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Em defesa do varejo têxtil

Depois de um plano de carreira iniciado na Avon Cosméticos, Edmundo Lima chegou à C&A em 1997, empresa que despertaria seu grande amor pelo varejo têxtil. Por 19 anos, foi construindo sua história profissional na empresa até enxergar uma necessidade emergente de que as varejistas do segmento se unissem em  prol  de um objetivo comum, quando, em parceria com Marisa e Renner, deu início à Associação Brasileira dos Importadores e Ex- portadores de Vestuário (Abein), que se tornou posteriormente a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX). Confira essa trajetória de sucesso:

ITT: Como foi a evolução de sua carreira?

Edmundo Lima: Quando vim para a C&A em 1997, sentia falta de uma entidade para dialogar com os governos e buscar soluções para nossos  problemas.  A  indústria já  possuía  algo  semelhante  muito   forte, mas no varejo não existia. A Fecomercio e as associações comerciais tinham algum trabalho nesse sentido, mas sua característica era pluralista e não defendia o vestuário. Em 1999, ao lado de Marisa e Renner, criamos a Associação Brasileira dos Importadores e Exportadores de Vestuário (Abein), que se tornou a  ABVTEX.  A alteração da razão social foi para dar abrangência, tirar o foco da importação e exportação e dar conotação ao varejo de vestuário. Desde 1999, eu sempre participei do conselho diretor da entidade. Mais recente, com uma mudança de carreira para tratar com mais profundidade dos temas do setor, eu vim para a diretoria executiva da  ABVTEX.  Desde 2015, estou  à frente da entidade. Já conhecia os temas importantes do setor em função da militância, já detectava oportunidades e uma potencialidade de inventá-lo, uma pulverização da indústria de confecção. Há muito trabalho à frente do setor.

ITT: Qual é o momento, seus planos e objetivos?

Lima: Temos quatro temas importantes. Um deles é o trabalho análogo ao escravo, que precisa ser discutido e combatido. O setor é visto pelo Ministério Público do Trabalho como o que mais tem trabalho escravo, e não é realidade. Ele não é tão impactante como se preconiza. Outro tópico importante para o varejo é o desenvolvimento do setor de confecção, o elo mais frágil da cadeia da moda. De certa forma, precisamos ter uma  consolidação da indústria, especialmente pelos milhares de  oficinas de  costura que dificultam  a escala produtiva, qualidade de produto, cumprimento das entregas, padronização de processos... A informalidade é outro ponto a ser focado, não só no varejo, mas também na indústria. Para o grande varejo de vestuário, isso traz concorrência desleal. Por último, precisamos focar a manutenção das fronteiras abertas. A importação é um vetor de modernização e de desenvolvimento  da  indústria nacional.

ITT: Vamos focar um pouco na questão da confecção, que é tão pressionada pelo têxtil e pelo varejo. Como melhorar essa relação entre varejo, indústria têxtil e de confecção?

Lima: Pelo grau de complexidade de como essa indústria está construída, não  há uma bala de prata única que resolva. São várias dimensões, entre elas, a de um ambiente regulatório e tributário que permita a consolidação das empresas. Existem milhares de empresas trazendo ineficiência para o processo, circulação de matérias-primas, com parte dos processos produtivos divididos e distantes. Precisamos consolidar as empresas para melhorar a qualidade de produto.  Invariavelmente, os grandes magazines que têm foco na qualidade, quando dividimos a produção, ela não é uniforme. Uma mesma produção pode estar em quatro estados diferentes, e o custo Brasil é impactante. A carga tributária nos impostos diretos e o custo trabalhista envolvido em toda a confecção são complexos, e a logística é cara. A empresa recebe a matéria-prima, corta, distribui para a costura. Isso tudo é distante e há ineficiência  operacional.  Depois  vai  para a lavagem, tinturaria, e a ineficiência aumenta. O custo invariavelmente  impacta no produto final e na competitividade da empresa diante dos modelos produtivos internacionais.

ITT: Cada vez mais o desenvolvimento de produto está ocorrendo dentro das varejistas no mundo. É possível aplicar esse modelo no Brasil?

Lima: Isso está acontecendo no Brasil. Quando falamos em  grandes   varejistas de vestuário, eles acabaram pela dificuldade de capilarização da indústria nacional, internacionalizando processos típicos   da   indústria.   Desenvolvimento de produto, por exemplo, já é interno. Há uma integração com  a  cadeia  para  que  as tendências e o desenvolvimento de produto sejam materializáveis na  prática da linha de produção, para que  o  produto tenha caimento, toque, maciez. Nesse processo, há  essa integração. Há  também  a indústria têxtil próxima à confecção, inclusive gerindo oficinas de costura com a confecção. O grande varejista já negocia volumes consideráveis de tecidos com a têxtil, que vai para a confecção, produz e devolve – o que é comercializado na ponta. Isso é interessante, pois há  dois elos:   o  da  indústria têxtil e  o  do  varejo em   sinergia. O elo mais fraco, a confecção, chega também integrado, num modelo mais factível que o varejo tentar administrar a indústria. A cultura de relacionamento do têxtil com a confecção é mais próxima. A cultura do têxtil com o varejo é distinta. Várias empresas que são somente do comércio não têm essa cultura de timming diferenciado, produtividade da indústria. No varejo,  a  produtividade  é   eficiência do atendimento, do serviço, diferente do processo produtivo. Esse é um modelo na nossa avaliação bastante interessante,  que  une  culturas  de  indústrias  similares– o que é importante para todos. Ao final, estamos dando vazão para  a  produção  dos insumos, comprometendo-nos com a produção com critérios da produção social. Essa rastreabilidade e não precarização da mão de obra, formalização dos negócios e eficiência, produtividade. Essa aglutinação da produção em poucas oficinas de costura, que ganham densidade e aumentam capacidade produtiva, é o mais adequado para a  indústria de  confecção.

ITT: A associação pensa em incluir as monomarcas?

Lima: Sim. Queremos integrar as monomarcas e as  multimarcas,  pois precisamos desenvolver a cadeia têxtil brasileira a partir de requisitos de responsabilidade social, produtividade, tudo de maneira mais uniforme em toda a cadeia. Percebemos um grau de informalidade alto que não é sustentável. Pode haver um ganho imediato, mas o País não ganha, a sociedade não ganha. Pode haver uma série de crimes e irregularidades por trás. Quere- mos ampliar trazendo boas práticas para todo o setor. Estamos em contato com as redes médias de varejo mostrando o trabalho da entidade, um produto que é o de certificação de fornecedores, onde traze- mos formalização, respeito ao trabalha- dor e às questões de saúde e segurança mínimas, que deveriam ser  utilizados  pela indústria nesse trabalho. Assim, vamos atrair cada vez mais varejistas que tenham condições de  trabalhar  nisso.

 

ITT: Como funciona a certificação da ABVTEX?

 Lima: Esse selo foi criado em 2010 com o compromisso de que, sem a certificação, não  seriam  adquiridas  mercadorias.  São 13 critérios: formalização,  não  utilização  de mão de obra escrava e de imigrante irregular ou infantil e todas aquelas que estão ligadas ao registro do trabalhador. É uma responsabilidade social na cadeia fornecedora. Desde 2010, temos, dentro do programa, que possui uma plataforma que faz  a gestão das empresas, oito mil empresas cadastradas de confecção, sendo que 4.362 empresas certificadas são indústrias de confecção e costura. São quase 300 mil trabalhadores diretos na indústria de confecção. Desde o início do programa, foram 17 mil auditorias. Desde ano passado, foram seis mil e, neste ano, duas mil. Essas auditorias avaliam na prática o cumprimento dos 13 requisitos, que estão  compilados  em 100 perguntas  e  check-lists,  checados in loco, especialmente em entrevistas com funcionários eleitos aleatoriamente. Isso verifica o cumprimento da empresa com relação ao pagamento, assédio e condutas dos empresários com relação aos seus trabalhadores. Essas entrevistas  avaliam  se  as empresas devem manter  a  certificação ou  serem descredenciadas.

ITT: Quais setores possuem mais certificação?

 Lima: Cem por cento dos varejistas são certificados, então abrange todas as áreas dos setores de  moda. Obviamente,  temos grandes números na malharia circular e jeans, mas a certificação permeia moda íntima, praia, esportiva, fitness e a moda  de  maneira geral.

ITT: Qual a perspectiva para os próximos anos?

Lima: Vamos ampliar a base de fornecedores certificados; 4,5 mil fornecedores representam de 10 a 15% do total, que se tornou uma ilha de excelência produtiva que precisa ser ampliada, que é sustentável no mercado de vestuário. Precisamos crescer na indústria de confecção, e a intenção é atrair novos varejistas que assumam o compromisso de certificar a cadeia fornecedora, com saneamento e boas prá- ticas  sociais.

ITT: Que regiões devem ser atingidas mais rapidamente?

Lima: Os grandes mercados estão na região de São Paulo, no Sul e em Santa Catarina, mas também temos participações interessantes em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Ceará, Pernambuco e Goiás. Onde há moda, há empresas certificadas, e vamos ampliar o  mercado.

 

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Por | Gabriel Rajão
Fotos | Divulgação
Matéria publicada na revista ITT PRESS TRENDS, edição 103

Data de publicação: 05/08/2016

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