentina, onde produz brim, prevê dobrar a produção de 12 milhões para 24 milhões de metros. Em 2017 o mercado interno, depois da crise dos últimos dois anos, apresentou tênue melhora. A estimativa da Vicunha Têxtil é de um crescimento de 2% a 3% em receita no mercado brasileiro e um considerável aumento nas vendas no exterior

Apesar da ousadia dos investimentos e do promissor mercado de jeanswaer, Ricardo Steinbruch é cauteloso quanto à recuperação imediata do setor têxtil brasileiro. Ainda que o Grupo Vicunha tenha chegado até à confecção, atuar de novo neste segmento ou mesmo na produção de malhas, está descartado pelo presidente da companhia. “O crescimento da Vicunha se deu com os tecidos sintéticos, entre eles, o famoso Tergal. A partir de 1980, com a compra da fiação em Anápolis (fechada em 1998) começamos a fabricar índigo e veludo e entrarmos no segmento de algodão, no qual atuamos hoje com a produção de índigo”.

Com relação à confecção, Ricardo Steinbruch recorda que na época a Vicunha fabricava calças jeans para a marca Lee. “Tínhamos uma parceria exclusiva para produzir as calças jeans e na fábrica Elizabeth, mantínhamos uma pequena confecção para fazer camisetas com a nossa malha. Esta incursão no segmento de malharia - já desativada - foi uma produção restrita, pois a gente nunca quis concorrer com os nossos clientes”, recorda.

O empresário reconhece que mesmo após a abertura econômica na década de 1990, a indústria brasileira não se lançou totalmente ao mercado internacional. “O Brasil é muito grande e as empresas basicamente são voltadas para dentro. Elas não têm interesse e nem necessidade de vender no exterior. Isso não quer dizer que não exista oportunidade no mercado externo. Hoje, por exemplo, o Acordo Mercosul Europa é uma grande chance para o Brasil vender seus produtos, principalmente, artigos confeccionados para Europa”, observa Steinbruch, acrescentando: “Em minha opinião, o grande beneficiário desses acordos comerciais será a confecção, isto é, se ela tiver ambição para novos desafios. Precisa haver real interesse deste segmento em atuar no mercado internacional. No Brasil temos matéria-prima de qualidade e design apurado, e isso nos diferencia dos concorrentes asiáticos”. O presidente da Vicunha, porém, reconhece que a tarefa não é fácil, principalmente para as pequenas e médias confecções. “Eu acredito na capacidade da confecção nacional, mas o nosso sistema tributário perverso acaba impedindo que as empresas cresçam. O Brasil é um país complicado, tem uma logística ruim e o custo do capital é absurdo, fatores que inibem o crescimento”.

Nascido em 1966, Ricardo Steinbruch era um bebê quando seu pai adquiriu o Lanifício Varam que deu origem ao império Vicunha. E cresceu ouvindo a saga da família, cuja história começou com seus bisavós, colonos judeus que chegaram ao Brasil com a família para se estabelecer no Rio Grande do Sul, em 1904. “Meu avô Benjamin (pai de Mendel) imigrou, ainda menino, para Santa Maria, no Rio Grande do Sul, junto com a família e outros colonos, e ali adquiriram fazendas e lojas, mas anos depois, perderam tudo e aí meu pai teve que começar a ajudar a família. A principal herança que recebeu foram dívidas que conseguiu resgatar e pagar. Após se desfazer dos negócios no Sul, veio para São Paulo com seus irmãos, onde começaria sua trajetória bem sucedida na indústria têxtil”, conta Ricardo, acrescentando um traço inesquecível da personalidade de Mendel. “Meu pai não muito gostava de falar do passado. O que lhe interessava eram o presente e o futuro. Foi a pessoa mais brilhante que conheci na minha vida”. Fazendo um retrospecto dos 50 anos da Vicunha Têxtil, Ricardo Steinbruch resume: “O símbolo desta empresa sempre foi a inovação e a quebra de paradigmas. Foi meu pai que lançou o tecido de Tergal no Brasil (composto por fios de poliéster produzido na década de 60 pela Rhodia). Na época, os lanifícios queriam trabalhar só com lã e Mendel anteviu a possibilidade de fazer artigos mistos, com poliéster e viscose, e investiu nesses produtos que se tornaram uma grande inovação de moda no Brasil”.

Sobre a modernização da Vicunha Têxtil, Ricardo Steinbruch estima que ela seja concluída em três anos. “Todas as nossas fábricas vão ficar no nível “state- of- the- art”, seja no Brasil, Argentina ou Equador. Isso vai nos permitir ter custo para enfrentar a concorrência asiática que é muito forte. Com a atualização tecnológica, vamos dar um salto nos índices de produtividade e eficiência, pois vamos ampliar a produção em mais de 1 milhão de metros/mês no Brasil e no Equador, em mais de 200 mil metros”. Com relação à fábrica de San Juan, na Argentina, dedicada basicamente à produção de brins, o diretor da Vicunha diz que lá o investimento será focado em nas linhas de tingimento, com máquinas importadas. E depois de tanto trabalho e investimento em prol da indústria da moda, o que Ricardo Steinbruch diria aos seus clientes, que vêm acompanhando a trajetória da Vicunha? “Um profundo agradecimento pela confiança e pela parceria de todos esses anos. Vamos nos esforçar, cada vez mais, para continuar encantando os consumidores no Brasil e no mundo, com os nossos produtos e serviços”.

• 1858 - Nascia na Ucrânia, Abraão Steinbruch. Com 20 anos de idade veio para o Brasil com a família. Era casado com Beille Kotech e tinha sete fi lhos, entre eles Benjamin, pai de Mendel Steinbruch.

• 1904 - O navio que trouxe os avós de Mendel atracou na Ilha das Flores no Rio de Janeiro. De lá os imigrantes judeus seguiram para colônia agrícola, em Santa Maria, região no Sul do Brasil.

• 1919 a 1921, o jovem Benjamin, casado com Clara Steinbruch, prospera como comerciante, comprando roupas e cereais que vendia no varejo local.

• 1925 – Nasce Mendel Steinbruch.

• 1938 – Aos 13 anos, Mendel começou a trabalhar na loja do pai e em 1941, como excelente vendedor de tecidos, passou a liderar os negócios da família no Rio Grande do Sul.

• 1944 - Mendel decide mudar-se para São Paulo.

• Em dezembro de 1945 Samuel Rabinovich, casado com Alegria, uma das irmãs de Mendel, fundou em São Roque, interior de São Paulo, a Têxtil Elisabeth Ltda. Mendel foi convidado pelo cunhado a trabalhar na área comercial da fábrica.

• 1948 – Após a morte da irmã e do cunhado em um acidente aéreo, Mendel e o irmão Eliezer assumem a Têxtil Elizabeth que fabricava na época forros, alpaca, cetim, entretelas, tecidos de malha e camisaria.

• 1951 – Mendel se casa com Dorothea Steinbruch. Da união nascem os três fi lhos do casal, Benjamin, Elisabeth e Ricardo.

• 1964 – As famílias Rabinovich e Steinbruch se unem para comprar a Têxtil Brasibel Ltda, destinada à produção de poliéster (tergal) e viscose. Até então, cada família concentrava-se no seu próprio negócio: os Steinbruch na Têxtil Elisazabeth e os Rabinovich na Fiação Campo Belo.

• 1967 – As duas famílias formam uma sociedade para comprar o Lanifício Varam, expandindo os negócios na produção de tecidos e dando origem à Vicunha Têxtil de hoje.

• Em 2002, quando Ricardo Steinbruch assume a presidência do Conselho de Administração da Vicunha Têxtil, a companhia era o maior grupo têxtil da América Latina, em termos de instalações industriais e volume de produção.

• 2017 – Vicunha registrou produção de 17 milhões de metros de tecido/mês. A empresa, que já atuou na produção de fibra, fi os têxteis, malharia, linhas de costura e até confecção, hoje se dedica apenas à produção de brins e índigos. Fonte: A História de Mendel Steinbruch – por Dora Steinbruch.

Fonte: A História de Mendel Steinbruch – por Dora Steinbruch.

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Publicado por ITT Press - International Top Trends - ed.109

Data de publicação: 05/02/2019

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