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Porta de entrada para o comércio exterior

No calendário mundial, é inegável o compromisso dos industriais e compradores têxteis com o evento Colombiatex, que transforma o mês de janeiro num período de peregrinação a Medellín, na Colômbia. O Brasil, líder na cadeia industrial no continente sul-americano, com destaque principal para denim e malha, é um desses mercados itinerantes a marcar presença no encontro promovido pelo Inexmoda. O Grupo MJC Textília esteve mais uma vez presente na feira, buscando informações exclusivas das atividades e possibilidades de crescimento do País e conversou com alguns dos mais vibrantes executivos expositores e organizadores para traçar um panorama do contexto têxtil tanto no Brasil quanto na Colômbia.

Amanda de Almeida, do Grupo Rosset

Há oito anos na empresa, Amanda de Almeida está há cerca de um ano na área de comércio exterior da Rosset Têxtil e, em sua primeira visita à Colombiatex, é categórica: “Os visitantes de todo o mundo são muito interessados e respeitam a produção brasileira, abrem as portas quando sabem que somos parte integrante da cadeia têxtil brasileira. O Brasil é bem querido, e temos que aproveitar isso”.

O atendimento de qualidade e a seleção natural de empresas após um grande período de variação cambial foram alguns dos motivos que levaram o Grupo Rosset a considerar a Colombiatex um evento de sucesso para a cadeia têxtil global. “Falta oferta de produtos com a qualidade do Brasil, e o mercado reconhece isso. Tivemos presença de compradores da Venezuela, Peru, Colômbia e México, e senti firmeza nas possibilidades”, complementa. 

Ana Julia Benvenutti, da RVB Malhas

Com 25 anos de existência e dois nas inicia- tivas internacionais, a RVB Malhas está focada na América Latina, sendo Paraguai o primeiro mercado conquistado fora do País. “Em 2015, depois de visitar a Colombiatex, resolvemos ingressar no programa da Abit [Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção] em parceria com a Apex-Brasil [Agência Brasileira de Promoção às Exportações e Investimentos], o Texbrasil [Programa de Internacionalização da Indústria da Moda Brasileira]. Fizemos todas as entrevistas e, com eles, já participamos de algumas das missões. Estamos no programa de inovação e sustentabilidade também da Abit, para adequar a produção às exigências do mercado externo”, explica.

Ana Julia diz que a equipe comercial está se preparando há algum tempo para o encontro. “Nossa equipe comercial já vem fazendo treina- mentos, estudando espanhol e inglês. Sabemos que temos que buscar outros mercados, expandir, pois vemos a retração do consumo interno. O nosso carro-chefe ainda é o street e o surfwear, especialmente o masculino, seguido pelo clássico (camisaria masculina) e pelo fitness. Para o mercado externo, a gente aposta muito mais nas poliamidas, no elastano, esses artigos com um pouco mais de valor agregado. Chegamos com estamparia digital, ainda terceirizada no acabamento, mas com planos de expansão”, descreve.

Sobre sua atuação na empresa, Ana Julia indica que começou por volta dos anos 2000, quando retornou de uma temporada na Europa. “Estou realizando na Fundação Getúlio Vargas um estudo sobre os 25 anos da empresa, pois nós iniciamos construindo um prédio extra para a transportadora de meu pai. Mas, no meio do caminho, foram chegando os teares, e a com- panhia experimentou o novo processo, mesmo sem know-how de mercado. Foi então que ampliamos a nossa equipe de vendas, contratamos gerentes comerciais e crescemos movidos  pela demanda. Não planejávamos coleções. Os vendedores iam para a rua, voltavam e diziam: ‘Olha, estão vendendo tal coisa, precisamos fazer agora uma meia malha com gramatura tal’, e aí fomos fazendo.” Hoje, com muito mais profissionais, a equipe da RVB Malhas inaugurou tinturaria e verticalizou o processo, tornando-se um dos maiores especialistas na área.

Com capacidade instalada de 650 a 700 toneladas, a empresa ainda foca em lotes menores, variando os produtos e adaptando-se às novas estruturas de mercado. Na Colômbia, houve aproximação de clientes da América e mesmo de países com estrutura complexa, como a Venezuela. 

Cynthia Jaber e Allan dos Anjos, da Covolan Têxtil

Cynthia Jaber

A gerente de exportação da Covolan, Cynthia Jaber, considera a Colombiatex um termômetro do mercado, pois congrega clientes de várias partes da América Latina. Para ela, 2016 é o ano da consolidação brasileira no mercado internacional, especialmente pelo câmbio favorável. “Foi uma das melhores edições das quais já participamos. Estamos com localização excelente e coleção e produtos superacertados. Chegamos com um stretch denim muito lindo, além de uma variedade que permite ao cliente escolher pelo menos uma peça entre cinco ou vinte produtos”, diz.

Apesar da falta de credibilidade brasileira no mercado estrangeiro, Cynthia acredita que o comércio exterior irá crescer velozmente, espe- cialmente em função do investimento de longa data na internacionalização da empresa. “Quem investiu na internacionalização, irá crescer, sim”, diz. Com isso, haverá um equilíbrio, que já está sendo atingido pela Covolan entre as vendas no Brasil e no exterior. 

Allan dos Anjos

Para Allan dos Anjos, a presença há quatro anos no mercado colombiano resume o sucesso da empresa na Colombiatex. “Foi uma grande oportunidade, o melhor ano em termos de novos contatos mais selecionados, clientes dispostos a fechar negócios e um mercado perfeito para a exportação. Compradores do México, Peru e Bolívia estiveram por aqui.” 

Roberto Trujillo, Cedro Têxtil

Seis meses depois de assumir o comércio da Cedro Têxtil para o mercado colombiano, Roberto Trujillo acredita na importância da Colombiatex para as vendas e para a internacionalização da empresa, não somente em termos de volume de negócios, mas também de tendências globais. “A feira nos serve como um termômetro de negócios, reunindo vários clientes entre marcas, confeccio- nistas e distribuidores de Bogotá, Pereira, Cali e Bucaramanga”, reflete. Para ele, essa foi a feira com maior número de visitantes selecionados nos últimos anos. A competitividade do Brasil ampliada possibilita ainda melhores resultados com a criação de um denominador comum em termos de preço para atingir um maior espectro de  compradores latinos.

Para os próximos anos, a Cedro deve seguir a política de exportação traçada, independente dos resultados brasileiros. “Não se trata de oportunismo, mas de uma política de exportação já definida. Espero conquistar negócios mais contínuos, com frequência e ampliação de vendas na América Latina”, explica.

Com coleção desenvolvida especialmente para o mercado latino, a Cedro possui de uniformes profissionais a tecidos especiais. “É uma linha bastante complexa, com muitos requisitos técni- cos. Não é qualquer empresa que tem condições de produzir e exportar esse produto, que tem normas técnicas rigorosas e precisa cumprir as exigências dos clientes”, diz.

Ricardo de Missi, Farbe

Há 14 anos, a Farbe iniciou um processo de abertura de mercado na América Latina, e hoje possui grande projeção de vendas na região. “Somos reconhecidos pela qualidade dos pro- dutos e pela qualidade da empresa”, diz Ricardo de Missi. Argentino de coração têxtil, ele se diz especialista de berço, pois a família tinha uma fábrica de confecções na Argentina, o que lhe permitiu gerir confecções e lidar com todos os elos têxteis. O começo, no entanto, foi um trabalho de construção, procurando entender o que acontecia nos mercados, apresentando a companhia. “Cada empresa é um mundo, cada um tem sua estratégia. Para nós, é tudo foco. Nós focamos e, com objetivo claro, começamos a fazer um bom trabalho”, diz.

Depois de um longo tempo, a Farbe chegou ao Uruguai, ao Paraguai e, finalmente, à Colômbia. “Iniciar as vendas nesses países foi receber um presente. Imagina um cliente que não conhece a empresa, não te conhece, confiar em você quando diz que, para entregar nos termos que promete, precisa ter um adiantamento de 30%! Eles se assustavam muito. Então, isso foi um trabalho difícil, mas cumprido”, lembra.

Missi considera a Colombiatex a feira mais impor- tante da América Latina, especialmente pelo caráter internacional e pelo funcionamento como vitrine global. Com departamento de desenvolvimento de produto recheado de estilistas e profissionais de primeira linha, a empresa continua sua trajetória de sucesso no País e na feira.

Com direcionamento de produtos voltado para a linha esportiva, a Farbe é considerada uma empresa industrial com tecnologia de ponta, máquinas ultramodernas e na vanguarda da tecnologia e de produtos.

Francisco Gonzalez, do Grupo Vicunha

A história da Vicunha se confunde com a da Colombiatex pela participação da companhia no evento desde a primeira edição. “Aqui, há a necessidade de coisas diferentes, o que a gente traz de mais moderno. Então, dá gosto montar uma coleção de impacto. Tecnologias como a T400, fibras novas como viscose, lyocell e algodões cada vez mais finos, processos têxteis incríveis de acabamento, de textura, de pele de pêssego nos dão orgulho”, diz Francisco Gonzalez, ou simplesmente Chico, como é conhecido cari- nhosamente na indústria têxtil e de confecção. Ele sente uma renovação do mercado, principal- mente com a participação da Vicunha na Denim by Première Vision em Barcelona (Espanha). Para as próximas coleções, ele aponta uma ‘volta suprema do denim’, inclusive no couture. Como apostas, ele cita a pele de pêssego no color, os acabamentos gostosos e uma junção do jeans com o color.

Especificamente na Colombiatex, o grupo recebeu visitantes do Equador, Bolívia, Peru e México. Diante das possibilidades, Gonzalez é categórico: “a gente precisava resgatar uma feira desse porte no Brasil. Onde está aquele nosso momento de Fenatec, Fenit? Vamos juntar forças. O cliente responde positivamente”.

A exposição do mercado brasileiro no exterior, para ele, é interessante, seja de maquinário, de cadeia de malha, de tecido plano ou de técnicas. “Por exemplo, empresas de sublimação de estamparia, aviamentos, incrementam as possibilidades para o cliente e facilitam a produção”, diz.

Gina Ferreira, da Pelican Têxtil

Gina Ferreira, da Pelican Têxtil Responsável pela área de comércio exterior e pelas vendas no Brasil da Pelican Têxtil, Gina Ferreira é uma profissional que não para nunca. Com pensamento rápido e respostas diretas, representou a empresa na Colombiatex, de olho em oportunidades de expansão. “Estamos trabalhando coleções de janeiro a janeiro, cada uma em seu tempo de preparação. Então, há sempre opções de verão e de inverno no mix”, diz.

Com 54 anos de existência, a Pelican aposta alto em sua vocação fashion nos últimos 15 anos (antes, toda a pelúcia produzida era destinada a brinquedos). A ausência de inverno no País, no entanto, atrapalha um pouco a produção, que termina relegada a acessórios. “As pessoas querem ter o frio para poder usar mais uma peça inteira, expor mais, porque é um tecido bonito, é um tecido que agrega muito valor à peça, ao moletom, ao jeans ou a qualquer outro tipo de tecido”, observa.

Até 2016, a Pelican tinha 50% do seu mercado destinado à tapeçaria de caminhão. Mas a crise fez com que os caminhoneiros não investissem mais em tanto luxo, e a empresa teve que se adaptar. “O mercado mais consistente que atendemos é o de vestuário. Quando há um inverno melhor, temos vendas melhores, mas sem inverno é sempre  pontual”, analisa.

A concorrência chinesa trouxe peles sem cai- mento, toque e brilho para disputar o mercado com a companhia, mas os clientes fiéis não caem nessa cilada. Santa Catarina e Rio Grande do Sul, por exemplo, são mercados inovadores. Brás e Bom Retiro (em São Paulo) complementam os pedidos de acordo com as tendências de moda. As matérias-primas da Pelican vêm basicamente da China, Portugal e Peru. Na América Latina, é uma das únicas companhias a produzir o pelo sintético e, no continente, disputa somente com Estados Unidos e México. O diferencial da companhia está nas linhas de produtos direcionadas para o mercado externo, que, com a competitividade cambial, permite uma melhor disputa  internacional.

Sobre a Colombiatex, Gina acredita que está iniciando uma nova experiência em vendas. “Ficamos longe da feira e vimos que este é o melhor momento para voltarmos à exportação. Retornar ao mercado colombiano e para outros mercados, além da Argentina, do Chile e do Uruguai, é nossa meta. Estamos buscando distribuidores e atuando com consultoria para o pessoal interno, do atendimento”, finaliza.

Jairo Waiswol, da Salotex

Com coleção acertada, a Salotex encantou o público da Colombiatex e superou barreiras na reestreia da empresa na feira. “Foi a melhor Colombiatex que eu já participei. Ampliamos nossos negócios e contatos com Colômbia, Venezuela, Peru e Equador. Recebi interessados dos Estados Unidos e até uma  compradora  russa!”, comemora.Na mira dos compradores, estavam produtos diferenciados pela estampa e pela qualidade. Os 56 anos da Salotex também pesam na hora da decisão, e o câmbio favorável trouxe fôlego extra para a indústria. Os frutos colhidos pela companhia fazem sentido: a Salotex insistiu na produção própria e não se transformou em mera importadora. Entre os percalços enfrentados pela empresa, estão o custo Brasil de energia e a complexidade tributária, além de impostos altíssimos. Um dos exemplos que comprova essa situação é o próprio sucesso da Colombiatex. “Se fosse no Brasil, não teríamos 20 companhias. Não há união, não há espírito, é tudo profissional. Nas feiras do Brasil, o pessoal pede ‘pelo amor de Deus, contrate um estandezinho’. Isso eles vem criando, é a cultura deles, bem própria da Colômbia”, explica


Nicole Schuetzler, da Malharia Princesa 

Pela segunda vez na Colombiatex, a Malharia Princesa cumpre em 2016 a caminhada traçada em 2015. Novas máquinas para renda, tule e outros processos trouxeram a companhia a um novo segmento. “Estamos há dois anos produzindo rendas, então podemos dizer que foi um aprendizado comprar a máquina e descobrir que não tem nada a ver com fazer tecido. Tivemos que lidar com outros tipos de fio, pontos, aberturas e até desenhos. Este ano será de grandes oportunidades”, diz Nicole Schuetzler, diretora da companhia.Além da Colombiatex, a empresa esteve na Interfilière, em Nova York, mostrando que o projeto de exportação é muito mais do que um sonho. A própria Nicole rodou o mundo (Paris e Colômbia, antes da feira), decidindo os melhores passos para a internacionalização. “Quem vê nossos produtos, fala ‘ai que lindo, que lindo, não tem aqui, eu quero comprar’. É um investimento e um bom feedback”, completa. O objetivo é obter 10% de vendas internacionais. O grande volume de produtos da Malharia Princesa é de moda íntima e, neste segmento, o nicho infantil se destaca. Mas o leque de mercado está cada vez mais aberto, entre eles, o fitness, o homewear, o shapewear, as rendas, os tules e as transparências.

René Pineda, da Invista

Há cinco anos na Invista, René Pineda acredita que a Colombiatex tem mostrado uma tendência global: que a indústria do denim (que possui força significativa na região) está se consolidando na América Latina e ganhando terreno na Ásia e na Europa. Para ele, esse mercado é um segmento dinâmico, que está regressando à região.Outro nicho interessante, segundo o gerente da multinacional, é que a parte de roupas esportivas vem ganhando força no mundo, especialmente porque os looks de fitness estão sendo usados como moda. “Na América Central, há uma atração grande para a produção de tecidos destinados a esse nicho, e estamos competindo em serviços com os produtores asiáticos. A América Central está à frente do mercado, e os grandes produtores, próximos dos Estados Unidos, estão ganhando a atenção dos compradores que precisam de respostas rápidas e menores estoques”, diz. No forte segmento de lingerie colombiano, Pineda acredita que a Colômbia possui mes- tria no gerenciamento do produto, definindo tendências pelo mundo e se consolidando com empresas ousadas e agressivas. Já sobre a relação comercial entre Brasil e Colômbia, ele acredita que o têxtil ainda precisará de um empurrão para chegar ao nível de debate no qual se encontra o mercado automotivo mexicano e brasileiro, por exemplo. Como a Invista participa desde a primeira edição da Colombiatex, Pineda sente-se seguro para definir o evento como um termômetro do mer- cado global e, especificamente, das Américas. “Definitivamente, este encontro engloba vários clientes e deve definir o que acontecerá no primeiro semestre”, finaliza.

Thaisa Montecino Sacht, da Dalila Textil

 Thaisa Montecino Sacht é gerente de marketing e de negócios em comércio exterior da DalilaTêxtil. A companhia já exporta para três países do Mercosul: Uruguai, Paraguai e Bolívia. Na Colombiatex, esperam aproveitar a alta do dólar e ampliar os destinos, apresentando as linhas de produto da companhia.Com foco no masculino, a empresa possui linha de produto que vai do listrado ao índigo. “O pessoal de desenvolvimento de produto faz um top 10, viaja pelo mundo e encontra as maiores tendências. Surgem, então, produtos adequados às linhas. O listrado, algo que sempre fizemos, chega junto ao jacquard, uma nova modalidade com pontos feitos nas máquinas”, explica Thaisa.A escolha pela Colombiatex está ligada ao alcance do evento, que abrange mercados variados. Para 2016, a empresa pretende vender mais, colocando o produto em circulação. A divisão de produção é estabelecida com a oferta de private label no mercado nacional (pela Dalila) e o uso da marca Drazo no mercado externo. “A Drazo faz malhas 100% Dalila, uma parceria de sucesso para o mercado masculino, que está abrindo um pedaço da coleção para o feminino. Eles fazem linha inverno e verão, a maioria das peças são polos e casacos”, justifica. 

Fábio Covolan, da Canatiba

Depois de 12 anos insistindo na exportação e participando ativamente da Colombiatex, a Canatiba, finalmente, colhe bons resultados do investimento a longo prazo e utiliza o câmbio favorável para ampliar seus negócios internacionais. Para Covolan, os últimos dez anos foram fatais, com perda de competitividade e diminuição das companhias, mas o sacrifício da margem trouxe a internacionalização da companhia em diversos mercados. “Sabíamos que tínhamos produtos mais caros, mas também temos certeza de que não há similares. Foi aí que conseguimos pelo menos manter a empresa em todos os mercados, e agora somos reconhecidos como produtores de denim especiais”, afirma. Depois do Intermódulo, no México, e da Colombiatex, Covolan diz que possui boas perspectivas e que a estratégia de trabalho irá focar nos mercados com maior potencial de compra, como Argentina, Colômbia e México. A expansão do portfólio de participações em feiras será outro trunfo da indústria, que esteve presente, além dos já citados, em eventos como a Munich Fabric Start (Alemanha), Kingpins Amsterdã, Kingpins Nova York, Intermoda México e com expectativa de continuar no Denim By Première Vision, além de feiras em Hong Kong. “Porque nós estamos, ao longo desses anos de vacas magras, aumentando nossa malha de agentes e de distribuidores ao invés de desistir da exportação. Começamos, então, nos Estados Unidos, na Europa e no Peru, onde não tínhamos ninguém, e expandimos para Bolívia, Uruguai e Equador”, explica.
Para ele, a exportação está num momento de retomada melhor que nos anos anteriores. “Principalmente na Colombiatex, estou muito convicto com relação a isso. No caso da Canatiba, nossos maiores concorrentes são os turcos e os italianos, e nós estamos com um preço muito competitivo em relação a esses fabricantes”, diz.

 

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Por: Gabriel Rajão
Fotos: Divulgação

Data de publicação: 01/06/2016

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