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IEMI apresenta panorama do mercado de moda íntima no Brasil

Em 2021, o setor de moda íntima atingiu R$ 10,8 bilhões na produção, teve um crescimento em valores nominais de 26% sobre 2020, sendo o ramo do vestuário que se recuperou mais rápido desde a crise da pandemia. Atualmente, o Brasil possui 2.159 unidades produtivas que fabricam lingerie, pijamas e underwear (masculino), empregam 148 mil pessoas e produzem 799 milhões de peças (não está incluído meias), com preço médio de fábrica em torno de R$ 13,54 reais. Este Raio X foi apresentado pelo economista Marcelo V. Prado, diretor do IEMI -Inteligência de Mercado, durante webinar promovido pela Abit.

Os números do IEMI mostram que o varejo de moda íntima também é um grande negócio. “Tivemos 879 milhões de peças consumidas, incluindo importados, distribuídas majoritariamente no varejo. Em 2021, o faturamento só no varejo de moda íntima foi de R$ 15,1 bilhão de reais, sendo R$ 13,2 bilhão no feminino, o que representa 87% do total. São 109 milhões de mulheres no Brasil e o consumo é de 5 peças por consumidora/ano. É um setor que vem se recuperando bem.”, detalha o analista.

O estudo do IEMI também mostra que entre 2015 e 2021, as importações de roupa íntima e roupa de dormir no Brasil apresentaram alta de 35,8%, enquanto as exportações registraram queda de 23,5%, caindo de US$ 6,5 milhões em 2017 para US$ 5 milhões em 2021. As peças importadas representam 10% do consumo interno.

O impacto da pandemia

De acordo com Marcelo Prado, a pandemia teve forte impacto na indústria do vestuário em geral no Brasil. “Em 2020, perdemos 17% da produção. O setor de vestuário foi o que apresentou a pior performance junto com o automobilístico. 2021 iniciou forte com a indústria tentando abastecer o varejo, porém veio a segunda onda de Covid e o mercado não teve um bom desempenho, ficando abaixo das expectativas. Contudo, tivemos um passo à frente na recuperação do setor de vestuário, que tinha perdido 17% no ano anterior, e crescemos 10% sobre 2020 que foi um ano muito ruim. A inflação também acabou limitando a retomada pois houve elevação dos custos, nos preços de matérias-primas que foram repassados para os produtos finais.”

Varejo de vestuário

O varejo foi o setor mais prejudicado com lockdown durante o pico da pandemia em 2020, todavia, em 2022, comparado com o ano passado quando se iniciou a retomada da economia, o varejo cresceu +26,7% de janeiro até abril e vem mantendo perspectiva de alta. Em sua explanação, Marcelo Prado comentou: “Em 2021, a indústria começou uma reação forte e o varejo se manteve modesto, mas em 2022, as vendas diretas ao consumidor começaram a apresentar sinais de crescimento a níveis pré-pandêmicos, enquanto a indústria se manteve aquém neste movimento. Creio, porém, que esse comportamento não vai se manter até o final do ano. Acreditamos que o varejo voltará ao nível normal, igualando em volumes com 2019, já que a inflação tem afetado o poder de compra dos consumidores e a indústria, por sua vez, deverá reagir a partir do segundo semestre”.

Prado revela que desde de maio de 2022, observa uma retomada intensa da indústria de vestuário em geral no Brasil, e isso não será diferente para o segmento de moda íntima. O consumo aparente de moda íntima e dormir, durante os últimos cinco anos, registou avanço de 0,64% em volume de peças e de 30,93% em valores nominais. Trata-se de um segmento que cresceu muito mais em valor do que o poder de compra da população. Ao longo do período analisado pelo IEMI (2017-2021), a participação das peças importadas no consumo aparente doméstico de moda íntima passou de 7,8% em 2017 para 10,2% em 2021. Em 2020 – pico da pandemia, o Brasil importou 64.1 milhões de peças, já em 2021, importou 89.6 milhões.

“Vamos ter provavelmente as duas últimas grandes coleções do ano, que é Primavera Verão e Alto Verão, bastante positivas. A moda íntima é um grande negócio, estamos falando de 15 bilhões de reais de faturamento só no varejo, com consumo per capita de 70 reais em média, sendo que o consumo feminino representa 74% das peças. O ano de 2022 deverá superar o nível de 2019, essa é nossa expectativa”. O diretor do IEMI, porém, faz ressalva quanto ao impacto atual da inflação, que está crescendo em todo o mundo. “O mercado vai crescer em valores, mas não em volumes”.

Perfil do consumidor

Pesquisa feita pelo IEMI no final de 2021 aponta que 87% das pessoas que compram roupa intima são mulheres; o poder de compra está concentrado nas camadas A/B/C que chegam a 88% do consumo de produtos de um certo nível de qualidade, variedade de modelagem, matérias-primas e performance. A moda íntima tem muito apelo para o público jovem, sendo que 2/3 dos compradores têm até 34 anos, representando 67% das pessoas que compram roupa íntima. A faixa etária acima de 45 anos, embora o Brasil já tenha 38% de sua população situada nesta faixa, ainda é um público pouco explorado pelas marcas de moda íntima. “De uns anos para cá, assistimos um esforço das marcas em incorporar linhas de produtos para nichos, como o público plus size, com campanhas voltadas para essa consumidora. Atualmente, 7% da produção de roupas no Brasil é voltada para esse segmento. Há 10 anos, não passava de 2%. Vejo que o mercado terá que fazer a mesma coisa, pelo tamanho da oportunidade que existe, para o público de jovens senhoras e senhoras.”, pontua o economista Marcelo Prado.

Os principais polos produtores de roupa íntima, roupa de dormir e fitness são Nova Friburgo (RJ), Juruaia (MG), São Paulo, Ceará, Santa Catarina e Maringá, no Paraná. O consumo de moda íntima é mais concentrado no Sul/ Sudeste e menos no Norte e Nordeste devido ao fator poder de compra. A pesquisa, porém, mostra que a região do Centro Oeste e o Nordeste hoje apresenta taxas de crescimento maiores, principalmente com o desenvolvimento do agronegócio. Os dados mostram ainda que os consumidores brasileiros costumam comprar roupa íntima de 4 a 5 vezes por ano, com 3 ou 4 peças por compra, e ticket médio em torno de R$ 130,00. Os consumidores acima de 45 ou 50 anos têm mais disposição para gastar, porém, falta apelo de mercado das marcas para atraí-los. O conforto e o básico ainda são os principais atributos buscados pela maioria dos consumidores, enquanto os jovens se voltam mais para produtos com apelo sexy ou romântico.

Onde compram

A pesquisa mostra que 33% das pessoas dizem que compram peças de moda íntima pela internet. Segundo Marcelo Prado, 19% das decisões de compra são impactadas por influenciadores de redes sociais e o Instagram é líder quando se busca informação de moda. Por outro lado, a compra na loja física é dominante, com 62% da preferência, enquanto as revendedoras/sacoleiras são apenas 5%. “As compras do final do ano de 2021 e início de 2022 foram muito pautadas por preço. As pessoas estão buscando consumir o que cabe no bolso, por isso, um bom atendimento é fundamental, além de explorar melhor as vitrines para atrair os consumidores.”, recomenda o diretor do IEMI, acrescentando que na pesquisa, mais de 400 marcas de moda íntima, em todo o Brasil, foram citadas, mas apenas 12 delas lideram as preferências, ou seja, dominam o segmento. Outro dado da pesquisa é que 82% das pessoas do grupo de renda A/B se dizem fiéis à marca que compram, cuja exigência se pauta na variedade de modelos, conforto e estilo. “O público de maior idade tende a se fidelizar às marcas, enquanto os jovens são menos fiéis e estão sempre procurando alternativas de marcas novas, mas esse fator também está vinculado ao nível de renda.”, finaliza Prado. A nova pesquisa do IEMI, que será feita ainda este ano, vai avaliar o consumidor pós-pandemia.

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Por: Marcia Mariano
Fotos: Divulgação

Data de publicação: 04/07/2022

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