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João Braga revela sua “alma fashion”

O historiador, pesquisador e professor da Faap e da Santa Marcelina acaba de lançar uma revista trimestral para contribuir com a formação dos estudantes de moda no Brasil. Conhecer a história da indumentária e da moda para refletir sobre seu passado e projetar o futuro em um mundo globalizado e híbrido é um dos objetivos da publicação “Soul Fashion. Sou Fashion. So Fashion”. Voltada para a pesquisa e formação acadêmica e com tiragem inicial de dois mil exemplares, a revista traz curiosidades da moda, informações culturais, relatos sobre grandes estilistas, entre outros temas, tudo compilado a partir do inestimável acervo formado por João Braga ao longo de mais de 30 anos de profissão. Considerado o maior historiador da moda brasileira, Braga é mestre em história da ciência pela PUC-SP, especialista em história da moda pela Esmod de Paris e em história da arte pela Faap de São Paulo. Ele, que já publicou 12 livros sobre o tema (8 solo e 4 em coautoria), agora embarca no projeto mais audacioso de sua carreira: falar para os jovens sobre história da moda, usando a linguagem visual. “O maior desafio é fazer com que eles entendam que uma das características contemporâneas do processo criativo é revisitar o passado”, diz. Nesta entrevista, ele conta sobre o propósito da revista e compartilha um pouco da sua experiência. Confira.

ITT Press: Você lançou uma revista que será fonte importante de pesquisa para os profissionais e estudantes de moda. Que leitura você faz da moda nesses últimos cinco anos?

João Braga: As mudanças foram muito grandes num curto espaço de tempo. Quando eu foco a história, eu tenho um viés relacionado a uma pesquisa com referencial do passado. Não no sentido de viver do passado, mas pela necessidade de entendê-lo para poder compreender a nossa realidade presente e até mesmo planejar um futuro. A moda mudou muito rapidamente. Numa perspectiva de contemporaneidade, vemos uma série de realidades associadas, outras que passaram a realidade da própria vida como um nascimento, um apogeu, um processo natural de mudanças. Ultimamente, o que eu vejo, em especial na sala de aula com os alunos com quem convivo diariamente, é uma palavrinha-chave chamada sustentabilidade. Este é um caminho sem volta. É uma realidade contemporânea. Os alunos, os jovens de 17 a 22 anos, já têm uma cabeça formada com relação a isso. Eles não querem consumir algo que não condiga com esta realidade.

ITT Press: Mas o conceito de sustentabilidade não é tão novo assim.

Braga: De fato, a preocupação (coletiva) surgiu na época do movimento hippie, no final dos anos 1960 e início dos anos 1970, quando se cantava a natureza e a liberdade. Mas isso era uma motivação contra a participação na Guerra do Vietnã, principalmente dos jovens norte-americanos daquela época. A ideia de uma preservação ecoambiental só veio a partir de 1986 com o acidente nuclear de Chernobyl (Rússia). Eu me lembro daquele final dos anos 1980, porque foi quando comecei a trabalhar com moda e quando também emergiu a tendência de moda ecológica.

ITT Press: E com relação à politica ambiental na indústria? 

Braga: Inicialmente, o movimento era voltado ao equilíbrio do ecossistema, de viver em harmonia com o meio ambiente. O conceito de sustentabilidade como conhecemos hoje só veio a partir dos anos 2000, porque passou a envolver o lado econômico, o lado social e o lado cultural junto com o ambiental. Então, propôs-se uma realidade suportada nestes quatro pilares que devem ser mantidos tanto por uma política pública quanto pela iniciativa privada.

ITT Press: E por que este apelo atrai os jovens de hoje, que são tão ligados em tecnologia? 

Braga: Porque não se trata de um movimento, mas de um comportamento cultural. Os jovens, que estudam nas faculdades de moda atualmente já nasceram sob os fundamentos da agenda da sustentabilidade. É uma geração formada com um conceito que lhes foi incutido. Então, por exemplo, eles não querem comprar um carro, mas, sim, desfrutar a mobilidade com livre escolha. Com o celular na mão, eles consomem produtos e serviços por meio de aplicativos e podem se locomover facilmente sem precisar possuir um carro próprio. Então, tudo o que eles querem hoje está dentro dessa prerrogativa, voltada para o consumo ético, para o trabalho honesto, para o respeito ao próximo.

ITT Press: E dentro do contexto moda e ecologia? O que mudou desde os anos 1980?

Braga: O jovem de hoje tem essa preocupação, mas, na verdade, nós (os mais velhos) também já tínhamos. Quando a ecologia começou a pautar o debate, nós já tínhamos vivido o final dos anos 1980, discutindo as questões ecológicas, e a moda dialogou com isso. Eu acho muito difícil encontrar uma palavra que se encaixe como sinônimo de moda, lembrando que moda não é roupa. Moda é comportamento. Moda é um gosto específico de uma época. É o gosto que está em vigência em determinado período. Serve para decoração, para a realidade do design dos automóveis, para ambientes de consumo como o “barzinho descolado”, enfim, é uma palavra muito abrangente. Mas eu acho que o melhor sinônimo de moda é zeitgeist, uma palavra alemã que vem da filosofia e que poder ser traduzida como “ar do tempo”, ou “espírito de uma época”. Então, a moda dialoga com essa realidade. Afinal de contas, nós somos um reflexo do meio em que vivemos e isso está embutido em absolutamente tudo, desde a ética aos valores e à preservação ambiental. O jovem hoje já está inserido neste contexto e não abre mão destas prerrogativas que vão legitimar o produto a ser consumido.

ITT Press: E como você define estilo e moda, no sentido de produto?

Braga: A palavra estilo, derivada do latim stilus, está associada a uma subjetividade, no sentido de que é a sua visão de mundo, é o seu ponto de vista. É esse caráter de um artista que tem a capacidade de antever, de sentir o que está por vir, e inclui o artista que faz a escultura, a pintura, o design e, claro, o que faz a roupa, esteticamente falando. Então, o estilo é aquilo que está ligado à subjetividade, enquanto a moda está ligada à coletividade. No fundo, quem legitima a moda é o grande público, exatamente porque aquela ideia foi aceita por todos. Lógico que a passarela ou um editorial de moda podem influenciar, porém, tudo é filtrado para ser uma moda acessível, de prêt-à-porter, uma moda para o consumidor final. Então, se a modelo está quase toda transparente na passarela isso não significa que as pessoas terão que sair assim às ruas. Aquela ideia comercialmente pode se transformar em manga transparente, um detalhe na peça. Logo, a subjetividade é importante porque é como o aluno vai se projetar com a sua visão de mundo. Quanto mais diferente, inovador e criativo ele for, mais ele terá chance de colocar essa sua visão específica para a possibilidade de ser coletivo e criar uma identidade.

ITT Press: Você acha que essa relação com o mercado com o fast fashion se manterá por mais tempo?

Braga: História significa investigação, exatamente aquela tríade: conhecer o passado, entender o presente e projetar e planejar o futuro. A moda não é autorreferente, a moda dialoga com absolutamente tudo. Permite-nos fazer essa síntese do comportamento geral para tentar olhar para o específico. Então, respondendo a sua pergunta, eu digo: o fast fashion vai continuar. Mas outras formas já estão aparecendo e daqui a algum tempo irão sobrepor ao que existe hoje. Por exemplo, a própria Revolução Industrial, que teve seu apogeu em meados do século 19, durou até surgir outras formas de tecnologia de produção que se sobrepuseram àquelas. As coisas não são, sob o aspecto material, eternas. Eterno é apenas o lado moral, ético e espiritual, que são indispensáveis para a nossa sobrevivência.

ITT Press: Estamos e na era da indústria 4.0. Será que as marcas conseguirão atender essa demanda?

Braga: É um modelo onde o consumidor escolherá o seu lifestyle e encomendará o produto diretamente. Eu acho que as marcas já estão pesquisando sobre isso. Lógico, cada uma vai buscar a solução ideal para a sua realidade comercial e seu público. Agora, dentro deste espectro, é desafiador ter capacidade de trazer uma nova visão estética para dialogar com o lado comercial e com o lado produtivo, como fez Chanel, que mudou a história da moda, e outras contribuições como Saint Laurent, Galliano ou Alexander McQueen, que trouxeram talento para a indústria do vestuário. Antigamente era a aura do artista, hoje o estilista tem poder de persuasão. Então, saiu do mundo das ‘artes plásticas’ para as ‘artes visuais’, englobam fotografia, design, moda e outras áreas criativas. São pessoas que têm uma capacidade muito grande de mudar o rumo, encontrar um novo paradigma, de encerrar um ciclo e começar outro.

ITT Press: Estamos vivendo uma transição, certo?

Braga: Eu vejo que é um momento em que você não perdeu ainda características anteriores, mas não definiu o que virá a dar o novo ar do tempo. Então, vivemos esse momento de transição. O apelo comercial também mudou. Hoje, a marca é escolhida de acordo com a quantidade de seguidores dos influenciadores digitais. Eles exercem o papel de difundir um produto e persuadir um número maior de pessoas para consumi-lo. Essa questão de comportamento é uma coisa de que o mundo está levando uma chacoalhada sem igual e tudo está associado à tecnologia. É um caminho sem volta. Agora, como usar bem essa tecnologia? Como usar para o benefício privado e, por extensão, benefício público?

ITT Press: Pela própria mistura étnica, o Brasil é o país da diversidade. Isso é uma vantagem no tempo atual?

Braga: Sim, isso é um benefício, se levarmos em consideração o trabalho do escritor Gilberto Freyre nos anos 1930, grande intelectual brasileiro, reconhecido internacionalmente. Ele disse que a diversidade era benefício para o Brasil porque, através dos seus estudos, dos seus insights e da sua sensibilidade, ele já previa que isso viria a ser um retrato do futuro. Então, quando escreveu obras como “Casa-Grande e Senzala”, “Ordem e Progresso”, “Sobrados e Mucambos”, Freyre mostrou que nós somos uma mistura de tudo. Qualquer um pode ser brasileiro. Qualquer etnia, qualquer tipo físico, qualquer identidade visual pode ser brasileira. Isso é um benefício porque o mundo está globalizado. O historiador Peter Burke, que é um sociólogo contemporâneo, dá o crédito justamente para Gilberto Freyre quando traz no trabalho o conceito de hibridismo; ou seja, o mundo está híbrido, ao mesmo tempo em que virou uma aldeia global. Você pode ver o que está acontecendo do outro lado do planeta na palma da sua mão. Esteticamente você é global, mas não perde as suas referências. Um exemplo: a marca Dior estava com problemas de não conseguir acompanhar o ar dos tempos.  emitiram Gianfranco Ferré e contrataram John Galliano. Galliano trouxe a mulher jovem para consumir luxo. Dior talvez fizesse aquilo que Galliano fez? Uma excentricidade levada às últimas consequências? Talvez não, pois Christian Dior era um clássico, mas Galliano conseguiu resgatar a essência da moda da marca, que é o romantismo. Então, ele resgatou uma coisa imaterial e colocou no produto, que é material, uma essência, e assim conseguiu reabilitar a maison.

ITT Press: Com toda essa bagagem acadêmica, o que o levou a lançar uma revista trimestral?

Braga: A percepção de que o slow fashion (movimento sustentável, alternativo à produção em massa) não vai frear o fast fashion, mas dará aos consumidores o direito de optar se querem A ou se preferem B, conforme o seu lifestyle. Quando eu fiz essa revista, “Soul Fashion. Sou Fashion. So Fashion” quis mostrar a alma fashion e resgatar valores perdidos. O jovem não tem mais o hábito da leitura como antigamente. Hoje, lê-se uma frase e mesmo assim é difícil assimilar. A ideia foi criar a expectativa na leitura, de que ele só terá o capítulo seguinte da história da moda daqui a três meses. O intuito é guardar conteúdo como referência de pesquisa, como uma cultura material ainda. Quero motivar, trazer o aluno para trabalhar junto comigo.

ITT Press: E como foi a aceitação dos seus alunos?

Braga: Muito interessante. Alguns me perguntaram: “professor, o senhor tem uma revista?” E eu respondo: Eu quero valorizar o trabalho de vocês, porque vocês precisam entender que a vida não está só na palma da mão. Vocês precisam ler mais; precisam ter uma formação cultural e acadêmica. Além disso, precisam definir se querem atuar na moda feminina, infantil ou masculina; se querem fotografia, estamparia ou tecnologia têxtil. Enfim, existe um universo de opções e os alunos precisam saber fazer escolhas. Quero mostrar-lhes que moda não tem um único direcionamento, um único caminho. Tem diversas possibilidades para se trabalhar nesse campo. A minha intenção, além de passar informação, é levar o carinho também. Costumo chamar atenção dos alunos quando usam o celular durante a aula. Às vezes sinto que eles ficam chateados. Alguns entendem que isso é afeto. Outros acham que é implicância. Mas eu explico que é importante prestarem atenção no conteúdo e que, depois, podem voltar para a outra realidade. A ideia da revista é informar para a formação. É ter um diálogo constante com os alunos. Eu entendo que, no mundo conectado, a tecnologia impõe uma vida aflitiva, então, essa é uma tentativa de resgate.

ITT Press: Quantos alunos saem das universidades de moda hoje no Brasil?

Braga: O Brasil é o país no mundo que mais tem escolas e cursos superiores de moda. Algumas já fecharam, outros mudaram o perfil, deixando de ser formação superior para ser tecnólogo. São Paulo lidera em número de estabelecimentos; depois vem Santa Catarina, que já superou Minas Gerais e Rio de Janeiro. Eu creio que se formam cerca de 1 mil novos profissionais de moda por ano em todo o Brasil. É muito. Apesar do nosso gigantismo territorial, o mercado é incapaz de absorver a todos. Por isso, procuro estimular meus alunos a enxergarem novos caminhos dentro da formação superior.

ITT Press: Em síntese, é uma forma de passar conhecimento com outra linguagem?

Braga: Exato. É também uma maneira de levar a eles esses meus anos de pesquisa, esse acervo particular enorme que poderia se perder se não ficar documentado. Existem hoje ferramentas digitais de armazenamento, claro, mas ter o conteúdo físico em mãos é outra coisa. Eu coloquei os textos em letras grandes para motivá-los a ler com facilidade. Usei linguagem associada às tecnologias das redes sociais, utilizando imagens de quadradinhos, bolinhas, emojis, enfim, para dialogar com a realidade dos alunos, que é extremamente visual. Espero que, assim, eu consiga convencê-los melhor.

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Publicado em ITT Press - International Top Trends, ed. 114

Data de publicação: 05/06/2019

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