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Polos regionais mostram efeitos da crise do coronavírus no setor têxtil e confecção

A produção de máscaras e aventais hospitalares, que tem sido a salvação de centenas de indústrias, durante a crise provocada pela pandemia de coronavírus, já começa a dar sinais de saturação. Isso porque em quase todos os estados brasileiros, a atividade tem sido estimulada pelos governadores, gerando grande concorrência entre os fabricantes. Além disso, a escassez de matéria-prima, dificuldades logísticas, falta de crédito e inexistência de um plano de retomada da economia, são as principais preocupações dos representantes de sindicatos do setor, expostas em videoconferência realizada pela Abit.

Em duas rodadas de encontro virtual, promovidas pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), nos dias 28 e 29 de abril, participaram dos debates, respectivamente, Hari Hartmann, presidente do Sindivest-Bahia; Rogério Mascarenhas Cezarini, presidente do Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem (SIFT-Minas Gerais); Sidimar Remussi, diretor do Polo de Modas da Serra Gaúcha –Rio Grande do Sul; Francisco Acioli, presidente do Sindivest Alagoas; Vicente Salvador, diretor do Sitergs-RS e Rita de Cassia A. Santos, presidente do Sindiroupas do Pará.

Situação regional

Rogério Mascarenhas destacou que Minas Gerais é o terceiro maior polo têxtil do Brasil, onde as indústrias que estão atendendo o segmento hospitalar, na produção de aventais, panos de limpeza e lençóis, estão trabalhando com quase 100% de sua capacidade. Mas as demais fiações e tecelagems estão com ociosidade. O estado, sede de algumas das maiores e mais tradicionais indústrias têxteis do país, como Cedro Têxtil, Estamparia S.A, Coteminas, Tear Têxtil, São Joanense, entre outras, que atende malharias e confecções de vestuário de todo o país, está sob quarentena desde o dia 22 de março, e ainda não tem um prazo para o fim das medidas de distanciamento social. “A produção de artigos hospitalares, destinados ao setor público, está amenizando a ociosidade de algumas empresas, mas a indústria mineira como um todo vive um momento apreensivo por conta da indefinição a respeito da retomada dos negócios”.  

Sidimar Remussi disse que o Arranjo Produtivo Local (APL) da Serra Gaúcha, que abrange 38 municípios com 1.600 empresas, sendo 95% formada por micro e pequenos estabelecimentos, está funcionando parcialmente. A pandemia na região está sob controle e o índice de mortalidade pelo Covid-19 não é alto, todavia, com a aproximação do inverno, a preocupação dos prefeitos locais aumenta em relação ao isolamento social. Ainda que o comércio na Serra Gaúcha esteja liberado para varejo de roupas, segundo Remussi, as vendas estão em torno de 20% do faturamento normal, tanto nas lojas físicas quanto no e-commerce. “As empresas voltadas para moda íntima, malhas e fitness estão sentindo queda no número de consumidores, porque as excursões de compras, tão lucrativas nesta época do ano que precede o inverno, foram canceladas, devido ao bloqueio dos transportes”, argumenta. O diretor diz que muitas fábricas direcionaram sua produção para EPIs, porém, há dificuldade de se conseguir matéria-prima como nãotecido TNT e elásticos para fabricação de máscaras cirúrgicas. Ele disse ainda que as empresas da região têm caixa para se sustentarem por mais 30 dias e que estão evitando dispensar funcionários.

Hari Hatmann destacou que na Bahia não há grandes indústrias de confecções e tecelagens voltadas para moda e que o forte do estado é a produção de uniformes e roupas profissionais para atender empresas do Polo de Camaçari. A Bahia é basicamente produtora de matéria-prima, com cotonicultura e fibras sintéticas.  As micro e pequenas confecções estão produzindo máscaras e aventais, mas, também têm tido dificuldade com fornecimento de matéria-prima. “Por enquanto, há pouca demissão devido à produção de EPIs, mas esse mercado já está começando a saturar por causa da concorrência e abundância de oferta”, disse, acrescentando que o comércio de rua está aberto, mas os shoppings e magazines não estão funcionando. “O consumidor está tímido em relação às compras. Além de temer pela saúde, ele também receia perder o emprego e por isso, evita fazer dívidas”, diz Hatmann.

Nos últimos 10 anos, o polo de moda de Alagoas, que se concentra nos municípios de Murici, Coruripe e Delmiro Gouveia, tem apesentado crescimento e participado de eventos nacionais como o Minas Trend. O estado se destaca pelas criações de estilistas e pelo coletivo de costureiras, que valorizam a essência da cultura local em peças de vestuário e bijuterias artesanais. Mas a crise sanitária também atingiu o setor e, segundo o presidente do Sindivest-AL, Francisco Acioli, as confecções hoje estão voltadas para a produção de máscaras faciais de tecido. Porém, a carência de matéria-prima e a falta de crédito para irrigar os negócios nesse período de comercio fechado, tem prejudicado muito as empresas. Um alívio, segundo ele, foi a redução da taxa de iluminação pública que incide sobre a conta de luz para as empresas no estado.

O Rio Grande do Sul adotou medidas restritivas por cona do isolamento social, que afetou os estabelecimentos comerciais em todo o estado, especialmente na capital Porto Alegre. Segundo Vicente Salvador, diretor do Sindicato das Indústrias Têxteis do Rio Grande do Sul – Sitergs, as fábricas estão operando parcialmente, mas além da queda no faturamento, o que mais aflige as empresas é a obrigatoriedade do pagamento dos impostos e das contas de energia, gás e água, já que as concessionárias têm se mantido irredutíveis em relação ao parcelamento   e redução de multas.

Rita de Cassia A. Santos, presidente do Sindiroupas- Pará, cujo principal segmento é a produção de roupas para a indústria de mineração e uniformes, disse que as medidas de restrições no estado estão bastante rígidas e não há qualquer prazo de flexibilização da quarentena. Segundo ela, as confecções paraenses, que são autorizadas a trabalhar, são as que estão voltadas para a produção de EPI. Rita de Cassia disse também que há dificuldade no suprimento de matéria-prima para fabricação das máscaras de proteção, porque o material vem das regiões Sul e Sudeste, onde o transporte está limitado. O governo de Alagoas lançou o Programa “Máscara par Todos” que tem como objetivo fomentar renda para cooperativas de costureiras e pequenos negócios na produção de máscaras de tecido. “O edital foi apresentado em abril para a compra de 100 mil máscaras. O sindicato viabilizou a participação das confecções nesse programa. Mas sabemos que essa é uma solução provisória para as empresas sobreviverem”, disse a dirigente.

Falta de crédito

As empresas de médio porte, com faturamento acima de R$ 10 milhões, estão se queixando da falta de condições para manter os empregos, já que o pacote emergencial do governo federal para suprir a folha de pagamentos por dois meses, contempla apenas empresas com receita anual entre R$360 mil e R$ 10 milhões. Como a maioria dos estados, que decretaram a quarentava horizontal, mantendo apenas atividades essenciais em funcionamento, ainda não apresentou um plano para retorno após o fim da pandemia, o quadro é bastante desolador. Rogério Mascarenhas, de Minas Gerais, diz que as indústrias de maior porte precisam de 60 dias de capital de giro para produzir e que a escassez de crédito tem prejudicado o funcionamento daquelas que ainda estão trabalhando, mesmo com ociosidade acima de 50%.

Além de elevadas taxas de juros, os bancos aumentaram as exigências de garantias para conceder crédito para capital de giro, mesmo para empresas sólidas e com histórico positivo. Atualmente, os bancos não estão liberando crédito, se não tiverem segurança de novos recebíveis por parte das indústrias. Além disso, os fornecedores de matéria-prima e de energia elétrica também não estão aliviando na cobrança de faturas mensais.  “A tecelagem e a ficção estão perdendo capital de giro. Como vamos conseguir reativar a planta industrial após a crise? Precisamos rodar pelo menos 70% para cumprir com os custos fixos e o quadro de pessoal. Se os efeitos da pandemia forem longos, vai haver muitas demissões e a massa salarial deverá cair 8,5% ”, desabafa Mascarenhas.

Hari Hartmann, da Bahia, reforça: “Digo que mais de 60% das pequenas empresas não têm cadastro para acessar a linha de crédito emergencial do governo, 20% são reprovadas e apenas 10% estão lutando para se habilitar”, e Sidimar Remussi, da Serra Gaúcha, acrescenta:  “Vamos voltar com no máximo 50% da nossa capacidade nos próximos quatro a cinco meses, pós-pandemia e, infelizmente, haverá demissões”.

Falta opções de crédito

O presidente da Abit, Fernando Pimentel, reforça o pleito dos empresários, enfatizando que o setor têxtil e de confecção necessita de “crédito rápido, sem burocracia e com taxas de juros próximas de zero”. O  dirigente ressalta que o aumento do risco de inadimplência, devido à crise do Covid-19, fez sumir do mercado serviços financeiros alternativos aos bancos como as fintechs, startups que oferecem crédito ágil com custos reduzidos em operações financeiras personalizadas, cujos serviços são realizados em plataformas digitais por meio de dispositivos móveis. Outra modalidade que está em falta são as factoring, fomentadoras de crédito, onde se pode trocar os títulos a receber (duplicatas) por valores líquidos. Esse sistema é muito procurado por empresas que buscam antecipar o recebimento à vista do que obtiveram com a venda a prazo.

Os empresários do setor têxtil e confecção também reforçaram que após a retomada da atividade plena, precisará haver um controle maior dos produtos importados, especialmente da China.  Fernando Pimentel, da Abit, explica que não é possível elevar tarifas pois já estão de acordo com a regulamentação da OMC. “As alíquotas máximas de importação de produtos têxteis hoje são 35% para vestuário, 26% tecidos/malhas e 18% fios/filamentos. Com o aumento do dólar, as importações de manufaturados reduziram. O Brasil, que já chegou a importar 1 bilhão de peças de vestuário, hoje importa cerca de 700 milhões de peças. Estamos estudando mecanismos contra importação predatória, para brecar o que poderá ser a segunda pandemia - a econômica; que poderá destruir nossa indústria. Por isso, é fundamental que as empresas tenham acesso a uma linha de crédito rápido e barato para atravessar e superar esse momento tão difícil”.

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Por: Marcia Mariano

Data de publicação: 04/05/2020

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